Presidente do Banco Central do Paraguai renuncia a pedido de Peña
Ministério Público investiga caso e ordena prisão de 8 ligados ao Ueno
Por Redação

A crise também aumentou a pressão sobre Peña. O presidente paraguaio foi sócio do grupo controlador do Ueno até março de 2025, e Carvallo comandou o banco até agosto de 2023, antes de assumir o Banco Central.
A relação entre os dois e a atuação dos órgãos reguladores passaram a ser questionadas por parlamentares.
Com cerca de 3 milhões de clientes, o Ueno administra aproximadamente US$ 850 milhões em recursos públicos.
Nos últimos meses, a instituição enfrentou questionamentos sobre supostos empréstimos excessivos a empresas ligadas ao Grupo Vázquez, seu controlador. A situação também afetou títulos do banco e da dívida soberana paraguaia.
Enquanto clientes se reuniam em frente a agências fechadas para tentar acessar suas economias, Peña anunciou um acordo com líderes do Congresso para acelerar um projeto que permite usar o Fundo Nacional de Garantia para pagar os depositantes.
O Banco Central afirma que o caso é isolado e não representa um problema generalizado no sistema financeiro do país.
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