Os candidatos à Presidência em rede nacional
Confira o que cada candidato disse na entrevista ao JN
Por Redação
A sabatina de Romeu Zema

O ex-governador de MG, Romeu Zema (Novo), foi o primeiro candidato à Presidência a estrear a série de sabatinas que o Jornal Nacional realizou. Ao todo, os 6 candidatos mais bem-posicionados nas pesquisas foram entrevistados, em ordem definida por sorteio.
Ao todo, Zema teve 40 minutos para responder as perguntas formuladas pela bancada do programa. Quando questionado se manteria a atual política de valorização do salário mínimo, o candidato prometeu manter a reposição da inflação, mas afirmou que a aplicação o ganho real será atrelado à situação da economia nos próximos anos.
Outra fala emblemaática foi um momento onde o candidato foi questionado sobre suas políticas em relação ao feminicídio no país. Zema acabou dizendo que faria uma série de programas contra as mulheres. Confira a sabatina na íntegra.
A sabatina de Ronaldo Caiado

Na noite de terça-feira, o candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) passou pela tradicional sabatina realizada pela Rede Globo. Segundo dados do Ibope, a emissora chegou a registrar 17,7 de audiência, contra 5,8 da segunda colocada, a Record.
Durante sua sabatina, Caiado prometeu que, se eleito, no primeiro dia de seu governo irá promover um ajuste fiscal que limitaria o crescimento das despesas do governo federal à inflação +50% do crescimento do PIB.
O candidato também defendeu a criação de uma polícia transnacional entre os países da América Latina. Caiado ainda disse que, se eleito, vai conceder anistia aos condenados pela tentativa de golpe de Estado de 8 de Janeiro, incluindo Jair Bolsonaro.
A sabatina de Renan Santos

Já na quarta-feira, o candidato Renan Santos (Missão) foi o terceiro presidenciável a ser sabatinado no Jornal Nacional. Confira aqui a sabatina ponto a ponto. Alguns highlights:
Renan afirmou que, se eleito, vai usar R$ 6 bilhões para construir 10 novos presídios federais para 40 mil presos cada, inspirado em El Salvador. No campo da economia, ele disse que pretende cortar R$ 1 trilhão e fazer uma nova reforma da Previdência.
Questionado sobre seu plano de governo, falou que o ponto central está no sistema de incentivos para estados e municípios, no qual repassaria mais verbas e emendas para governos que atingirem suas metas de segurança, saneamento, educação, saúde.
A sabatina de Lula no Jornal Nacional

Na sequência, foi a vez do presidente Lula ser sabatinado pelo JN. A entrevista abordou polêmicas que percorreram o governo Lula III, como o Caso Master, Lulinha e o escândalo do INSS, além de suas propostas para um futuro mandato.
Ao ser questionado sobre seu filho, Lula disse que não iria interferir no caso, e que se Lulinha fosse condenado, ele iria pagar. O presidente também afirmou não conhecer a lobista envolvida no caso Roberta Luchsinger — apesar dos dois terem fotos juntos.
O petista também afirmou que, em um novo mandato, deseja recuperar o território dominado por facções e que pretende criar um ministério próprio de Segurança Pública, que hoje fica na pasta de Segurança. Confira em detalhes a sabatina.
A sabatina de Flávio Bolsonaro no JN

Flávio Bolsonaro foi o penúltimo candidato a ser sabatinado por Renata Vasconcellos e Cesar Tralli. Os principais temas abordados foram o financiamento do filme Dark Horse, as tarifas de Trump contra o Brasil e o 08/01, além de propostas para um futuro governo.
Na entrevista, o candidato afirmou que seu contato com Vorcaro foi apenas para tratar do financiamento do filme para o pai. Flávio ainda comparou o patrocínio do filme com um aporte de R$ 160M feito por Vorcaro para financiar programas da Rede Globo.
Já em relação ao tarifaço, o parlamentar disse que seu irmão, Eduardo Bolsonaro, errou ao agradecer Trump e que o PIX é inegociável. Caso seja eleito, Flávio prometeu promover um tesouraço na economia. Confira a sabatina em detalhe.
A sabatina de Augusto Cury no Jornal Nacional

Encerrando a série, o candidato Augusto Cury foi o último presidenciável a ser sabatinado pelo Jornal Nacional. A série entrevistou os seis candidatos mais bem posicionados nas pesquisas eleitorais.
Durante sua sabatina, Cury prometeu cortar cerca de 10 ministérios, além de taxar as empresas de bets em até 52% — mais do que os atuais 12% — para reduzir a dívida pública.
O candidato também prometeu que criaria uma Secretaria da Inteligência Artificial, e ainda falou sobre a proposta de treinar embaixadores para serem influenciadores digitais nas embaixadas brasileiras. Confira ponto a ponto de sua sabatina.
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