Hugo Motta abre tramitação de PEC para voto distrital misto na Câmara
O modelo, inspirado no alemão, prevê dois votos na urna, um para candidato distrital e outro para lista fechada de partido.
Por Redação
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O primeiro vai para um candidato do seu distrito regional, em que o mais votado vence. O segundo vai para a lista fechada do partido.
Na prática, com o modelo, metade da Câmara seria eleita por representação local direta e a outra metade, preenchida pelos partidos para equilibrar as bancadas.
A medida aproxima o parlamentar de um território específico, facilitando a fiscalização de promessas. Por outro lado, ela amplia a força das cúpulas partidárias, que passam a controlar a ordem dos nomes na lista de cada legenda.

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