the news

Governo avalia adiar reforma tributária por seis meses

Empresas pressionam por mais tempo devido à falta de clareza nas regras

Por Redação

|
Empresas pressionam por mais tempo devido à falta de clareza nas regras
(Imagem: Ricardo Stuckert/PR | Reprodução)

A principal pressão vem das empresas, que apontam falta de clareza sobre regras importantes e pouco tempo para adaptar sistemas, preços e contratos.

Um dos pontos mais urgentes é a alíquota da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que entra em vigor em janeiro, mas ainda precisa ser confirmada pelo Senado até 15 de dezembro.

O TCU estipulou a alíquota em 11,3%, valor 2,2% acima do índice indicado pelo Comitê Gestor. O senador Eduardo Braga, líder do MDB, já defendeu que o percentual seja discutido. A preocupação é que uma definição muito próxima do início da reforma dificulte a preparação das empresas.

Além dos prazos, há críticas à falta de operacionalidade do sistema de apuração dos novos tributos e aos atrasos na definição de normas.

Especialistas também estimam que o IVA brasileiro poderá superar 30%, acima dos 27% cobrados atualmente pela Hungria, que tem a maior alíquota do mundo.

Compartilhe