| | | qual a sua probabilidade de sucesso? | Vamos testar com algo simples: você acabou de abrir uma nova bakery especializada em cookies e o seu desafio é criar o cookie que, na sua opinião, vai ser o mais vendido da casa. Como você o montaria? | | Bom, se você escolheu com base no seu sabor favorito, na cor da massa ou na sua intuição... errou. | Ganhou quem montou o cookie mais bonito. O mais "Instagramável". O que gerou desejo não só de comer, mas de postar. | Pode parecer piada. A gente gosta de acreditar que prefere aquele bolo que desmorona, com cara de casa de vó. Mas a verdade é que, hoje, o parecer nas redes sociais virou sinônimo de desejo. | E é aí que entra o case da Crumbl Cookies. | Dois primos americanos sem experiência nenhuma em confeitaria. Testaram receita por receita na cozinha de casa. Erraram, jogaram fora massa, riram. Até que, cinco meses depois, acertaram um cookie. Grande, fotogênico e doce. Mais importante: postável. | O diferencial? Conteúdo > qualidade/sabor. | A estratégia foi clara: cookies lindos, sabores rotativos e um storytelling que se espalha por redes sociais. Resultado? Crumbl virou um império. Mais de 1.000 lojas e 1 milhão de cookies vendidos por dia. Tudo por causa de um produto que faz você querer postar. | Claro, o gosto importa. Mas talvez já não seja o mais importante. Afinal, familiarity breeds liking. O jogo está mudando. Novos comportamentos estão surgindo. | Estamos comprando cookies pelo feed, entrando em apostas sem perceber, consumindo anúncios disfarçados de conteúdo. | E no centro disso tudo está uma nova fronteira: o estético, o editado, o algoritmado. | Neste episódio do Slogan, a gente fala sobre cookies, sim. Mas também sobre apostas esportivas, rebrandings e o que tudo isso tem a ver com leitura. Porque no fim, tudo é uma narrativa. | E quem conta história, faz história. | | OUTROS HIGHLIGHTS | Depois de ouvir, aqui estão outros quick links para você se aprofundar nas pautas. | O cookie bilionário. Dois irmãos, uma categoria saturada e um produto que viralizou nas redes sociais. Qual segredo? Apostar agora entra na bolsa de valores? A Robinhood lançou prediction markets. Primeiro foi política. Agora é futebol. Menos volume, mais valor. O New York Times foi direto na palavra do ano: brain rot. A campanha defende pausa, curadoria e leitura como autocuidado. Tá na hora de um rebranding? Talvez não. A gente viu 10 marcas que floparam tentando mudar de cara, e por que mudar não é fácil hoje em dia. O mundo é do futebol. O esporte saiu do campo e virou comportamento. Hoje, o que importa não é só o que o jogador faz — é quem ele é.
| | | Acabou de sair o episódio de hoje, te convido a escutar aqui. E sim, esse produto é pra você. Queremos deixá-lo ainda mais com a sua cara — deixe sua opinião aqui. | Comente trend nos comentários pra sabermos que você veio daqui. Até logo! |
| |
|
| | POWERED BY | |
|