| | | a solidão é lucrativa | Nós somos programados para conectar. Família, amigos, comunidade — isso é tão essencial quanto ar e comida. | Mas esses laços estão se desfazendo. Em 20 anos, a frequência em cerimônias religiosas caiu de 42% para 30%. Casamentos despencaram. Os “terceiros lugares” — bares, praças, clubes — estão desaparecendo. | E no lugar do convívio, entrou a tela. Hoje, a solidão é uma pandemia: | 1 em cada 6 pessoas no mundo é afetada. Mais mortal que fumar 15 cigarros por dia. Mais de 100 mortes a cada hora.
| Mas pera lá: o que isso tem a ver com marketing? |
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| Porque enquanto a sociedade se desconecta, a indústria da conexão artificial explode. | O OnlyFans fatura bilhões. Seus donos lucram mais do que qualquer bar ou boate jamais sonharam. Uma nova economia nasceu, sustentada por homens solitários e mulheres que trocaram carreiras por webcams. | A promessa? “Autenticidade.” A realidade? Um feudalismo digital, onde intimidade virou aluguel. | No fim, não é sobre sexo. É sobre solidão. E a pergunta é: até quando vamos terceirizar o que nos faz humanos? Afinal, a solidão pode até ser lucrativa, mas a conexão é vital. | Neste episódio do Slogan, a gente fala sobre como o conteúdo íntimo virou conexão, e por que as assinaturas emocionais estão em alta. Mas também sobre como a audiência agora é sócia da sua marca e a migração do fast food para o funcional. Porque no fim, quem conta história, faz história. | | OUTROS HIGHLIGHTS | Depois de ouvir, aqui estão outros quick links para você se aprofundar nas pautas. | | | | Acabou de sair o episódio de hoje, te convido a escutar aqui. E sim, esse produto é pra você. Queremos deixá-lo ainda mais com a sua cara — deixe sua opinião aqui. | Comente trend nos comentários pra sabermos que você veio daqui. Até logo! |
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