| A regra é não ter regras | bom dia. como já dizia seth godin: marketing não é mais sobre o que você produz, mas sobre as histórias que você conta, a confiança que você constrói e a mudança que você tem coragem de provocar. as pessoas não querem ser alvo de marketing, elas querem ser compreendidas. | bora para a última do ano. | | uma fonte de inspiração para os seus conteúdos, estratégia e uma pitada de insights para sua marca. 💭 |
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| | POLL OF THE WEEK | Este ano vimos, mais de uma vez, marcas e política se misturarem. A mais recente foi a campanha de fim de ano da Havaianas com Fernanda Torres, e deu o que falar. | O que vocês acharam? | | Conte o porquê e, na semana que vem, vamos compartilhar a resposta e os melhores comentários! | (Continue rolando para ver os resultados do poll da semana passada) | — |
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| | | | RESUMO DA SEMANA | Hot takes pelo 🌎 | 🎅🏻 De volta para casa. Neste Natal, a Coca-Cola transformou o rádio em uma ponte emocional para milhares de trabalhadores filipinos que passam as festas longe da família. Com Sound of Home, a marca criou uma transmissão de 24 horas na Austrália com músicas e mensagens gravadas por familiares nas Filipinas. No fim, fica o lembrete de que quando a marca entende gente antes de entender canais, emoção vira impacto. Veja aqui. | 🚬 IA agora pode ficar chapada. Um diretor criativo sueco criou um marketplace que vende “drogas em forma de código” para chatbots. Você compra, faz upload do arquivo… e a IA passa a responder como se estivesse sob efeito de cannabis, ketamina, cocaína, ayahuasca ou álcool. Menos lógica, menos linearidade, menos previsibilidade. Por quê? A promessa é destravar a criatividade da IA. Afrouxar o modo robô de Excel e gerar respostas mais associativas, menos óbvias e mais interessantes. (Se aprofunde). | 🤖 Empresa de 2026: Amazon. O que podemos aprender com ela? A Amazon não está usando IA para otimizar informação, está usando IA para mover o mundo físico. A combinação de IA + robótica já reduziu em 78% o tempo entre o clique e a entrega, expandindo margens do varejo sem adicionar pessoas. Assim a logística vira diferencial competitivo, e a marca passa a operar exatamente nos três pilares que o consumidor de hoje exige: velocidade, conveniência e confiança, em outro patamar. | 🏸 Próximo esporte: Padel. Enquanto muitos esportes já estão saturados para marcas, outros ainda estão nascendo — e abertos para quem queira educar, construir e liderar esse território no Brasil. Uma das nossas apostas é o padel. Ainda pouco explorado por aqui, o esporte já é um fenômeno global. Só em 2025, foram abertos mais de 4 mil novos clubes, somando 24 mil academias no mundo. Já são 35 milhões de pessoas praticando semanalmente, além de torneios organizados como a Hexagon Cup. (Leia mais aqui). | — |
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| | BIG STORY | A regra é não ter regras | Se você já leu o livro sobre a cultura da Netflix, sabe: essa frase vem direto de lá. E, embora fale de cultura organizacional, acreditamos que ela ajuda a explicar muito bem o momento que o marketing está vivendo. | O livro mostra que o verdadeiro diferencial da Netflix nunca foi o algoritmo, o streaming ou as séries originais. Foi a cultura. | Uma cultura baseada em liberdade com responsabilidade, poucas regras, muito contexto e um core extremamente claro. Foi isso que permitiu à empresa agir rápido, pensar fora da curva e se reinventar tantas vezes sem perder identidade. |
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| Quando se olha para o marketing em 2025, o paralelo é inevitável. De um lado, muitas marcas se afogando em trendsurfing, formatos copiados e na eterna “oportunidade da semana”. Do outro, as que realmente se destacaram foram aquelas com um núcleo forte o suficiente para não precisar correr atrás de tudo. Assim como na Netflix, menos controle e mais clareza geraram mais velocidade, não menos. | A lógica da densidade de talento também ficou evidente. Em vez de grandes estruturas, venceram times pequenos, criativos e afiados dentro dos seus próprios ecossistemas. Não ganhou quem fez mais peças, mas quem teve ideias melhores, mais bem interpretadas e mais humanas. Porque gente mediana dilui narrativa. Gente boa cria significado. | O princípio do feedback direto, o candor radical da Netflix, apareceu na forma como o público passou a responder às marcas. Comentários, DMs, críticas públicas e respostas rápidas viraram parte do produto. Social listening nunca foi tão importante. Porque, no fim, marca é o que as pessoas dizem quando você não está na sala. E isso exige coragem para ouvir verdades desconfortáveis, e ajustar rápido. | A eliminação da burocracia também foi um sinal claro do ano. Campanhas longas, processos infinitos e aprovações em cadeia perderam força. O que funcionou foi agilidade com critério. Não improviso vazio, mas decisão rápida sustentada por contexto. Exatamente como a Netflix descreve: menos regras, mais responsabilidade. A Poppi é um bom exemplo disso: uma base sólida de marca, e o resto joga o jogo — veja a forma como a fundadora pensa aqui. | E talvez o ponto mais importante: liderar com contexto, não com controle. As marcas que funcionaram em 2025 foram as que tinham um ponto de vista claro — um P.O.V, como gostamos de chamar. Um core criativo tão bem definido que qualquer formato, seja vídeo, post, PR ou resposta, soava coerente. Não precisavam explicar demais. A mensagem se sustentava sozinha. | No fundo, o que esse livro registra tão bem é que, no fim, a regra é não ter regra. É confiar na inteligência das pessoas que você escolhe para compor a sua marca. | Talvez também seja sobre tratar as trends como pequenos momentos de diversão. Elas não são excludentes, mas não podem ser direção estratégica. | Menos formatos copiados no feed. Mais originalidade. Foi isso que fez Arthur Paek se destacar. Mais essência. Mais emoção. Mais proximidade (alô, Virgínia). Mais histórias que as pessoas queiram repetir. | 🍝 Lembra do Guia Michelin, criado quando a França tinha menos de 3 mil carros e a marca precisava fazer as pessoas saírem de casa? 🎅🏻 Lembra da Coca-Cola, que ajudou a moldar o imaginário do Natal? 🪞 Da Dove, que mudou a forma como mulheres se enxergam ao trocar perfeição por real? 🫵🏻 Da Nike, que vendeu a ideia radical de que você pode? |
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| | Essas marcas venceram porque tinham um core tão forte, assim como a Netflix, que o resto fluiu. E quando a história é boa, ela não precisa ser empurrada. Ela circula. Talvez seja hora de revisitarmos o icônico TED Talk do Simon Sinek, The Golden Circle. |
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| Por isso, a intenção deste texto não é ser apenas mais um relatório de tendências ou previsões para 2026. Já existem muitos, e eles não deixam de ser verdade. O próximo ano, sem dúvida, será cheio de novidades. | Mas, em meio à abundância de tendências, talvez a pergunta mais importante não seja o que vem a seguir, e sim o que permanece. E talvez, para responder isso, seja preciso começar por outra pergunta: o que você gostaria que uma marca fizesse por você no próximo ano? |
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| Para nós, gostaríamos que elas fossem mais presentes. Mais humanas. Mais intencionais. Mais constantes e disciplinadas. Mais regenerativas. Mais engraçadas. Mais amigas. Mais responsáveis. | E sim, isso também poderia soar como uma boa resolução pessoal de fim de ano. Porque, no fim do dia, marcas são pessoas. Um conjunto de pessoas, histórias, decisões e relações em movimento. Uma organização viva. | Talvez o verdadeiro compromisso aqui seja não esquecer isso. Porque quando marcas se lembram que são feitas de pessoas para pessoas, elas deixam de apenas ocupar espaço e passam a criar vínculo. De nós, para nós. | Para 2026, nós desejamos estar mais conectados. De verdade. | Porque talvez o marketing do futuro não seja sobre chamar mais atenção, mas sobre ser uma das poucas coisas das quais você não sente vontade de fugir. | Obrigada por esse ano. 2026 tem tudo para ser ainda melhor. | — |
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| | ANOTA ESSA |  | (imagem: pinterest) |
| Você entra na sala com o pitch pronto: slides lindos, dados e gráficos na tela, apresentação ensaiada, tudo no lugar. Aí chega o CMO de uma das maiores empresas do mundo, senta para ver sua apresentação… de costas para os slides. | Você até tenta avisar: assim você não vai conseguir ver. Mas ele não reage. | No meio da apresentação, você entende: aquilo foi intencional. | Porque ali o PowerPoint não era o protagonista. Os slides estavam só como apoio, quase uma nota de rodapé. O que realmente importava era outra coisa: a história fazia sentido por si só? A ideia sobreviveria sem os slides? | E ali vem um aprendizado que não está escrito no deck. Quando a história é boa, ela não precisa ser apresentada. Ela é ouvida, sentida e lembrada. E quando é facilmente compreendida, é facilmente contada. | Essa é uma história desse livro aqui, que reforça: quem conta histórias, faz história. Fica a sugestão de leitura para o fim do ano. Afinal, 2026 será ainda mais marcado pela IA, e cabe a nós usá-la para elevar, e não apagar, o que é real. | — |
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| | | | TRENDING NOW | | UMA PRESSA | A de pular para o próximo vídeo. Aqui você confere 15 curiosidades legais de marcas em apenas um minuto. |
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| | UMA MEMÓRIA | Relembre quando o Facebook fez uma campanha com o conceito de privacidade aqui. |
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| | LAST WEEK POLL RESULT: | Na sua opinião, qual foi o pior rebranding do ano? HBO ficou em primeiro lugar com 41% e Domino's em segundo com 29%. |
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| “O HBO ganha disparado, eles tentaram forçar guela abaixo a idea que o nome MAX era bom, mas quando algo já vira parte da rotina (assim como o nome HBO) é quase impossível mudar a percepção das pessoas. O grande problema nos rebrandings não está na identidade visual e sim na comunicação! As marcas do “dia para a noite” querem abraçar uma nova parcela de mercado, mudando a comunicação de A para Z e querem que o público entenda isso. Mas no fim do dia quem tenta abraçar todo mundo acaba não alcançando ninguém, e pior ainda, acaba deixando de lado o seu público já consolidado. Como foi o caso da Jaguar. ” | “Mudou totalmente a personalidade da marca, além de haver uma mudança de nome” | — |
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