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BOM DIA. |
O Google já matou 299 produtos, e você pode ver todos eles aqui. |
Lembre disso da próxima vez que estiver com medo de testar uma nova ideia. Se ela está alinhada ao seu posicionamento de marca, por que não? |
Como já dizia Obama: “Você não precisa ter 100% de certeza nas grandes decisões. Chegue a 51% — e, quando chegar lá, decida e fique em paz com o fato de que tomou a decisão com base nas informações que tinha.” |
Bora pra mais uma edição. |
Na edição de hoje, vamos falar sobre a nova aposta das marcas em social, fazer um deep dive no que está acontecendo na indústria de marketing — e, claro, passar pelas campanhas e marcas em destaque na última semana. 📲 Clique aqui pra compartilhar essa newsletter com um amigo, rende conversa. |
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ANOTA ESSA | Já que amanhã é feriado, aqui vai uma listinha do que vale consumir: | 👂🏻 Para escutar: Se você quer aprender mais sobre como criar uma boa relação entre marca e creator, vale a pena escutar esse podcast. | 📚 Para ler: Marketing é sobre saber vender a sua ideia para o mundo. Esse livro traz boas técnicas de persuasão. 10/10. | ▶️ Para brincar: Teste essa nova inteligência artificial se você é um profissional de marketing. |
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TRIVIA OF THE WEEK | ⏰ Você reconhece essas marcas só pelos elementos? Dica: são 4 brasileiras. | | (Continue rolando para ver a resposta) | — |
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RESUMO DA SEMANA |
Hot takes pelo 🌎 |
💭 O fim do paradoxo da escolha? Quantas vezes você já não abriu a Netflix e não sabia o que assistir… ou o iFood e não sabia o que pedir? Bom, a Starbucks quer acabar com esse sentimento. A marca anunciou uma parceria com o ChatGPT para ajudar os clientes a escolher o que pedir. Porque, no fim, você raramente começa pelo cardápio — começa pelo sentimento. “Quero algo doce, gelado e diferente…” E é justamente aí que entra a IA: traduzindo essa sensação em produto. A compra conversacional é a mais nova tendência das marcas — e os números já começam a justificar. Outras marcas já estão testando: Walmart, Etsy, Booking e Macy’s — que viu um aumento de 400% no gasto de clientes que usam IA. |
⚽️ O que dá pra aprender com a Airbnb na Copa? A empresa é apoiadora oficial da FIFA, mas tem um detalhe: justamente nas cidades mais estratégicas, o modelo clássico dela não funciona. Em Nova York, por exemplo, não dá pra alugar por menos de 30 dias. Pra não perder a demanda, ela mudou o jogo. Vai começar a listar hotéis dentro da plataforma — com curadoria alinhada ao que a marca preza — e, ao mesmo tempo, aproveitou o momento pra aumentar a oferta: lançou o maior programa de incentivo a anfitriões da sua história, com recompensas e uma calculadora pra mostrar quanto dá pra ganhar alugando na Copa. E não para por aí, escuta o nosso podcast amanhã para saber mais. |
🔥 A Gen Alpha compra mais em loja física? Uma nova pesquisa indica que, por enquanto, eles demonstram uma forte preferência por experiências físicas, com 73% preferindo lojas ao online. Esses são os comportamentos que explicam o porquê: (1) A loja como "terceiro espaço" social. Ela vira um ponto de encontro para essa geração, que busca socializar, criar memórias e ganhar social currency. (2) O desejo nasce no online, mas se resolve no físico. Eles descobrem no TikTok, salvam no Instagram… mas vão até a loja para tocar, testar e viver aquilo. (3) Experiência > produto. Café, DJ, eventos, ativações. A loja deixa de vender só produto, e passa a vender tempo + experiência. (4) A relação com marcas começa mais cedo. |
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BIG STORY |
Nova aposta das marcas em social: Fan Pages |
Na prática, funciona assim: a marca encontra um creator com match e cria, junto com ele, uma nova página nas redes sociais. O creator toca essa página seguindo o posicionamento da marca, mas com uma pegada muito mais nativa. |
🔎 Zoom out: hoje, número de seguidores não dita mais distribuição. Grande parte dos algoritmos é baseada em interesse, permitindo que contas nichadas viralizem rapidamente. |
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Enquanto isso, muitas marcas ainda seguem uma abordagem tradicional, espremendo todas as mensagens em uma única conta oficial, muitas vezes engessada por diretrizes corporativas e regras rígidas de tom de voz. |
Aqui, a lógica muda: A ideia passa a ser alcançar o público através de várias contas diferentes, cada uma falando com uma fatia específica da audiência. É quase como reinventar a lógica da TV para o social. |
Isso permite que a marca respire, e participe da cultura de forma mais natural, dentro de nichos e conversas reais. |
Vamos ver um exemplo na vida real… |
A Cousing Lab, uma creator-led growth agency, tem utilizado essa estratégia de “fan club” para algumas marcas. Veja só: |
 | A Arby’s, rede americana de fast food, tem cerca de 400 mil seguidores no perfil principal, e criou outra conta menor nessa linha para gerar mais views. |
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 | Já a Spirit Airlines lançou a “not a Spirit Airlines”. O quinto vídeo bateu 6 milhões de views com zero seguidores. |
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A lógica desses “fan clubs” é simples: fazer a marca falar na língua do fã, do consumidor, sem que ela precise sair do seu tom de voz na sua página oficial. Ela ativa interesses em comum, inside jokes… e consegue penetrar cultura, gerando conversa. |
OBS: esse movimento vai muito além de fan clubs. Já vemos marcas operando múltiplos perfis em social para alcançar audiências diferentes, “driblando” o algoritmo. |
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Essa estratégia acompanha para onde o mercado está olhando. Pequenos movimentos já indicam quais métricas devem ganhar mais relevância, entre elas: |
Mediana de views: mais importante do que um viral isolado é a consistência. A conta está performando bem toda semana? Não é à toa que as principais métricas do Instagram caminham para watch time e rewatch time. Qualidade dos comentários: bons comentários indicam que você encontrou a audiência certa, e isso tende a impactar cada vez mais a distribuição. Retenção + regra do screenshot: a pessoa assiste até o fim? Compartilha? Tira print para mandar para alguém? O fato do Instagram estudar usar print de tela como métrica de engajamento diz muito sobre isso.
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As fan pages ou múltiplos perfis de marcas ajudam marcas a conquistarem o que talvez não conseguiriam organicamente sozinhas. Mais importante: sabemos que marcas se constroem com comunidade e autenticidade, e, é exatamente disso que estamos falando aqui. |
Para começar pequeno: o Instagram vai permitir collabs com identidade compartilhada (como foto de perfil conjunta no feed). Teste com um creator, crie uma identidade que una vocês dois, e veja a aderência. Pode ser um bom começo. |
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TREND TO WATCH |
O marketing está se aproximando do que o futebol é pra gente? |
Calma lá, né. Também não é pra tanto. Mas olha esse movimento: quando uma marca solta uma campanha hoje, ela não fala mais só com o consumidor final. Ela alimenta uma nova camada da indústria: estrategistas, creators, influs e profissionais que analisam o mercado. |
É como se as marcas estivessem virando arenas e as pessoas não estivessem só sendo impactadas… estivessem assistindo. |
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Na prática: Se antes uma campanha era feita principalmente para o consumidor final, hoje ela não serve só pra isso. Ela também virou conteúdo para esse outro público. |
É como se cada campanha fosse um jogo: ela acontece, alguém pega um corte, comenta, analisa e transforma aquilo em conteúdo. E isso passa a ser consumido como entretenimento. |
A lógica é muito parecida com o futebol. O jogo é só uma parte, existe todo um ecossistema em volta. Não é à toa que o Cazé TV virou o que é hoje. |
E no marketing, parece que estamos vendo exatamente esse mesmo comportamento. Essas pessoas que analisam campanhas passam a ocupar esse papel, não como verdade absoluta, mas como uma camada relevante do consumo. |
Podemos até ir além aqui e dizer que isso não se limita ao marketing. Dá pra ver esse mesmo padrão em cultura pop, tecnologia, finanças… |
Para ilustrar como esse movimento vem ganhando força, um exemplo é o programa On Brand with Jimmy Fallon. Um reality que coloca times para executar campanhas para marcas, competindo entre si, sendo julgados ao vivo, com público e toda a estrutura voltada ao entretenimento de quem está consumindo. |
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Para nós, a oportunidade está na mesa. |
Se existe uma audiência que vai comentar sobre você de qualquer jeito, por que não jogar junto? Quando olhamos para o mercado, já vemos: |
Marcas contratando influenciadores e estrategistas não para criar campanhas, mas para comentar sobre elas (um exemplo aqui). Marcas e creatores fazendo vídeo de behind the scenes, que muitas vezes gera mais engajamento do que o próprio ad que custou 10x mais para produzir. Creatores se apropriando do formato de entretenimento, criando “fake campaigns” para marcas, com a finalidade de conteúdo que entretém (um exemplo aqui).
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O que queremos trazer aqui é que o marketing em si virou entretenimento — conteúdo sobre si mesmo. Existe a campanha (jogo) e existe tudo que acontece antes e depois dele. |
E isso está começando a se consolidar como quase uma nova indústria: um marketing que não é só visto, mas assistido, comentado e reinterpretado em escala. |
📝 Então, da próxima vez que soltar uma campanha, pense também em como atrair esses KOLs que nem vão consumir seu produto, mas vão certamente ser consumidores da sua campanha e responsáveis por amplificá-la. |
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BYTES TO BITE |
Um giro pelas últimas campanhas de destaque |
🦊 Hi Professor Fox. Dr. Squatch lança sua primeira campanha de desodorantes com Megan Fox, apostando em humor, entretenimento e educação sobre o produto. |
🎧 Arrepiou? A nova campanha do Spotify transforma a interrupção dos anúncios em tensão visual. Sentimos daqui. Veja só. |
🥅 Pelé ganha um rebranding. O IP do jogador agora mira expansão global, com um novo posicionamento baseado em três pilares: performance, cultura e legado. |
👟 Nike é cancelada. Esse OOH ao redor da Maratona de Boston gerou grande buzz nas redes, mas, após críticas por falta de inclusão, foi removido em menos de 24h. |
🚗 BYD transforma a nota fiscal da gasolina em mídia. Em uma nova ação, abasteceu mais de 200 carros a combustão por R$0,80 o litro. No final, além do valor pago, aparecia a mensagem mostrando que esse é o custo equivalente de rodar com um BYD elétrico. Vale conferir aqui. |
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TRENDING NOW | 🧴 Fragrance primers. Assim como existe primer para maquiagem, a nova trend são esses “pré-perfumes”, que prometem fazer a fragrância durar mais na pele. | 🌵 Veja a estratégia da 818, marca da Kendall Jenner, no social para o Coachella. Sucesso! | 🎧 Spotify cria dois novos formatos e muda como marcas aparecem na plataforma. Leia mais. | 🤔 Facebook quer acessar seu rolo da câmera para te sugerir conteúdos. Entenda aqui. |
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REPOSTA DO TRIVIA |
IFood, O Botícario, Oakberry & PetLove |
Quantas você acertou? Vote e veja o placar geral |
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O que você achou da edição de hoje?Depois conta pra gente o motivo |
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até segunda-feira que vem, byeeeeee! 👋🏻 |
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