| a gente vai ter que se entender | bom dia. tendências estão aqui para guiar, mas é a autenticidade que constrói legado. | uma fonte de inspiração para os seus conteúdos, estratégia e uma pitada de insights para sua marca. 💭 |
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| | | | LESSON OF THE WEEK | Todo grande mar tem seu maior peixe 🐠, e na última semana, o maior evento de marketing da América Latina — RD Summit — provou isso. Em três dias intensos, reuniu 21 mil pessoas por dia e contou com mais de 150 painéis estrelados por especialistas e grandes nomes do mercado. | Ao longo das próximas semanas, vamos trazer os destaques das palestras favoritas da nossa estagiária, e a escolha desta semana responde a uma pergunta instigante: | Você vai conseguir trabalhar com a Gen Z? | APRENDIZADOS DA PALESTRA DE DADO SCHNEIDER, CRIADOR DA CLARO | Você sabia que hoje temos 7 gerações trabalhando juntas? Cada uma traz suas ideias e culturas, moldadas em contextos diferentes, para um só projeto. E essa tendência só aumenta à medida que a população envelhece. | Nos últimos anos, esse convívio funcionou bem — até a chegada da Gen Z. A geração mais disruptiva desde o movimento hippie nos anos 60 democratizou o poder e virou as regras do mercado de cabeça para baixo. | Antes, o mercado era na vertical: quanto mais idade, mais poder. Hoje, com a internet, tudo se estrutura na horizontal. Novas fontes de informação substituíram a “sabedoria dos mais velhos”, trazendo uma distribuição de poder mais igualitária. | A Gen Z chegou com uma nova agenda, sem entender — e sem querer entender — o século XX. Eles vêm com menos necessidade de comprar a casa própria, ter uma carreira única ou buscar ascensão profissional tradicional. Vivem de forma mais "espiral", acumulando experiências. | E com isso, a diferenciação passou a ser feita por mentalidade, e não por idade. Nunca fez tanto sentido o termo “jovem idoso” (risos). | 👉🏻 No final, Dado deixa uma conclusão: “A gente vai ter que se entender.” Cabe à Gen Z conhecer o passado, enquanto as gerações anteriores precisam aceitar que as coisas mudaram e que se adaptar é essencial. Porque “mudar, hoje, é entender e aceitar o novo, mesmo sem gostar das mudanças.” |
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| E, com a experiência e sabedoria que os mais velhos têm, isso pode ser mais fácil para eles do que pensam. Por exemplo, sabemos que as melhores interações com o ChatGPT vêm dos melhores prompts, e quem tem mais repertório conversa melhor com IA. E esses, claro, são os mais velhos. Veja alguns destaques da palestra aqui. | | Quanto tempo vamos demorar para todos se entenderem? | | |
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| | | | COFFEE TALK | Fiquei pensando em como escrever mais um artigo de trends que não pareça mais do mesmo e a conclusão foi: acho que não consigo. | Tá cheio de gente muito melhor do que eu dizendo o quê e como fazer. Mas o que eu quero mesmo é te contar uns rolês errados que estão em alta e que você pode chamar de “5 anti-trends de branding pra 2025”, que se você apenas as evitar, já terá cumprido metade do seu planejamento e poupado boa parte do seu orçamento. | 5 anti-trends de branding pra 2025 | Por Thaís de Melo | A propósito da moda | Hoje, todo mundo quer ter um propósito. A marca decide apoiar uma causa só porque todo mundo está fazendo. Aí o discurso soa vazio e mais afasta do que aproxima. Ninguém precisa de mais uma marca defendendo coisas que nem ela mesma prática. O risco é que a própria campanha de propósito vire o maior símbolo da falta dele. | Os desinfluencers nossos de cada dia | Sabe aquela webcelebridade (que, sinceramente, nunca compraria aquele produto na vida real) promovendo uma escova de dentes ou um desinfetante? A audiência já tá vacinada. Usar influenciadores sem estratégia é só um o jeito mais rápido de gastar dinheiro e não ter retorno. Influência é construída e desenvolvida com quem tem alinhamento com a marca. | A Síndrome de Tati | O tom informal e os memes viraram os queridinhos das estratégias, mas nem todo mundo sabe usar. Lembra daquela personagem da Heloísa Perissé, a Tati?. Pois é. Se o posicionamento é formal, encontre seu próprio jeito de ser autêntico sem tentar imitar o Duolingo e a Netflix. Aliás, esse é um privilégio de pouquíssimas marcas. | Para de forçar a nostalgia! | Muitas marcas agora querem a valiosa atenção dos Millennials e da Geração Z. A nostalgia é um recurso emocional poderoso. Mas usada apenas como uma estética, sem conexão com a proposta de valor, o efeito é raso, diria até bobo. Visualmente interessante, mas a sinergia não rola. | As collabs que ninguém pediu | Tem parcerias que deixam a gente sem palavras. Eu nem preciso citar nomes aqui e pelo menos uma delas já veio à sua mente. Um grande descolamento entre público x marcas x produtos, e, no final, fica tudo com cara de mais do mesmo. | Acalma o coração (e o ppt também) | Tá todo mundo cansado de posicionamento vazio e discurso decorado. Bora ser genuíno, fazer bem feito e entregar o que a marca promete no banner do site. Já tá bom demais. | Por Thaís de Melo. Sou uma apaixonada por Branding, Comportamento de Consumo e tudo que envolve açúcar. |
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| | | | TREND TO WATCH | Já dizia Beyoncé | Parece que pretty hurts mesmo é no bolso da galera. A indústria global de bem-estar segue o seu crescimento ano pós-ano, e inclui a de beleza, que alcançou US$ 1,21 trilhão em 2023. | Em um mercado com tanta concorrência nacional e internacional, há algumas marcas que têm se destacado com estratégias inteligentes — para o bem e para o mal. Let's take a look. | | 🪩 Nem love song, nem Disney Channel… | A resposta é Rare Beauty. A Selena Gomez tem mais de 80% da sua fortuna advinda da sua marca, que possui 5 anos e 2 bilhões de dólares em valor. Esse resultado vem de algumas estratégias de sucesso, como a prática de lançar um produto de cada vez, o que maximiza o buzz e foco dos clientes em cada lançamento. Além disso, a escuta aos feedbacks dos clientes é ativa, alterando até embalagens para atender seus pedidos — isso conquista quem pede. | 🤞🏻Vendendo fiado? | Uma campanha da The Ordinary, marca americana de skincare, deixou seus clientes escolherem o preço que vão pagar pelo produto — o valor cheio, 23% ou 40%. Ao notar que seus clientes estavam sofrendo com a inflação, a ideia surge como uma forma de afirmar seu posicionamento em tornar o skincare acessível e gera uma reflexão sobre valor do bem e realidade financeira. | 💐 Nem tudo são flores… | Tem quem erre também. A Mascavo, marca da influencer Mari Saad, prometeu muito e entregou uma frustração danada, com as poucas opções de cores para pele oferecidas. O marketing de lançamento foi eficiente em colocar um holofote na grande crise relacionada a diversidade que estava por vir. Já dizia Olivetto: A pior coisa que um mau produto pode ter é boa propaganda. |
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| | | | FUN OF THE WEEK | Guess the celebrity | Creators têm investido em marcas próprias cada vez mais. E isso já tá mais do que claro, né? | 👉🏻 É benéfico para os dois lados: enquanto os influencers geram renda desvinculada ao seu nome, a marca ganha um marketing de influência vitalício para divulgação. Manu Cit e Guday, Bianca Andrade e Boca Rosa, Hailey e Rhode — esses são apenas alguns cases de sucesso. Essa estratégia parece recente, mas a verdade, é que não é novidade e acontece há muitas décadas. | Vamos trazer um exemplo de um pioneiro…. e você vai tentar acertar de quem estamos falando. | ☕ Nascido do interior de Minas e famoso por sua habilidade inigualável em sua área, fundou uma marca de um produto tradicional brasileiro, presente no cotidiano da população diariamente e consumido pelos leitores no dênius apenas sem açúcar. Se pegou, chute aqui. |
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| (Continue rolando para descobrir a resposta.) |
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| | | | BYTES TO BITE | Um giro pelas últimas campanhas de destaque | 🧘🏻♀️ 30s de paz. É isso que o Calm, app de meditação, proporcionou aos americanos durante a ansiedade da apuração das eleições. Compraram tempo de TV para acalmar o espectador. | 🍟 Mais batata grátis. Depois dos calvos, eleitores e nomes horripilantes, agora chegou a vez dos alunos que prestarem Enem receberem um brinde do BK. Será que eles estão usando demais essa estratégia, ou ainda funciona? Nos conte o que acha aqui. | ⚽️ Camisa de futebol sem escudo? O time do Fortaleza entrou em campo contra o Palmeiras com uma costura no lugar do escudo, homenageando mulheres que enfrentam o câncer de mama. | 🎁 The Rock e São Paulo FC? Pela semelhança do mascote do time com um personagem do novo filme Operação Natal, fizeram essa campanha específica para o lançamento no Brasil. | 🌲 Where's Wally? A Etsy, marketplace estadunidense, já está em clima de natal e soltou esse ad bem lúdico que personifica esse personagem conhecido. | 😋 Something Old: Na nova era do marketing sensorial, já percebeu que algumas marcas estão te deixando com fome de comer... a própria marca? Vem ver alguns exemplos que vão abrir o apetite. |
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| | | | TRENDING TOPICS OF THE WEEK | Marcas precisam seguir a cultura 🔥 | Para sempre ficarmos de olho nos principais assuntos abordados, deixamos aqui os que ficaram mais em alta segundo o Google Trends nesta última semana (top 5): | Eleições nos EUA 🇺🇸 Donald Trump 🕴🏻 UEFA (Campeonato de futebol) ⚽️ Lojas Americanas 🏬 Dólar Americano 💰
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| | | | Before 👋🏻 coisas que você precisa saber | 🌌 Turismo espacial? Só para os poucos e afortunados. A VAST anunciou a primeira estação espacial comercial para 2025, com uma estadia de luxo a 2.000 km de altitude, acomodando até 4 hóspedes por 30 dias. Com conforto total: edredom inflável, materiais finos e vista única. | 👚 Será que a resposta para o próximo hit está na conversa dos seus consumidores? Caçando o moletom perfeito, Julia Huynh viralizou e chamou a atenção da Gap, que transformou sua busca em uma collab: um moletom desenhado sob medida para todos os requisitos de Julia. | 🔄 Será que impérios sempre encontram caminho de volta ao topo? Nos anos 2000, a Daslu foi o templo do luxo brasileiro. Agora, sob a direção da Mitre Realty, a marca ressurge, começando com um empreendimento residencial e planos para produtos e experiências exclusivas. |
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| | | | RESPOSTA DA CHARADA | Café Pelé. O jogador, nascido em Três Corações, cidade mineira produtora de café, fundou a marca em 1970, e foi responsável por ajudar a propagar o consumo do produto pelo mundo com o slogan “From Brasil to your cup”. Até falsificação da embalagem para exportação rolou, acredita? Era uma iguaria, e existe até hoje, apesar de ter sido comprada por uma grande empresa em 2017. Aqui e aqui você confere dois anúncios da marca. |
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