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BOM DIA. |
esse novo app está transformando compra em entretenimento ao vivo. |
na Whatnot, vendedores entram em live mostrando produtos enquanto centenas de pessoas disputam em leilões que duram poucos segundos. o preço sobe em tempo real, o chat pipoca e basta um swipe para dar o próximo lance. |
e ainda existem os “breaks”: você compra uma parte de uma caixa fechada de cards e só descobre ao vivo o que levou, pode ser algo comum ou um item valioso. |
é e-commerce misturado com live, competição, FOMO e recompensa surpresa. crazy. |
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🏕️ OpenAI fez seu primeiro brand trip. A marca levou 30 influenciadores, em formato de summer camp, para um resort no Hudson Valley, com diárias de mais de US$ 2 mil, para uma experiência com jantares, workshops, pintura, apicultura e aulas sobre os produtos da OpenAI. E deu treta… Quem acompanhou percebeu que os conteúdos pareciam muito mais uma viagem de luxo do que a experiência educacional. Em um momento em que a empresa enfrenta críticas sobre impacto ambiental, empregos e data centers, o contraste pegou mal, e os creators acabaram recebendo uma enxurrada de comentários negativos. Veja só. |
🎓 A escola de US$ 75 mil que está substituindo professores por IA. Na Alpha School, os alunos passam cerca de duas horas por dia aprendendo matérias tradicionais por meio de um software que adapta conteúdo e ritmo individualmente. O restante do dia é dedicado a empreendedorismo, liderança e outras life skills. No lugar de professores, entram “guides”, responsáveis por orientar e motivar os alunos. A cofundadora MacKenzie Price virou creator da própria tese educacional, usando conteúdo para vender não só uma escola, mas a ideia de que o modelo tradicional de ensino ficou ultrapassado. |
🤖 A TIME está criando uma segunda versão do seu site só para bots de IA. Enquanto humanos recebem a página normal, crawlers recebem uma versão em markdown, muito mais leve e pensada para ser facilmente lida por modelos. E a monetização é a parte mais interessante: nessas páginas, a TIME começou a inserir conteúdo patrocinado que humanos nunca veem. Marcas aparecem em FAQs escritas quase como perguntas feitas a um chatbot, e cada acesso de um bot vira uma impressão, o sistema chega até a contabilizar os tokens consumidos. Estamos vendo o começo de uma segunda internet: construída não para humanos, mas para ser lida por IA. |
📱 O The Daily Show está entrando na febre dos microdramas. O programa vai lançar sua primeira série vertical, com episódios curtos, feitos para celular e cheio de cliffhangers, só que usando o formato para satirizar política, bilionários e IA. A trama acompanha dois bilionários da tecnologia disputando para criar um presidente de IA enquanto competem pelo amor da filha do presidente. A aposta mostra como os microdramas, que nasceram em apps como ReelShort e DramaBox, estão deixando de ser nicho e virando formato para grandes franquias de entretenimento. Leia mais sobre aqui. |
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RECADO DO TIME |
Você já quis ter um desse? |
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Lembra dos Mamíferos da Parmalat? Essa campanha que virou febre nos anos 90 e colocou bichinhos de pelúcia na casa de mais de 30 milhões de brasileiros. A mesma mente por trás dela também criou o jingle Pipoca com Guaraná, aposto que a melodia já voltou à sua cabeça agora. |
Esse criador é Nizan Guanaes, um dos nomes mais influentes da publicidade brasileira, responsável por campanhas que marcaram gerações e moldaram a forma como o país se relaciona com marcas até hoje. |
E ele tem muitas outras campanhas e ideias criativas guardadas. Mas essas você só vai poder ouvir de perto no palco do Seis&Seis, porque o Nizan estará lá. Garanta seu lugar aqui. |
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2 mil empresas chinesas podem chegar ao Brasil. A sua marca está safe? |
 | Imagem: Fox Nation |
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R$ 356 milhões. É quanto os brasileiros gastaram por dia em plataformas asiáticas em 2025 — Shopee, Shein, TikTok Shop, Temu e AliExpress. Por dia. |
Só que isso vai muito além de a China vender produtos baratos para o Brasil. Esse número nos ajuda a enxergar um movimento maior: uma relação que está deixando de ser só sobre importação e passando a envolver capital, fábricas, plataformas e um modelo de consumo que começa a reescrever o comportamento do brasileiro. |
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E, se parar para pensar, já estamos vendo isso na nossa frente. |
Existem cerca de 15 marcas chinesas de carros à venda no Brasil. A Meituan anunciou R$ 5,6 bilhões em investimentos ao longo de cinco anos para entrar no país e competir com o iFood. A Dongfeng estreia em agosto de 2026 com o DFM Box. E a lista continua crescendo…
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A mensagem aqui é que a China está exportando para cá, além de empresas e produtos, uma nova lógica de consumo. |
E, para entender o que pode acontecer por aqui, vale olharmos para o consumidor chinês. Escolhemos algumas das principais plataformas para aprender com elas. |
💬 Começando pelo WeChat. |
São 1,3 bilhão de usuários mensais, mais de 360 minutos por dia dentro do app e um ecossistema com 7 milhões de mini apps vivendo dentro da plataforma, que permitem desde pedir comida até acessar serviços do governo. |
O insight comportamental é: não existe “fora do app”. Quanto mais coisas acontecem dentro do mesmo ambiente, mais dados sobre comportamento, intenção e consumo aquela plataforma acumula. |
🎵 Depois vem o Douyin, AKA o TikTok chinês. |
A ideia inicial era construir uma plataforma financeira, mas a ByteDance entendeu rápido que, antes de ter clientes, precisava ter audiência. Foi aí que entrou no entretenimento com vídeos curtos. |
Em 2021, lançou o Douyin Pay integrado ao feed: você assiste a um vídeo → vê um produto → compra em segundos → paga sem sair do app. |
E a ferramenta de live commerce logo se mostrou uma máquina de vendas, e hoje cerca de 40% do e-commerce do Douyin já passa por lives. |
O ponto aqui é importante: o TikTok que conhecemos no Brasil ainda é uma versão muito menor desse ecossistema. A chegada do TikTok Shop é justamente uma tentativa de exportar parte dessa lógica para outros mercados. |
🎮 E a terceira é a Pinduoduo. |
Uma das plataformas que mais cresceu na China nos últimos anos. O seu segredo é transformar a busca por desconto em um jogo com dopamina. |
Algumas mecanicas que usam: group buying para comprar com desconhecidos e pagar menos, check-in diário para acumular pontos, minijogos, flash deals, roletas e cupons. |
O insight comportamental aqui é: o consumidor da Pinduoduo não simplesmente “pesquisa e compra”. Ele joga e ganha. O ato de comprar virou entretenimento. |
O que isso pode mudar no comportamento do consumidor brasileiro? |
Preço como critério único — As plataformas chinesas educaram o consumidor brasileiro a comparar TUDO com o preço mais baixo possível. Isso cria uma pressão deflacionária sobre qualquer varejista local. Descoberta dentro do entretenimento — A lógica do TikTok Shop é: você não foi comprar, você estava vendo vídeo, e comprou. O funil de marketing tradicional (awareness → consideração → decisão) foi comprimido para segundos. Volume e variedade como valor — Shein lança entre 2.000 e 10.000 SKUs por dia. O consumidor acostumado com isso passa a ver qualquer varejista com 300 opções como “limitado”. Live como canal de vendas — O brasileiro começou a comprar ao vivo. Ainda tímido comparado à China, mas crescendo. A chegada do TikTok Shop acelerou. Gamificação da compra — As mecânicas de Shopee (missões diárias, moedas, check-in) já estão presentes no Brasil e treinaram parte da base a esperar recompensas por engajamento.
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O cenário com o qual possivelmente vamos nos deparar é de setores em que a vantagem é estrutural e dificilmente reversível: eletrônicos de consumo (Xiaomi, Lenovo), veículos elétricos (BYD, Omoda), moda fast-fashion (Shein) e infraestrutura (energia elétrica e telecomunicações). |
Nesses casos, a integração vertical da cadeia produtiva cria um custo que o Brasil não consegue replicar. Preço, escala, velocidade de produção e variedade provavelmente são uma briga difícil de ganhar. |
Mas existe um território que a China não domina e provavelmente nunca vai dominar da mesma forma. |
Porque, se tudo o que ela produz é white label que compete por preço, o que ela não compra é cultura, relacionamento, pertencimento, confiança, comunidade, relevância local. Marca. |
Esses são os ativos que não têm fábrica na China. E, se ela vende produto, você pode vender identidade. E talvez esteja justamente aí a fortaleza das empresas brasileiras. |
What the takeaway? |
A China enxerga o Brasil como uma das maiores apostas do mundo nos próximos anos. Os R$ 27 bilhões são só o que está no papel agora, a projeção fala em R$ 200 bilhões até 2030. E conforme ela instala empresas, plataformas e hábitos aqui, o comportamento do consumidor brasileiro vai acumulando similaridades com o que já existe lá. |
Para as marcas, há dois movimentos possíveis. |
O primeiro é aprender com o playbook chinês: gamificação, live commerce, discovery dentro do entretenimento, mecânicas que criam hábito de retorno. Não precisa ir para a China para implementar. |
O segundo é uma pergunta que merece ficar aberta: preço você nunca vai ganhar deles. Então o que sobra é a marca e a relevância cultural que você tem. Dá para se juntar a uma delas e unir potências? Dá para investir em marca agora, antes que a disputa seja só por margem? |
A China não está chegando. Ela já chegou. A questão é o que você vai fazer enquanto o jogo ainda tem regras que você conhece. |
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Um giro pelas últimas campanhas de destaque |
🚗 Hater vs. BYD Song Pro. Adoramos ver a marca chinesa lançando um novo carro no Brasil com uma campanha que é a cara do brasileiro. Parabéns, BYD! |
☀️ Trending now: fugir do calor. Com as heat waves na Europa, marcas estão criando ativações para refrescar consumidores. Em Londres, a Minus 196 criou um bar pop-up refrigerado para experimentar a vodka soda em um ambiente gelado. Pega essa inspo. |
📺 A Netflix literalmente colocou um homem para morar dentro do seu OOH. Creepy… e sensacional. Veja com seus olhos. |
🥑 Guacamole que paga seu aluguel. A Taco Bell pegou a velha piada de que millennials não conseguem comprar casa porque gastam dinheiro com avocado toast e entrou com essa campanha: compre qualquer item com guacamole e concorra a até um ano de aluguel pago. |
🕶️ Em plena febre dos óculos com IA, a DuckDuckGo lançou os “Normal Fing Sunglasses”. A piada sobre privacidade funcionou, os óculos de US$ 35 esgotaram em menos de 1 semana. |
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|  | | 71K likes & 2,155 comments iamtucks | my fingers hurt but i’m making friends". | | Add a comment... |  |
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