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BOM DIA. |
Você consegue imaginar um futuro em que a automação elimina 80% dos empregos e os humanos passam a gerar energia para alimentar a própria IA em academias chamadas “Energym”? |
Nesse vídeo, a AiCandy, startup belga de geração de vídeo com IA, cria uma sátira em que versões envelhecidas de Elon Musk, Sam Altman e Jeff Bezos aparecem como fundadores do sistema, ironizando a corrida pela IA. O filme foi criado para demonstrar o poder da geração de vídeo com IA… e acabou viralizando. Vale assistir. |
PS: Boa viagem a todos que estão indo ao SXSW. |
💭 uma fonte de inspiração para os seus conteúdos, estratégia e uma pitada de insights para a sua marca. |
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ANOTA ESSA | O que é mais eficiente: digital ou OOH? | A combinação dos dois. Segundo pesquisas, campanhas que integram Digital + OOH são 40% mais efetivas do que quando usadas isoladamente (Nielsen). E o motivo está no comportamento após o impacto do OOH: | 💡 40% das pessoas pesquisam a marca depois de ver a campanha e 37% passam a seguir a marca nas redes sociais. (Kantar) |
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| É por isso que a Eletromídia criou o Aqui Ads, uma plataforma self-service que permite planejar e veicular campanhas em OOH de forma acessível para pequenas e médias empresas. A gente já usou, aprovou e te convida a testar o Aqui Ads também. Potencialize sua veiculação aqui. | Apresentado por Aqui Ads* |
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POLL OF THE WEEK | Toguro virou VP de Comunicação da Rappi Brasil sem sair do cargo de Head de Marketing da Cimed. | O que você achou? | | (Continue rolando para ver os resultados do poll da semana passada) | — |
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RESUMO DA SEMANA |
Hot takes pelo 🌎 |
👊🏻 Anthropic vs. Pentágono = Ban Bump. O Pentágono colocou a Anthropic na lista de risco após um conflito sobre o uso do chatbot Claude em aplicações militares. A empresa proibiu aplicações como armas autônomas ou vigilância em massa e acabou banida de contratos do governo. O que parecia punição virou o oposto: o Claude virou o app mais baixado dos EUA, as assinaturas corporativas quadruplicaram neste ano e a marca ganhou status cool. Isso nos lembra: ética também pode ser vantagem competitiva, e princípios geram valor econômico. |
Ⓜ️ Um meme do Reddit virou a melhor campanha do LA Metro. O LA Metro anunciou três novas estações da linha D em Los Angeles e publicou um vídeo nas redes sociais que ultrapassou 1 milhão de views. Uma hora depois, lançou uma camiseta com a frase “Ride the D”, inspirada em um meme do Reddit. A peça viralizou: vendeu o equivalente a um ano de vendas em menos de 24 horas e apareceu até no programa Late Night with Seth Meyers. |
🏎️ A maior empresa de streaming de esporte do mundo é a F1. A nova temporada começou ontem, estabelecendo-se não mais como um simples negócio de corridas, mas como uma plataforma global de mídia e assinatura. Streaming próprio (F1 TV), direitos de longo prazo e franquias que hoje custam US$ 450 M para entrar. Desde que assumiu, a Liberty Media mostrou entender algo poderoso: conteúdo cria desejo antes da busca existir. |
🍦 David Protein strikes again. O Expo West é a maior feira de produtos naturais do mundo, o momento em que marcas da categoria anunciam novidades. O problema? É tanta coisa que fica difícil se destacar. A David Protein resolveu fazer diferente: espalhou caminhões pela cidade promovendo um sorvete com 30g de proteína, ~260 calorias e apenas 2g de açúcar — um produto que nem existe ainda. As pessoas começaram a “descobrir”, fotografar e postar, gerando conversa e mídia orgânica. |
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BIG STORY |
Sexo, Status ou Segurança: toda marca deveria vender pelo menos um deles |
Se você está aqui, de alguma forma provavelmente acompanha comportamento humano. Afinal, é entendendo como as pessoas pensam e agem que as marcas conseguem fazer o que geralmente querem: vender. |
Com plataformas, algoritmos e tendências mudando o tempo todo, isso nunca foi tão desafiador. Com tanta mudança, vale a pergunta: existe algum comportamento humano que nunca muda? |
Uma possível leitura é que grande parte do consumo ainda gira em torno de três instintos fundamentais: sexo, status e segurança. |
🔎 Zoom out: Essa ideia aparece na economia comportamental: produtos não são apenas objetos funcionais. Eles também funcionam como sinais sociais, comunicando quem somos ou quem gostaríamos de ser. |
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O professor e autor Scott Galloway usa uma lógica parecida para explicar como empresas bilionárias constroem suas estratégias. Segundo ele, elas miram em três “órgãos irracionais” do comportamento humano: 🧠 o cérebro ❤️ o coração 🔥 os instintos sexuais |
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O valor está justamente em transformar esses impulsos humanos em modelos de negócio. E nesse Ted Talk aqui ele mostrar como Amazon, Apple, Facebook e Google fizeram isso. |
Uma forma simples de olhar para essa lógica é a seguinte: |
1. Segurança: a ideia de vender previsibilidade |
“Meus filhos vão ficar bem?” |
Grande parte das marcas que atuam nesse território promete exatamente isso: reduzir a incerteza do mundo, ativando um dos instintos humanos mais básicos: sobrevivência. |
O Google é um bom exemplo. Estima-se que 1 em cada 6 buscas feitas na plataforma nunca tenha sido feita antes. Em outras palavras, recorremos a plataforma para responder dúvidas que muitas vezes carregam ansiedade ou incerteza. Em troca, ele nos entrega: segurança cognitiva. |
Outras marcas fazem algo parecido: Johnson & Johnson vende proteção e saúde. Danone vende nutrição. Todas exploram o mesmo gatilho: segurança. |
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2. Sexo: vender desejo |
Depois que nossas necessidades básicas de segurança estão atendidas, entra em cena outro instinto: atração. |
Esse impulso está ligado à seleção de parceiros, sinalizar qualidades que aumentam as chances de atrair alguém. Por isso aparece com força em produtos premium, justamente por comunicarem atributos historicamente valorizados na escolha de parceiros: |
💇🏻♀️ beleza 🧠 inteligência 💎 bom gosto 📱 recursos… |
A Apple é um exemplo clássico. Durante anos, o iPhone representou menos de 20% do mercado global de smartphones, mas capturou mais de 90% dos lucros da indústria. |
O produto não vende apenas tecnologia. Ele comunica desejo, gosto e status cultural. |
Esse mesmo gatilho aparece em campanhas recentes. Quando a American Eagle lançou uma campanha com Sydney Sweeney, a ação gerou 40 bi de impressões e trouxe cerca de 700 mil novos clientes para a marca. O que estava sendo explorado ali era algo simples: desejo e atração. |
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3. Status: vender influência e poder. |
Aqui está ligado a sua capacidade de prover e proteger. Demonstrar poder ou influência envia um sinal ao grupo social: essa pessoa tem valor dentro da tribo. |
O Facebook construiu um império explorando exatamente esse instinto. |
A plataforma conecta pessoas — mas também cria um ambiente onde constantemente avaliamos nosso valor social. Curtidas, comentários e seguidores funcionam como sinais de aprovação. Quem tem mais atenção, tem mais status digital. |
| O mesmo acontece em redes como Instagram, LinkedIn e TikTok, onde visibilidade virou uma nova forma de capital social. Marcas que exploram esse território vendem algo que pode ser intangível, mas extremamente poderoso: influência. |
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O ponto central… |
Mesmo em um mercado cheio de novidades — IA, creators, novas plataformas — esses instintos humanos continuam os mesmos. |
No fundo, empresas e campanhas bem-sucedidas exploram algo simples: a promessa de ser desejado, ter influência ou se sentir seguro. Talvez essa seja uma das poucas verdades constantes do marketing. |
A pergunta que fica é: qual desses três você está vendendo? |
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COFFEE TALK - COLUNA DA SEMANA |
O novo jogo, até então silencioso, nos bastidores das multinacionais. |
Imagine a cena: você pergunta ao ChatGPT qual é o melhor protetor solar para pele sensível. A resposta vem com algumas marcas, uma explicação aqui, um “muito recomendado” ali. |
Parece aleatório, né? Spoiler: não é. |
Na verdade, essa pequena hierarquia dentro de uma resposta de IA virou um novo território de guerra corporativa. Em 2026, multinacionais descobriram que a próxima disputa de marketing não é só aparecer no Google ou torcer para o algoritmo do Instagram ou do TikTok te note. |
O novo objetivo é mais específico: garantir que a IA recomende o seu produto. |
“Qual é o melhor café sustentável?”, “Qual é o melhor shampoo para cabelo seco?”, “Qual é o notebook que mais vale a pena?” |
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Se a resposta da inteligência artifical mencionar sua marca, parabéns, você atingiu o que toda multinacional quer atingir nesse exato momento. |
Esse movimento já ganhou até nome: GEO, Generative Engine Optimization, ou o “SEO das IAs”. |
Mas eu, particularmente, prefiro chamar de: a nova fronteira do marketing que ninguém pediu, mas todo mundo vai ter que atravessar. |
A questão é: como convencer uma IA a citar sua marca? |
A lógica é simples. As IAs são treinadas com dados públicos — artigos, reviews, redes sociais e publicações especializadas. Ou seja, para aparecer nas respostas da IA, sua marca precisa aparecer em todo o resto primeiro. |
Mais reviews positivas e provas sociais confiáveis Mais comparativos técnicos Mais menções em publicações relevantes Mais conteúdo comparativo com a concorrência
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Em outras palavras, a grande batalha aqui será alimentar a internet para disputar algo que continua o mesmo: autoridade digital. No fundo, é marketing tradicional com um novo objetivo. |
✏️ Uma dica prática: produza conteúdos que respondam exatamente às perguntas que as IAs recebem. Por exemplo: O QUE é o produto COMO ele funciona QUANDO foi lançado ONDE encontrá-lo QUEM já falou sobre ele |
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Empresas como Nestlé, Unilever e Procter & Gamble já estão mapeando quais IAs seus consumidores usam, que perguntas fazem e quais marcas aparecem nas respostas. |
Mas uma coisa é fato: quem começar a trabalhar GEO agora pode ocupar as primeiras recomendações. Quem ignorar a tendência pode descobrir, em pouco tempo, que seus concorrentes já dominam esse novo jogo. E recuperar espaço ali pode ser muito mais difícil do que subir posições no Google. |
Porque a próxima disputa do marketing não acontece apenas nos feeds ou nos buscadores. Ela acontece também nas respostas de uma máquina que muita gente ainda acredita ser imparcial. |
Bem-vindo a 2026. Clique aqui para deep dive no assunto. |
Muito prazer! Essa coluna for escrita por mim, Giulia Beatriz Roveri, analista sênior de marketing de algumas das marcas mais amadas do país — Havaianas, iFood e Disney — e também criadora de conteúdo à frente do Marketalizando. |
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BYTES TO BITE |
Um giro pelas últimas campanhas de destaque |
💜 O Nubank fechou o naming rights do novo estádio do Inter Miami, o Nu Stadium, e estampará a camisa do time. Mais que patrocínio, é estratégia de entrada no mercado americano via futebol. |
🏃🏻 Antes vs. depois. A gente logo associa a emagrecer, né? A ASICS pegou esse momento clássico e deu um novo significado para ele nessa campanha. |
🧺 O que tem na sua cesta? A Tesco não quer mais ser vista só como supermercado, mas como um apoio prático no dia a dia, de preço a conveniência.. E levou essa ideia para as ruas. |
❓Pela primeira vez em 56 anos, a NPR trocou seu logo pelas perguntas “How”, “Who” e “Why” — lembrando que toda grande história começa com curiosidade. Check out. |
🪥 Você escovaria os dentes com Reese’s? A marca de chocolate lançou uma edição limitada de creme dental sabor manteiga de amendoim com a Hismile. Tudo pela relevância cultural. |
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TRENDING NOW | 📱A história não contada do nascimento do iPhone. Leia aqui. | 🥤 Coca-Cola que ajuda a emagrecer? No Japão existe uma versão da bebida com fibras que prometem bloquear parte da absorção de gordura e estimular o intestino. | 🫒 Quando estiver ficando sem ideias de conteúdo, é só olhar o que a Graza está fazendo aqui. | 🧐 Momentos pessoais viram mídia. Pode ter sido só o casamento de Charles Leclerc, ou quase uma campanha da Ferrari. Afinal, todo o conteúdo do dia foi produzido pela sua agência criativa. |
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LAST WEEK POLL RESULT: | Como você prefere que construamos essa newsletter? 30.4% quer “mais temas, visão panorâmica com insights rápidos” e 27,2% que “mater como está.” |
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| “Gosto como está porque sinto que tenho um panorama geral e um aprofundamento maior em assunto com curadoria. | “Está realmente grande, poderia aprofundar mais sobre alguns dos melhores insights. E deixar o texto mais visualmente atrativo, escaneável, mais rápido de entender os pontos chaves para uma leitura matinal (no início do dia há um milhão de coisas para resolver).” | Obrigada pelos feedbacks! Vamos encurtar a partir da semana que vem. |
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até segunda-feira que vem, byeeeeee! 👋🏻 |
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