| | | share of vibe, conhece? | bom dia. o tempo de dominar conversas com mídia paga acabou. marcas que realmente ganham espaço cultural hoje são aquelas que criam histórias que as pessoas querem passar adiante — não porque foram pagas, mas porque foram tocadas. | uma fonte de inspiração para os seus conteúdos, estratégia e uma pitada de insights para sua marca. 💭 |
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| | | | TRENDING NOW | Entertain or die | Se a sua marca não entretém hoje, talvez nem devesse existir. É isso que define a construção de uma marca na era da economia da atenção. | O conceito é simples: a atenção do consumidor não é mais conquistada pela publicidade tradicional. Ela precisa ser ganha. E, para isso, o conteúdo precisa ser entretenimento, pois é isso que o público espera em troca do seu tempo e atenção. |
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| A linha entre publicidade e entretenimento ficou borrada. Em um cenário onde a atenção é um campo de batalha global, todas as marcas competem pela mesma coisa: a atenção do público. Onde agora, você não está apenas competindo com marcas do seu setor, mas com todos os criadores de conteúdo. Pois é, isso mesmo. | Então, estamos aqui para te ajudar a trazer o entretenimento de forma estratégica para a sua marca — porque, independente da categoria, ele é essencial. Ele cria uma conexão genuína e memorável com o público, destacando sua marca em um mercado saturado de mensagens publicitárias. | Para isso, nos baseamos nesse estudo aqui que analisou as maiores marcas de entretenimento — para ilustrar, das top 30, 2/3 delas cresceram em dois dígitos.
| O que podemos aprender? | Existem 7 atributos essenciais que tornam uma marca eficaz em entreter: | | E como elas colocam isso em prática? | As principais tendências: | Brand Lore: Criam universos e histórias ao redor da identidade da marca, com a participação ativa da comunidade. Exemplos: Duolingo (com seu mascote Duo) e A24 (com objetos culturais de suas narrativas). Inhousing Hollywood: Criam estúdios internos para produzir conteúdo de entretenimento, como filmes e séries. Exemplos: Liquid Death e Jacquemus. Experiências Físicas: Ativações de marca no mundo real, criando experiências imersivas que conectam fisicamente e emocionalmente as pessoas. Exemplos: Kellanova e Netflix. Un-Standard Talent: Marcas contratando talentos de áreas não tradicionais, como design, gaming e entretenimento, para criar campanhas inovadoras. Media Moguls: Marcas se tornando produtoras de mídia, criando conteúdo orgânico que atrai fãs. Exemplos: Feeld, que criou sua própria revista, e E.l.f. Cosmetics, com um álbum musical. Marcas como um canvas, não como um pincel: As marcas estão tratando seus códigos como uma tela em branco para criar um multiverso de conteúdo. Por exemplo: trazendo collabs entre marcas inesperadas, como cosméticos e água mineral, gerando ideias que não poderiam existir de outra forma.
| Para facilitar ainda mais, existem 8 tipos de entertainers. Qual deles é você? | | 🖋️ Scriptwriter: Construem um mundo de marca onde as pessoas compram uma identidade, não apenas o produto. | 👩🏻💼 CEO: Marcas que se tornam famosas pelo envolvimento direto de seus fundadores, que se tornam personalidades. | 🤝 Colaborativa: Focadas em parcerias, buscam influências externas para criar algo novo. | 👀 Whipslasher: Chamam atenção do público com designs e embalagens ousadas. | 🎸Purpose punk: Vão contra o status quo do marketing de propósito, focando na autenticidade e diversão, em vez de salvar o mundo. | 👤 People's play-dough: São moldáveis e duráveis, vivendo com suas comunidades e transformando a interação em decisões de produto. | 📰 Newsjacker: aproveitam eventos atuais ou tendências para se inserir na conversa e criar relevância imediata | 🔥 Hype machine: criam grandes expectativas e lançamentos de produtos, muitas vezes usando a escassez e a exclusividade como parte de sua estratégia. | Veja alguns exemplos aqui e conte pra gente nos comentários. | De maneira geral, a mensagem é simples: marcas não devem se enxergar apenas como anunciantes, mas começar a agir como entretendedores. Porque, na era da economia da atenção, entreter não é mais uma escolha — é o que impulsiona o crescimento. |
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| | | | LESSON OF THE WEEK | Como vender bebidas para uma geração que não bebe |  | O gráfico acima analisa o quanto cada geração bebe. |
| Correr 10km num sábado de manhã já virou mais cool do que virar 10 shots de vodka na sexta à noite. Por décadas, as bebidas alcoólicas foram sinônimo de juventude, status e liberdade. Mas, pela primeira vez, elas parecem estar perdendo espaço — e não é por falta de opções no bar. A nova geração simplesmente não está mais tão interessada em beber. | E isso tem três razões principais: | 💪🏼 O wellness é o novo open bar: Com tantos treinos na planilha, fica quase impossível conciliar uma noitada com a ressaca que vem depois. Evoluídos? Talvez. Só cansados mesmo? Provável. 🧘🏽♀️ Essa geração fez terapia: Sabe aquele “apagão” da noite anterior? Ele não combina com quem passou anos tentando se entender. Dois terços dos jovens têm medo de perder o controle — e com razão: hoje, vergonha alheia é sinônimo de cringe (risos). 💳 Preço alto, prioridades novas: Cerca de 30% dos jovens deixaram de beber por causa do custo. E entre uma taça de Aperol e um mimo comprado online... a gente sabe quem ganha.
| 💡 Mas aqui entra o plot twist: mesmo sem beber tanto, essa geração ama a estética do álcool. Carrinhos de bar, garrafas decorativas, taças chiques que nunca são usadas — o consumo virou aspiracional, não literal. |
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| Como as marcas estão respondendo a isso? | Transformando experiências em conteúdo: Porque beber pode ser démodê, mas postar que você esteve em uma degustação exclusiva? Absolutamente chique. Apostando em celebridades: Se a bebida não é mais o centro das atenções, talvez a pessoa por trás dela possa ser. Tom Holland lançou sua própria cerveja sem álcool, a Bero. Beyoncé entrou no jogo com o uísque SirDavis. Kendall Jenner criou a 818 Tequila. E por aqui, a Goly Drink já entendeu o movimento — e surfou na onda do “vai que cola” com influencers. Criando embalagens dignas de exposição: Garrafas tão bonitas que é quase um crime abri-las. Para quê beber quando você pode simplesmente admirar?
| Key takeaway | O status de uma marca de bebida já não está mais tanto no produto em si — mas sim no seu universo: o design, os influenciadores por trás, os lugares em que ela aparece e os contextos em que é consumida. Moda, arte e entretenimento se tornaram ferramentas para manter o desejo vivo. No fim do dia, a bebida não precisa mais ser bebida. Ela só precisa continuar sendo aspiracional. | Essa matéria foi inspirada por esse dossiê da @spritzhuntingclub |
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| | | | FUN OF THE WEEK | Sua marca já fez alguma dessas coisas? | Tirar foto de alguém sem permissão, tocar música em lugar público ou falar palavrão em voz alta… Se alguma campanha ou ativação sua já fez isso, é bem provável que tenha irritado alguém. | |
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| A) Fumar perto de outras pessoas | B) Amamentar seu bebê | C) Beijar de língua seu parceiro(a) | Continue rolando para descobrir a resposta… | | - |
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| | | | EXTRA | Olhe para o semáforo | | Pronto, capturei sua atenção. Seja falando de alguma marca inovadora, uma tendência do momento ou uma indicação de conteúdo: algo te mantém conectado por aqui. Mas hoje, além disso, queremos te tirar da tela. | ⏳ Pela primeira vez, o the news sai da sua caixa de entrada e te encontra presencialmente, em um encontro feito de leitores para leitores. Seja para trocar ideias, entender o que realmente importa e sair com a cabeça cheia de insights para aplicar na sua marca: nos vemos lá, dia 06/06, em São Paulo, no nosso primeiro evento aberto ao público. |
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| Saiba mais aqui. | - |
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| | | | BYTES TO BITE | Um giro pelas últimas campanhas de destaque | 🧼 Biiip virou Cif. Em vez do tradicional “bip” que acoberta os palavrões, nessa campanha em parceria com diversos podcasts, a Cif se posicionou enquanto produto que limpa até a boca suja. | 🍻 A Gen Z só frequenta os mesmos bares. A Heineken entendeu isso, criou um app que incentiva e explora diferentes bares e essas campanhas para anunciar. | 🥚 A páscoa tá aí. E a Louis Vuitton lançou seus próprios ovos de chocolate, que chegam a custar até R$1400,00. | 🍋 Apenas um limão. Sem CTA, sem logo da marca, sem foto do produto: é assim que ficou essa nova campanha global da Corona. Será que é eficiente? | 🎬 Ad-Free Movies. A Budweiser comprou espaços publicitários nas transmissões de grandes filmes e simplesmente não vai usá-los. O motivo? Budweiser já está deles, sem precisar pagar nada por isso. Confira a lista e entenda melhor aqui. | 🍻 Brahma em campo. Na última partida entre Cruzeiro e Mirassol, dois jogadores adversários protagonizaram uma conversa — o que deixa os torcedores curiosos para fazer a leitura labial. Por isso. A Brahma protagonizou essa ação em conjunto com um influenciador que costuma dublar essas ocasiões. | - |
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| | | | TRENDING TOPICS OF THE YEAR | Marcas precisam seguir a cultura 🔥 | Para sempre ficarmos de olho nos principais assuntos abordados, deixamos aqui os que ficaram mais em alta segundo o Google Trends nesta última semana (top 5): | Clubes de futebol (Atlético, Valencia…) ⚽ CONMEBOL Libertadores (torneio de futebol) 🏆 Studio Ghibli (estúdio de animação japonês) 🎬 MC Mirella (cantora brasileira) 🎤 ChatGPT (software) 💻
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| | | | | | REPOSTA DO FUN OF THE WEEK | A) Fumar perto de outras pessoas. Confira o gráfico completo aqui. | - |
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| | | | | 🌍 Sua marca merece mais que atenção. | Ela merece contexto, conexão e conversa boa. A waffle cria conteúdo que vira assunto — e conecta marcas a pessoas que não só prestam atenção, mas compartilham, comentam e levam adiante. | 📲 Escaneie o QR Code ou clique aqui e descubra como a gente pode criar para a sua marca. |
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