| | | quem foi o primeiro influenciador da história? | bom dia. se pensou em Kim Kardashian, Paris Hilton ou até Gisele, errou feio. os primeiros influenciadores surgiram lá na Roma Antiga — e eram… gladiadores. | tão populares quanto jogadores da NBA hoje, eles estampavam murais pela cidade promovendo não só os combates, mas também azeite, vinho e pomadas. a lógica era a mesma de agora: se o campeão usava, todo mundo queria usar também. vejá só. | uma fonte de inspiração para os seus conteúdos, estratégia e uma pitada de insights para sua marca. 💭 |
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| | | | POLL OF THE WEEK | 🍽️ Enquanto Nestlé, Above Nutrition e General Mills adaptam cardápios e produtos para o público que usa GLP-1, a Conagra foi além: colocou na embalagem o selo “GLP-1 Friendly” nos pratos congelados da linha Healthy Choice. | O que você acha disso? | | Conte o porquê e, na semana que vem, vamos compartilhar a resposta e os melhores comentários! | (Continue rolando para ver os resultados do poll da semana passada) | — |
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| | | | | | BIG STORY | CMO's entediados geram rebrandings desnecessários | O tédio está convencendo líderes de marketing de que o design das marcas precisa se modernizar. Mas essa inovação vem sempre com um custo… | | Pense como a gente: se você trabalha com uma marca, tem contato constante com a identidade visual dela. Está no layout dos slides que prepara, no fundo de tela do seu notebook e até na caneca que pega na copa todos os dias. | Mas isso não significa que seus consumidores pensem o mesmo: Eles dependem dos ativos para reconhecer a marca. Caso contrário, sua marca pode acabar como a Tropicana, com as vendas caindo 20% e um prejuízo de 30 milhões após a modernização de uma embalagem na qual os consumidores não conseguiam mais encontrar a marca. |
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| Não foi caso isolado. Em 2010, o novo logotipo da Gap durou apenas seis dias. No último mês, a Cracker Barrel voltou atrás na decisão de aposentar seu personagem icônico depois de ver as ações despencarem e enfrentar críticas até de Trump. O Ponto Frio tentou ser apenas “Ponto” por 3 anos, mas acabou resgatando o “Frio”. E a lista continua. | Tudo isso nasce da ânsia de se manter relevante e conquistar as novas gerações. Existe a ideia de que o público jovem quer marcas flexíveis, inclusivas e antenadas às tendências. Mas flexibilidade não significa jogar fora tudo o que já foi construído. | A Geração Z ainda está descobrindo quem é, e ela pode se dar o luxo disso. Sua marca infelizmente não: ela precisa de consistência para codificar significado. Se a estética da sua marca muda a cada tendência, fica mais difícil defini-la e mais fácil de esquecê-la. |
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| O minimalismo pode funcionar, como no caso da Apple, que o usa para sinalizar precisão. Mas não é regra. Se fosse, como você explicaria o sucesso dos extravagantes Labubus? Maximalistas, estranhos, fofos — e absolutamente adorados. | 🔑 Eles mostram que relevância cultural não é sinônimo de simplicidade visual. A peculiaridade tem valor, e a estranheza continua funcionando. Entre ser moderno ou relevante, a escolha certa é sempre a relevância. |
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| No fim, o que derruba uma marca não é a falta de modernização, mas a perda de reconhecimento. O tédio pode empurrar para o rebranding, mas só a consistência garante sobrevivência. | — |
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| | | | LESSON OF THE WEEK | Um lugar onde nenhuma marca existe | | Pensa em um espaço onde logotipos desaparecem, campanhas não existem e ninguém se importa com qual champanhe você está bebendo. Esse é o segredo do Burning Man, que acontece agora. Um lugar sem nenhum marketing — mas que ensina muito sobre ele. | No deserto de Black Rock, 75 mil pessoas constroem uma cidade temporária movida apenas por contribuição. É frequentado por uma turma do Vale do Silício — não à toa, o primeiro doodle do Google nasceu porque os fundadores estavam indo para lá. O espírito é quase comunal: não existe dinheiro circulando, tudo é troca. | De graça você pode parar numa barraquinha e ganhar um champagne snow cone, ou pode entrar num spa improvisado e ser borrifado com lavanda gelada. Tudo criado por gente, para gente, sem marca, sem ROI, sem internet. | E é justamente isso que funciona. A ausência de marcas é o branding. Ela não mata a experiência, torna-a memorável. Porque quando a disputa por atenção sai de cena, sobra só o que importa: conexão, comunidade, generosidade. | No fim, entendemos que, logotipos importam, claro, mas o que sustenta uma marca de verdade não é a estética, é a capacidade de criar algo que as pessoas queiram viver. E eles conseguiram. | 🗯️ Mas como conciliar propósito e sobrevivência num mundo sem mídia paga? O Burning Man mostra o dilema em tempo real: em 2024, o festival fechou no vermelho — o ingresso padrão de US$ 575 não cobria o custo real por pessoa (~US$ 749) e o déficit chegou a quase US$ 20 milhões. Patrocínio, ads, merch, franquia? Tudo proibido. É aí que entra a reflexão: não basta criar a melhor experiência do mundo se não houver modelo sustentável. A saída, tanto para marcas quanto para o próprio Burning Man, passa por formatos não interruptivos, onde a presença não estraga a experiência, mas soma a ela. O novo marketing não está nos banners que interrompem, mas nas integrações invisíveis: branded films, apps que parecem utilidade mas são produtos de marca, ativações culturais que você vive antes mesmo de perceber quem bancou. O paradoxo é claro: aqui, a ausência do branding é o branding. Mas a sobrevivência, mais cedo ou mais tarde, exige encontrar um jeito de monetizar sem quebrar a magia. |
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| | | | BYTES TO BITE | Um giro pelas últimas campanhas de destaque | 💛And it was all yellow… acredite ou não, este ano a música Yellow do Coldplay completa 25 anos, e por isso, o Wembley Stadium e a Pantone se juntaram para criar uma escadaria amarela. | 🍻Largue a Netflix e vá pro bar. É a premissa dessa campanha da Heineken veiculada no streaming, distribuindo vouchers de R$25 para usar ao socializar fora de casa. So cool. | 🎤 30 minutos da Anitta parada… Foi o que o Mercado Pago fez nessa campanha, afirmando ser um desperdício: o mesmo que você faz com seu dinheiro quando ele fica parado. | 🫖 Chá de revelação. Esse post do Governo do Brasil explica de forma didática e divertida a nova lei tributária. | 🪜OOH em escada rolante. Simplesmente genial essa ação do Disney+ no UK. | 🧑🏻❤️💋🧑🏼 For the love of love. A fundadora da Bumble voltou ao cargo de CEO depois de um burnout — agora com essa campanha que busca resgatar a essência da marca. | — |
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| | | | TRENDING NOW | | UM PODCAST | O que importa mais: a primeira ou a última impressão? Como saber se alguém não gosta de você? Esse podcast responde às perguntas mais estúpidas, e reais. |
| UMA CONTEÚDO | Propagandas ainda funcionam? Esse webinar, apresentado pelo CEO do the news, te conta como chamar atenção em um mundo onde quase ninguém quer ver anúncio. |
| UMA FERRAMENTA | Você não vai mais precisar de Photoshop. Essas são as 12 funcionalidades que o novo modelo de imagens do Google, o Nano Banna, consegue fazer por você. |
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| | | | ANOTA ESSA | 2025 é o ano da virada. Criadores e suas plataformas vão gerar mais receita publicitária que a mídia tradicional, consolidando a Creator Economy como o novo mainstream. | | Então anota essa (spoiler em primeira mão): seja marca, agência ou creator, a waffle vai lançar sua creator agency. Não é só gestão, é um ecossistema com +3M de leitores, +400 marcas ativas e distribuição em massa. Um grupo de mídia com escala e credibilidade que pode impuslionar suas campanhas. Descubra mais aqui. |
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| | | | LAST WEEK POLL RESULT: | 🇺🇸 A Casa Branca agora tem perfil oficial no TikTok. O movimento reforça como até os governos estão se adaptando aos novos canais de comunicação. O que você acha disso? 73.68%: Natural. Vs 26,32%: Um risco de manipulação e desinformação. |
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| ✅ “Acho em natural, inclusive quem mora em Curitiba e entende um pouco de marketing sabe o quão absurdo é o perfil da prefeitura aqui da cidade, é incrível, eles acompanham todas as trends, fazem posts sempre participando e inovando fomentando o "nacionalismo" de quem mora aqui e admira profundamente a cidade, sem deixar de mostrar ações da prefeitura, como obras, ações de limpeza no centro e tudo mais. | ⚠️ “Quando o governo se torna influenciador, deixa de ser referência de confiança e passa a disputar terreno com aqueles que deveriam fiscalizá-lo. A democracia não se fortalece na guerra de narrativas digitais, mas sim na transparência, no compromisso institucional e no respeito à verdade.” | — |
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