| | | | | | | Good morning, Brasil. | Antes de mais nada, ontem foi um dia marcante para a história do país, em que milhões de brasileiros acompanharam ao vivo uma das sessões mais aguardadas do STF. Enquanto isso, o Ibovespa fechou em alta, sustentado principalmente pelas ações da Petrobras, impulsionadas pelo avanço de quase 3% no preço do barril de petróleo no mercado internacional. | Nos negócios, o Itaú consolida suas operações na Europa com a criação de uma sede única em Luxemburgo; os controladores da JBS receberam o sinal verde do Cade para a compra da Avibras; e o êxodo de empresas na B3 ganha força diante da Selic elevada, enfraquecendo ainda mais o mercado de capitais brasileiro. | No Paper of the Day, analisamos a Superquarta: em uma semana decisiva para a política monetária global, os principais Bancos Centrais voltam à cena divididos entre cortes e altas nas taxas de juros. | Aqui está o seu the news money de hoje. |
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| | | | | | | | | | | Ativo | Fechamento | 1 dia | YTD |
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| Índices | | Ibovespa | 186.502,64 | +0,54% | +15,75% | | IFIX | 3.744,89 | +0,36% | -0,90% | | S&P 500 | 7.585,73 | -0,45% | +10,81% | | NASDAQ | 25.981,57 | -0,78% | +11,79% | | DAX | 25.402,28 | -0,15% | +3,72% | | FTSE 100 | 10.658,13 | -0,37% | +7,32% | | Nikkei 225 | 63.484,10 | -0,01% | +26,11% | | Shanghai | 3.864,28 | -0,54% | -2,63% | | Moedas | | Dólar | R$ 5,15 | +0,09% | -4,98% | | USDc | R$ 5,15 | +0,09% | -4,98% | | Euro | R$ 5,94 | -0,17% | -6,46% | | Libra | R$ 6,94 | -0,01% | -4,80% | | Bitcoin | U$ 75.855,00 | -3,76% | -15,87% | | Commodities | | Brent (Barril) | U$ 108,46 | +2,99% | +77,86% | | Minério de Ferro (Ton) | U$ 97,41 | -0,14% | -9,07% | | Ouro (Onça troy) | U$ 4.292,30 | -0,18% | -1,37% | | Soja (60kg) | R$ 160,59 | +0,09% | +13,89% | | Milho (saca 60kg) | R$ 69,39 | -0,17% | -0,16% | | Café Arábica (saca 60kg) | R$ 1.588,43 | -0,40% | -26,96% |
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| | | | | | | PAPER OF THE DAY | Superquarta: o mundo volta a discutir alta de juros, mas o Brasil ainda deve cortar | Nesta quarta-feira, Banco Central do Brasil e Federal Reserve podem tomar decisões de juros em direções opostas, num momento em que o petróleo Brent voltou a superar US$ 100 por barril em meio às tensões no Oriente Médio. | | No Brasil, o Copom deve cortar a Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75%, no quinto corte consecutivo desde o início do ciclo, em março. O IPCA de agosto caiu 0,32% e desacelerou para 4,22% em 12 meses, dado que sustenta o movimento, embora parte da deflação tenha vindo de fatores temporários, especialmente da queda de 7,63% na energia elétrica residencial. |
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| A atividade também apresenta sinais mistos e o risco fiscal continua limitando o espaço para uma flexibilização mais rápida. O verdadeiro ponto de atenção não é o corte em si, praticamente contratado pelo mercado, mas se o comunicado deixará a porta aberta para uma nova redução em novembro ou indicará uma pausa no ciclo.
|  | Gabriel Galípolo (BC) e Kevin Warsh (Fed) |
| Nos Estados Unidos, o quadro mudou de forma relevante nas últimas semanas. Sob o novo presidente do Fed, Kevin Warsh, que assumiu o cargo em maio e adotou um discurso mais duro contra a inflação, a probabilidade de uma alta de 0,25 ponto percentual subiu para cerca de 90% nos contratos futuros acompanhados pelo CME FedWatch, impulsionado por um CPI acima do esperado em agosto. |
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| Bancos como Goldman Sachs e JPMorgan, que antes projetavam manutenção, migraram para o cenário de alta. Uma confirmação seria a primeira alta dos Fed Funds desde julho de 2023, encerrando de vez o ciclo de cortes que havia parado em dezembro do ano passado.
| O Banco Central Europeu já havia agido na semana passada, elevando a taxa de depósito para 2,50% diante da inflação puxada por energia. Na quinta-feira, o Banco da Inglaterra deve manter a taxa em 3,75%, embora o mercado já aposte numa alta em novembro. Além disso, na sexta, o Banco do Japão deve elevar sua taxa para 1,25%, o maior nível em mais de três décadas. |
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| No fim, a semana reúne alguns dos principais bancos centrais em posições diferentes diante do mesmo choque: o Brasil corta, os Estados Unidos e o Japão devem subir, o BCE já subiu e o Reino Unido deve esperar mais um pouco.
| Mas para nós, independentemente do corte por aqui, ainda estaremos longe de um juro civilizatório, como disse André Esteves nesta segunda-feira. Para o chairman do BTG Pactual, a Selic de 14% é "sufocante para qualquer empresa, incluindo para os bancos", e o Brasil só chegaria a um patamar saudável perto de 7%, algo que exigiria um ajuste fiscal mais consistente do que o país tem entregado até aqui. |
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| | | | | | | HEADLINES | World Big News | Chefes militares de EUA, Israel e países árabes realizam reunião secreta na Alemanha sobre o Irã (Axios) Sob pressão dos EUA, Japão estuda elevar gastos com defesa para 3,5% do PIB (Semafor) Taxa de fertilidade da Índia cai abaixo do nível de reposição pela primeira vez e sinaliza virada demográfica na maior população do mundo (Newswire)
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| Faria Lima, Wall Street, Euro, Ásia | Itaú consolida operações na Europa com criação de sede única em Luxemburgo (Valor Pipeline) BTG Pactual Asset fecha acordo com Allianz Global Investors para distribuir produtos na América Latina e no mercado offshore dos EUA (Exame) Êxodo de empresas na B3 ganha força com Selic alta e enfraquece ainda mais o Brasil no radar de investidores globais (Bloomberg Línea)
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| | | | | | | GRÁFICO DO DIA | Veja a thread: | |
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| | | | | | | AGENDA | Segunda 14/09: Vendas no Varejo (CN) Terça 15/09: Vendas no Varejo (BRA) Quarta 16/09: Taxa de Juros Selic; IBC-Br; Taxa de Juros EUA Quinta 17/09: Taxa de Juros Reino Unido Sexta 18/09: Taxa de Juros Japão | | | | Veja mais |
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| | | | | | | MEMES SESSION | Infelizmente é o que temos: | | | | | | | | | | | |
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