| | BOM DIA | de pouco em pouco | de pouco em pouco, o que parecia pouco vira muito. então, se você sabe que é bom, faça um pouco todos os dias, mas, se você sabe que é ruim, também não abra pequenas exceções todos os dias. | …. | | |  | tradução: “seja você mesmo, é mais legal.” |
| Não seja fraco no bem. | Se você entendeu que algo é bom, importante, virtuoso, honrável e valoroso na sua hierarquia de valores da vida, não seja negligente ao perseguir isso. | Seja firme em buscar as coisas que sejam coerentes com isso e em negar aquilo que não for. |
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| Não tenha medo de desagradar. Não transgrida esse seu valor, esse seu princípio, só para deixar alguém mais confortável ou não se indispor com ninguém. Isso é o que escutei ser chamado de “ser fraco no bem” — e que me tocou profundamente. | Porque isso é abrir mão daquilo que já entendemos que é importante e que queremos. Esse é o peso de viver tentando agradar ou sem ter uma clareza sobre uma hierarquia de valores e princípios. Sem saber o que julgamos como bom. | Pode parecer só um pouquinho, só uma exceção, mas, na verdade, viver fazendo um pouquinho disso todo dia se torna um vício. | E o vício, caso não seja combatido com alguma constância, se tornará o seu resultado final. Vai virar um amontoado difícil demais de desembaraçar e te colocará em uma realidade que não é aquela que você gostaria de ter construído. Consegue perceber isso?
| Deixamos que as coisas que importam para nós e nossos objetivos sejam transgredidos e comprometidos de forma muito sutil, como se isso fosse algo pequeno, mas não é. | É justamente um desleixo nesse sentido que nos transforma em pessoas incoerentes, frustradas e ressentidas, afinal, com pequenas “exceções”, vamos abrindo mão dos nossos desejos e valores no panorama geral. | Não dá para ficar feliz assim. Não dá para se sentir satisfeito dessa forma. | Não ser fraco no bem é muito difícil, mas é preciso. Porque, depois, é muito mais difícil e triste ter que lidar com as consequências e a confusão que você já entendeu que existem e que virão com o que não é bom para você e para o núcleo de pessoas e coisas importantes ao seu redor. |
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| É muito mais difícil ter que viver uma realidade que não é coerente com aquilo que sabe que queria e era importante. | Porque a pior desgraça de uma vida é não viver uma biografia que seja autêntica. É não reconhecer as escolhas que fez e as palavras que disse como próprias. | Então, não seja fraco no que você já sabe que é bom. | — @Sarinha |
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| | 67,31% de vocês votaram “Sim” na enquete da última semana, dizendo que conseguiram escolher um assunto que verdadeiramente adoram e uma forma de aprender mais sobre ele fora das redes sociais, seja com um vídeo, um filme, um documentário, um livro, um texto ou uma aula. A seguir, alguns comentários: | 🧠 “Sim. Escolhi estudar Neurociência e Neuroplasticidade porque quero compreender como o cérebro aprende, cria hábitos, forma memórias e pode se transformar ao longo da vida. Acredito que esse conhecimento vai contribuir tanto para minha vida pessoal quanto para meus estudos e minha carreira.” 🎨 “Trabalho em uma escola e, nesse período de férias escolares, estou ficando na biblioteca estudando, lendo e aprendendo sobre vários assuntos. Ontem, estava dando uma olhada nos livros da biblioteca e me deparei com um livro sobre Monet. Já havia ido a uma exposição em homenagem a ele e fui muito tocada através das obras e da história de vida de Monet. Quando vi o livro, me propus a ler mais e aprender um pouco mais sobre a história dele, além de ver outras obras que eram de sua coleção particular. Adorei!” 🦇 “Minha coisa favorita na vida sempre foram as histórias em quadrinhos. Apesar de ter uma coleção catalogada de mais de 800 exemplares, tinha me distanciado dessa paixão por diversas circunstâncias da vida. Mas, nesta semana, eu tirei a noite de terça para ler a minha favorita, Batman: Ano Um. Fiz algumas pesquisas e foi bastante recompensador apenas para mim. Foi o meu momento. Obrigado! Vocês me inspiram e têm andado lado a lado com meu processo de terapia particular! ❤️” |
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| | Em algum lugar, liste em ordem de importância: | 3 valores que são muito importantes para você. Exemplos de valores podem ser generosidade, honestidade e alegria. 3 princípios que são muito importantes para você. Eles são diferentes dos seus valores, mas estão relacionados a eles. Por exemplo: “ajudar sempre que possível”, “não mentir das pequenas às maiores coisas”, “sempre é possível encontrar motivos para sorrir”. 3 coisas que você mais quer conquistar e viver na vida. Elas com certeza estão ligadas ao que você já listou antes.
| Ter clareza sobre o que você reconhece como bom é o que você precisa, antes de tudo, para não abrir mão dessas coisas. |
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| | | | ❝ | | | O que está no caminho se torna o caminho. | | | | Marco Aurélio |
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| "Nossas ações podem ser impedidas, mas não pode haver impedimento em nossas intenções e disposições, porque podemos nos acomodar e nos adaptar. A mente se adapta e converte para seus próprios propósitos o obstáculo à nossa ação. O impedimento à ação avança a ação. O que está no caminho se torna o caminho.” | Isso foi o que disse Marco Aurélio. Mas o que isso quer dizer? | Algo pode até atrapalhar ou atrasar as suas ações e próximos passos, mas, quando tudo aquilo que você faz está ordenado para um fim que você conhece, até aquilo que chega para atrapalhar ou causar algum impedimento pode se tornar também uma ferramenta de trabalho, mais um degrau na escada da evolução no caminho do objetivo. | Esse tipo de mentalidade costuma facilitar a tarefa de fazer dos erros, desafios, surpresas e imprevistos mais uma oportunidade de aprendizado e mais um meio para lapidar potencial e habilidades. | Sei que isso pode parecer um papo de coach e até soar clichê. Mas, na verdade, nessa mentalidade mora uma virada de chave profunda, e não é tão fácil assim ter clareza sobre ela. | Quando pensamos na trajetória rumo a um objetivo e à realização de um sonho, é fácil focar na parte bonita e idealizar até os desafios que sabemos que irão existir. Mas, na prática, é muito mais difícil perceber que as circunstâncias, quaisquer que sejam, são nada mais, nada menos que o caminho. |
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| É isso que Marco Aurélio sabiamente estava dizendo. Não é só a parte bonita e que segue o plano que faz o caminho, mas também todos os imprevistos e obstáculos que surgem ali e que podem indicar os próximos passos mais urgentes. | Reflita, por exemplo, sobre como tudo o que você sabe aprendeu tentando e errando. Aprendeu fazendo o caminho que, hoje, percebe ter percorrido até aqui. |
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| | | Fiz de tudo por alguém, terminamos e hoje me sinto perdida. |
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| alvez, o problema não seja que você se entregou, porque é isso mesmo que um vínculo sincero nos pede. Talvez, o problema seja como essa entrega aconteceu. | Você pode se doar de forma ordenada e consciente, ou seja, você ama, é capaz de sair de si e se doar para que aquela relação possa evoluir e se aprofundar, mas mantém um eixo próprio. Assim, a sua identidade — e tudo aquilo que você faz e busca — não depende exclusivamente da relação. Você pode se doar de forma desordenada e, assim, se perder no processo e se dissolver dentro do outro. Aqui, a doação não é um gesto de amor e um desejo de querer ver o outro bem, mas um despejo de tudo aquilo que é seu — e que você, muitas vezes, não consegue resolver ou “saciar” — nas mãos de quem não é responsável por isso. Afinal, só você é responsável pelas suas questões.
| Se a sua referência para tudo aquilo que busca passa a ser um outro que imaginou ser o solucionador de todos os seus vazios, quando a relação termina, a referência para o próprio caminho também se perde. Consegue perceber o problema? | É importante entender o seu padrão e as armadilhas dele: uma relação exige, sim, entrega, tal qual como você diz que fez, mas continua sendo composta por dois indivíduos — cada um com suas questões, desafios, interesses e preferências — que, juntos, escolhem enfrentar todas essas questões individuais. | Um gosta de azul e o outro de laranja, mas juntos escolhem fazer um quadro que combine as duas cores da melhor forma. E ainda ajudam um ao outro a encontrar o melhor tom de azul e de laranja para a sua obra de arte. |
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| Ou seja: amar propõe uma entrega de si, como alguém inteiro, completo e disposto a estar ao lado do outro nas delícias e desafios que ser alguém completo implica. | Não é uma tentativa de delegar um vazio que é intrínseco à trajetória de "se tornar" de todos nós, disfarçada de entrega, como se o outro fosse capaz de suprir isso. | Mesmo que você esteja perdida nesse momento, tudo não está perdido. O que você mais precisa é restabelecer um eixo próprio. Aqui vão algumas dicas que podem ser valiosas para você: | Repense o amor: faz parte de amar conseguir sair de si sem abandonar quem você é. Até porque o amor nos chama a ser a melhor versão daquilo que verdadeiramente somos. Então, se uma relação te exigiu se apagar, será que ela fazia mesmo sentido? Repense os seus interesses e anseios: será que não te faria bem voltar a ter uma vida para além da antiga relação? Rotina, responsabilidades, vínculos diversos e, especialmente, alguma direção ou algum projeto pessoal que te interesse muito? O que você realmente gosta de fazer? Tente praticar mais disso nesse momento. Pense sobre a sua dor sem romantizar demais: a dor é legítima, pois você investiu, criou expectativas e se entregou de verdade. Mas isso não quer dizer que aquela pessoa foi “o grande e único amor possível da sua vida”. Prova apenas que houve apego e investimento reais e que você é capaz de criar essas coisas de novo, em alguma altura do campeonato. Que tal tentar se abrir um pouco mais, desde já, para o que a vida pode trazer? Pense mais sobre alguns padrões que levaram ao fim do que no fim em si: mais importante do que entender por que terminou é entender “como você estava amando?”. Porque é isso que você vai levar para a próxima relação.
| Vai passar. Você vai se encontrar novamente e encontrar coisas e pessoas novas e muito interessantes novamente. | |
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| | | Falhar é o luxo de quem faz. |
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| | Como você continua quando a vida muda completamente? | | Aos 20 anos, a vida da Paola Antonini mudou para sempre. Depois de um acidente que resultou na amputação da perna esquerda, ela transformou a própria história em impacto: fundou um instituto que ajuda pessoas com deficiência a recuperarem mobilidade e autonomia e se tornou uma das maiores vozes sobre inclusão no Brasil. | No dia 20 de agosto, ela sobe ao palco do seis&seis para falar sobre recomeços, propósito e a coragem de seguir em frente. | Compre seu ingresso aqui. |
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| | cc: @sarah.ferrreira | Despertando sua melhor versão. Afinal, se tudo na vida é ponto de vista, por que não aprender um melhor jeito de enxergar? Toda terça e quinta, na hora que o sol nasce, direto na sua caixa de entrada do e-mail favorito. | Dúvidas, feedbacks ou sugestões? Responda esse e-mail ou envie um direct pra gente. Adoramos sua companhia :) | até quinta! | | |
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