| | | | | | | | | O novo piso de imposto do Brasil sobre empresas multinacionais | O Brasil acaba de lançar uma nova regra tributária que pode mudar a maneira como algumas das maiores empresas do mundo operam no país. | Anunciado em uma ordem executiva, o governo está estabelecendo um imposto mínimo de 15% sobre os lucros de grandes corporações multinacionais a partir de 1º de janeiro de 2025. | Esse imposto faz parte de um plano maior para ajudar o Brasil a atingir sua meta de reduzir seu déficit orçamentário e se alinha com os esforços globais para reprimir a evasão fiscal por grandes empresas. Mas o que isso realmente significa? Vamos explicar em termos simples. | Por que o Brasil está fazendo isso? 🇧🇷 | O governo brasileiro precisa de mais dinheiro para equilibrar suas contas. Eles prometeram eliminar o déficit fiscal, mas não querem fazer grandes cortes nos gastos públicos. | Em vez disso, decidiram aumentar os impostos sobre grandes empresas multinacionais. Este novo imposto é focado em garantir que essas empresas paguem sua parcela justa de impostos no Brasil. | Muitas dessas empresas são especialistas em transferir lucros ao redor do mundo para evitar pagar altos impostos, então o Brasil quer fechar essas brechas. | O imposto também é uma forma do Brasil mostrar liderança no cenário internacional. Como atual presidente do G20, o Brasil tem pressionado por regras globais mais coordenadas para evitar a evasão fiscal, e esta nova medida é um passo nessa direção. | Quem é afetado? | Esse imposto mínimo de 15% só se aplica a grandes empresas multinacionais que geram pelo menos € 750 milhões (aproximadamente R$ 4 bilhões) em receita anual. | Estamos falando de alguns dos maiores nomes do mundo, como Google, Apple, Amazon, Volkswagen, Microsoft e Nestlé — empresas que têm grandes operações no Brasil. | | Se essas empresas não cumprirem os novos requisitos fiscais, enfrentarão penalidades significativas, incluindo multas que podem chegar a milhões de reais. Em suma, é uma medida séria que pode remodelar como as multinacionais lidam com seus lucros no Brasil. | Isso está acontecendo em outro lugar? | Sim, o Brasil não é o único país fazendo isso. Na verdade, esse imposto mínimo de 15% é parte de um esforço global liderado pela OCDE (um grupo de países ricos) para impedir que empresas multinacionais evitem impostos. | O objetivo é garantir que grandes empresas paguem pelo menos 15% de imposto sobre seus lucros, não importa onde operem. |
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| Países como os da União Europeia, Canadá e até mesmo os Estados Unidos estão adotando ou discutindo políticas semelhantes. Isso é parte de um esforço global coordenado para tornar o sistema tributário mais justo, para que as empresas não possam escapar do pagamento de impostos transferindo lucros para países com impostos baixos. | As empresas deixarão de investir no Brasil? | Uma grande questão é se as empresas reduzirão seus investimentos no Brasil por causa desse novo imposto. Até agora, não há evidências fortes de que esse tipo de imposto tenha feito multinacionais saírem de outros países. | A maioria das empresas baseia suas decisões de investimento em coisas como o tamanho do mercado, oportunidades de crescimento e infraestrutura local — não apenas taxas de impostos. | O Brasil, sendo um mercado grande e crescente, ainda é um lugar atraente para grandes empresas fazerem negócios, mesmo com o novo imposto.
| Na verdade, como esse imposto está sendo adotado por muitos países, as empresas não podem simplesmente mover seus lucros para outro lugar para evitar pagá-lo. O alinhamento global das regras tributárias significa que a realocação não lhes dará muita vantagem tributária. | Qual será o impacto a longo prazo? | A longo prazo, o novo imposto provavelmente terá vários efeitos: | Mais dinheiro para o Brasil: O governo arrecadará mais impostos de empresas multinacionais, ajudando a reduzir o déficit orçamentário e a cumprir suas metas fiscais. Menos evasão fiscal: As empresas terão menos opções para sonegar impostos, tornando o sistema tributário global mais justo. Decisões de investimento: Embora algumas empresas possam repensar operações menores no Brasil, a maioria das grandes corporações provavelmente permanecerá no mercado devido ao potencial econômico do país. Preços e salários: É possível que as empresas ajustem seus preços ou salários no Brasil para compensar o novo imposto, embora isso não seja garantido.
| Em suma, isso é um grande ponto para como as empresas fazem negócios no Brasil, mas também é parte de um movimento global para criar um sistema tributário mais justo. | Para o governo brasileiro, é uma maneira de trazer receitas muito necessárias sem cortar gastos públicos, ao mesmo tempo em que garante que as maiores empresas que operam aqui contribuam com sua parcela justa. | Embora os efeitos imediatos possam ser sentidos nas salas de reuniões das big corps, o impacto a longo prazo provavelmente será mais receita para o país e um cenário econômico mais equilibrado — caso os gastos ao menos se mantenham estáveis, claro. |
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| | | | | | | | | Payroll: EUA criam 254 mil empregos em setembro de 2024, muito acima dos 159 mil esperados (ADVFN) | Flórida se prepara para o furacão Milton, que pode ser mais forte que o Helene (InfoMoney) | Hyundai mira ser o maior IPO da história da Bolsa da Índia com valuation de US$ 19 bilhões (NeoFeed) | Foco em negócios essenciais: spinoffs ganham tração e atingem US$ 250 bi no ano (Bloomberg Línea) | Governo tem deficit primário de quase R$ 100 bi no acumulado do ano (Poder360) | Conflitos no Oriente Média trazem temores sobre preços dos fertilizantes mais uma vez (AgFeed) | Custo para manter Pix em operação é de US$ 10 milhões por ano, diz Campos Neto (InfoMoney) | Petrobras faz planos para reviver campo do pré-sal que fez Brasil gigante do petróleo (InfoMoney) | Na Espanha, excesso de oferta de energia solar derruba o preço para abaixo de zero (Bloomberg Línea) | Como a aquisição do Carlyle virou uma dor de cabeça para a SPX (Brazil Journal) | BMW investe R$ 1,1 bi em fábrica de carros híbridos em SC (Poder360) |
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| | | | | | | | Segunda, 07/10: Publicação do Relatório Focus com as expectativas do mercado para indicadores econômicos. O Banco Central divulgará a Nota à Imprensa sobre Política Monetária e Operações de Crédito. | Terça, 08/10: Nos EUA, será divulgado o Relatório JOLTS (Job Openings and Labor Turnover Survey), que analisa o mercado de trabalho americano. No Brasil, espera-se a divulgação do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da FGV. | Quarta, 09/10: O IBGE publicará o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) referente ao mês de setembro. Também teremos nos EUA a ata da última reunião do Federal Reserve. | Quinta, 10/10: Divulgação da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, que trará dados sobre o desempenho do setor de varejo no Brasil. | Sexta, 11/10: No Brasil, sairá o resultado do Índice de Confiança do Consumidor da FGV, enquanto, nos EUA, será publicado o Índice de Preços ao Produtor (PPI), importante indicador de inflação no atacado. |
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| | | | | | | | | | | Centrão domina eleições municipais elegendo mais de 60% dos prefeitos. | PL do Bolsonaro, que mirava 1.000 prefeituras, ficou com 523. | PT do Lula continua perdendo espaço desde 2016, tendo registrado 253 prefeituras. | NOVO, o queridinho do seu amigo do mercado financeiro, teve ascensão principalmente em Minas Gerais, muito por conta do governador Romeu Zema. Foram 9 prefeituras no estado e 18 ao todo no país. | No Rio, Eduardo Paes, que promete a volta da Bolsa carioca para concorrer com a B3, foi reeleito em primeiro turno para seu quarto mandato na cidade. | Já na capital — São Paulo —, Marçal ficou de fora por cerca de 60.000 votos. Agora, a disputa no segundo turno será entre Nunes e Boulos, prometendo uma forte disputa entre Bolsonaro e Lula pelo terceiro maior orçamento do país, só atrás do estado de SP e do governo federal. |
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| | | | | | | | | Isso é interessante. A diferença entre a renda dos 10% mais ricos vs. os 10% mais pobres de cada país. Noruega e Reino Unido têm as menores disparidades (abaixo de 4x), enquanto Brasil tem diferença de mais de 8x, só menor que da África do Sul, que é de incríveis 22x. |
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| | | | | | | | | Traseira do Alfa Nero, um dos iates mais curiosos que o mundo já viu. | De abandonado por quase 2 anos na Ilha do Caribe a quase arrematado por Eric Smith do Google, a peça de 81 metros acaba de ser vendida por 40 milhões de dólares. | É tão imponente que tem página na Wikipedia só pra ele (veja). |
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| | DOLLAR BILL // THAT'S ALL, FOLKS | BECAUSE MONEY MATTERS. A leitura semanal obrigatória para gestores, traders e CEOs. Toda segunda-feira na sua caixa de entrada. |
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