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25 de abril, 2024 São Paulo, Brasil
carta 6 do the jobs: a intenção |
carta 1: o chamado. carta 2: a transparência. carta 3: o porquê. carta 4: o contrário. carta 5: o entorno. carta 6: a intenção. carta 7: a escolha. |
A nossa comunidade está crescendo: a comunidade da próxima geração de grandes líderes — e você já faz parte dessa comunidade. |
Eu quero te contar como você pode estar cada vez mais presente nessa comunidade e se aproveitar de um ambiente diferenciado, onde todos buscam progresso e trabalham duro para crescer — mas isso vai ficar para a carta 07. |
Existe um motivo para serem 07 cartas. Você vai descobrir em breve. |
E eu vou tomar a liberdade de dizer algo que talvez gere um incômodo… |
Mas é importante dizer, porque essa é a carta da intenção. |
Existem as pessoas que falam. Existem as pessoas que fazem. |
Existem os leitores que lêem. Existem os leitores que lêem e fazem algo com o que leram. |
Você pode estar gostando dessas cartas. |
Você pode estar adorando elas. |
Mas nada expressa mais as suas prioridades do que as suas ações. |
E essa carta 06 vai falar sobre essa intenção, abordando 3 principais histórias de uma maneira diferente — assim como nas últimas cartas. |
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Diz a lenda que Zenão, um filósofo da Grécia Antiga que ajudou a fundar o estoicismo 300 anos antes de Cristo, andava em público com um peixe em uma coleira para ser — intencionalmente — ridicularizado e fazia isso para se treinar a lidar melhor com as críticas. |
A história diz que ele fazia isso para aprender a “ligar menos para as opiniões alheias”. Era como se fosse um treino pra ele. |
Um treino para que o “desconforto proposital” ajudasse a lidar melhor com os problemas imprevistos que poderiam aparecer. |
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Ela é ultra maratonista (ultra maratona tem mais de 100km de distância), já teve mais de 50 pódios e dezenas de vitórias — e fez tudo isso sendo uma advogada em uma certa empresa chamada Apple. |
Sim, a Apple do iPhone. |
Ela tem uma filosofia bem simples: ela treina o dobro quando chove e quando o tempo está péssimo. |
E ela faz isso, porque acredita que o “desconforto proposital” vai ajudar a lidar melhor com os problemas imprevistos que poderiam aparecer. |
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É uma história real da Netflix. |
A Netflix criou, há mais de 10 anos, um negócio chamado Chaos Monkey (macaco do caos). |
Vou explicar isso do jeito mais fácil possível: |
Eles criaram uma ferramenta para testar a robustez do próprio sistema. Essa ferramenta imprevisivelmente gera problemas no código da Netflix e faz com que seus engenheiros de software e dados tenham que rapidamente consertar o problema. |
Tudo isso com um único intuito: tornar sua infraestrutura cada vez melhor. |
Ou seja: eles criaram uma ferramenta pra atrapalhar a eles mesmos, para que aprendam a resolver problemas rápidos. |
Vou resumir de um jeito ainda mais simples: |
Imagine que você tem uma caixa cheia de Legos no seu quarto e seu desafio é montar várias torres de Lego bem altas. |
Imagine que existe um “macaquinho do mal” que entra escondido no seu quarto e dá uma empurrada nas torres de Lego pra elas caírem. |
É como se fosse um jogo pro macaquinho ver se sua torre consegue ficar de pé mesmo se for “testada”. |
Mas o tchan é que o macaquinho não é do mal. Ele não quer quebrar sua torre ou ser maldoso… Ele só quer te ajudar a se tornar um “construtor de torres” melhor. |
Quando o macaquinho empurra sua torre, você aprende como deixar ela mais estável e forte — seja adicionando mais blocos na parte de baixo da torre ou de outro jeito. |
Isso é o que o Chaos Monkey da Netflix faz: aumenta a resiliência da própria empresa. |
Assim como as ações do macaquinho ensinam você a se preparar para desafios e imprevistos, o Chaos Monkey faz o mesmo para a infraestrutura da Netflix. |
A única diferença é que isso é feito de propósito pela Netflix. |
Eles querem garantir que, se algo sair errado no mundo real, eles conseguem resolver rapidamente e tudo vai continuar rodando tranquilo. |
Esse é o melhor jeito que a Netflix arranjou pra encontrar pontos fracos no seu sistema e, consequentemente, melhorá-los. |
De novo: A Netflix faz isso porque acredita que o “desconforto proposital” vai ajudar a lidar melhor com os problemas imprevistos que poderiam aparecer. |
A única pergunta que fica é… |
Como você está buscando o “desconforto proposital” para te ajudar a lidar melhor com os problemas imprevistos que podem aparecer? |
Nós estamos buscando pessoas com essa intenção para fazer parte da nossa comunidade no the jobs. |
Pessoas que intencionalmente buscam melhorar — e que sabem que não existe atalho. |
Pessoas que sabem que precisam enfrentar o “desconforto proposital” agora. |
Essa é mais uma carta desse nosso manifesto prático para as pessoas “que ainda não chegaram lá, mas trabalham todos os dias para isso”. |
A próxima carta é a nossa última carta. |
Depois dela, as coisas mudam. |
Até lá. |
Um abraço, |
Digo e time the jobs |
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De 0 a 3, quanto esses conteúdos das cartas estão sendo úteis?Fique à vontade para explicar seu voto depois |
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