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👋 Boas-vindas às novas 93 pessoas que se inscreveram no the jobs na última semana, a newsletter para os profissionais mais preparados (e disputados) dessa geração. Agora, somos 116.182 leitores criando a maior comunidade de carreira do Brasil. |
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UM RESUMO DO QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR NESSA EDIÇÃO: |
👉️ Como você pode (e deve) tratar o descanso como uma habilidade. 👉️ A visão de o que realmente significa descansar, de acordo com uma atleta de elite, campeã e medalhista olímpica, que se aposentou dos esportes e hoje ocupa um cargo sênior em uma das maiores consultorias do mundo. |
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👋 Fala, Jobs! |
Última semana do ano e última edição de the jobs de 2025. Talvez você esteja online no trabalho, talvez você já tenha desconectado… Mas, independente da sua situação, nós precisamos aprender a desconectar do jeito certo (em algum momento). |
Veja bem… Se você precisa trabalhar, trabalhe. Se você precisa descansar, descanse. Não é só porque é final de ano que todo mundo precisa desconectar… Eu, por exemplo, vou desconectar um pouco mais tarde do que nos últimos anos. |
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Na última semana de 2024, falamos de um tema parecido e, hoje, trouxemos algumas referências a mais. |
Hoje, a leitura é mais rápida — mas tão boa quanto. |
Mas antes… Conta pra gente: |
Você está trabalhando ou de férias?(a enquete é anônima) |
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2 insights sobre descanso (que a internet não costuma te dizer). |
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Na última edição de 2024, nós escrevemos duas frases que precisam ser repetidas aqui. A primeira delas é uma das minhas preferidas: |
O descanso só é válido quando é um contraste. Quanto mais intenso for seu período de trabalho, mais valioso será seu descanso. |
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A segunda frase diz que “o descanso e o movimento, quando sem pausas e sem limites, são igualmente prejudiciais”. São boas frases que se conectam. |
Não temos a menor pretensão de te dizer se você deveria estar descansando ou trabalhando. Só poderíamos fazer isso se tivéssemos seu contexto — mas você, com sua autoanálise e revisão do ano de 2025 (que você fez com essa, essa e essa edição do the jobs), pode dizer com certeza do que mais precisaria agora. |
O descanso pode significar muitas coisas. Inclusive, escrevo isso com a consciência de que muitos posts do the jobs não parecem incentivar o descanso — até porque somos pessoas ambiciosas que querem construir mais coisas e que querem crescer na carreira. |
Mas não é falta de incentivo ao descanso não… É que o período de construção precisa, naturalmente, ser muito maior do que o período de descanso (pelo menos pra quem tem grandes ambições e quer crescre). É por isso que a frase do contraste faz tanto sentido. |
Nós precisamos aprender a tratar o descanso como habilidade. |
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1️⃣ Os tipos diferentes de descanso. |
Você trabalha suas 10h por dia (dificilmente um leitor do the jobs fica só nas 8h diárias, risos) e suas 10h de trabalho por dia não são 10h produtivas. |
Isso deveria ser óbvio, mas precisamos reforçar. |
E a principal maneira de fazer suas 10h (ou provavelmente mais) serem produtivas é fazendo 2 coisas: priorizando e descansando. Nessa edição, focaremos no “descansando”. |
Mas estamos no final de ano, passou Natal, Reveillon tá logo ali, praia e tudo mais… Descanso não significa jogar tudo pro alto, acordar tarde, ir pra festa tomar várias e simplesmente esquecer das responsabilidades por alguns dias. |
Existem diferentes tipos de descanso: |
Descanso físico: dar uma atenção especial ao seu sono, acordar um pouco mais tarde do que o comum, tirar um cochilo à tarde, fazer exercícios de relaxamento e alongamento, talvez até tentar/começar/intensificar períodos de meditação; Descanso mental: hobbies em geral, praticar mais esportes, colocar leituras em dia, escrever reflexões sobre seu ano ou simplesmente coisas que você gosta, ouvir mais músicas; Descanso sensorial: ficar um tempo sem acesso a telas (computador, TV, celular, etc.), tentar colocar pequenos momentos de silêncio no seu dia; Descanso espiritual: se envolver em atividades religiosas ou sociais, trabalhos voluntários, ou até mais contato com a natureza (trilhas, caminhadas, banhos de mar ou rio); Descanso emocional: mais (ou menos) encontros e conversas com amigos; manter distância de assuntos que consomem sua energia mental; Descanso social: visitar amigos e parentes, sair pra conversar e falar sobre a vida (aquelas coisas que parecem tomar tempo durante o ano de trabalho, mas que sempre ajudam); Descanso criativo: ter momentos de contemplação e observação, viajar, visitar exposições de arte, museus e cinemas — qualquer coisa diferente, conversar com pessoas novas.
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A gente vive numa sociedade que, ano após ano, reduz a importância do descanso e os próprios espaços de descanso — às vezes até questionando seu valor. |
Alguns desses tipos de descanso são mais importantes pra mim, outros mais importantes pra você, mas só você vai saber qual desses tipos de descanso você precisa. |
Essa é a clareza necessária pra descansar do jeito certo. |
Dica extra: use esse prompt abaixo com a sua ferramenta de IA preferida para aplicar esse conteúdo na prática:
“Atue como um mentor especialista em performance, produtividade e saúde holística. Me faça as perguntas necessárias para entender quais tipos de descanso eu mais preciso na minha vida atualmente com base no conceito que defini abaixo — e somente me traga sua resposta após eu responder as suas perguntas. Eu não estou buscando por uma resposta rápida e sim uma análise de um expert me ajudando a identificar padrões.
O conceito que você precisará levar em consideração é o dos 7 tipos de descanso:
[aqui, você pode copiar parte do texto acima que fala dos 7 descansos]” |
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2️⃣ Descanso é uma das maiores expressões de respeito próprio — diz essa campeã olímpica. |
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Quando alguém te perguntar por que você lê o the jobs, responda que é porque lá você encontra referências novas que só quem lê MUITO encontra. Risos. |
Eu escrevi um resumo de alguns dos principais insights de um texto que achei (e adorei). Você pode ler esse texto completo aqui em inglês. |
Esse texto é de Rosemary Popa, uma campeã olímpica e ouro em Tokyo 2022 no esporte remo. Ela descreve descanso do único jeito que gente ambiciosa entende: como uma habilidade difícil, não como um “luxo”. |
“Detalhe” importante: ela também é consultora sênior na KPMG, uma das maiores firmas de consultorias do mundo. |
👉️ 1º insight: “Descanso” não é corpo parado com mente ligada. |
A Rose confessa que, por muito tempo, o “dia de descanso” era só uma versão mais imóvel do trabalho: maratonar série enquanto esperava email de treino, checava informações do time, revisava mentalmente o dia seguinte, meio que com culpa de não estar “fazendo mais”. O que ela provoca no texto é que dá pra parar o corpo e continuar em modo performance. |
Conclusão: se você termina o descanso “cansado igual”, talvez você não descansou… Talvez só tenha trocado a atividade física por inquietação mental (o que é péssimo). |
👉️ 2º insight: Descansar de verdade tem uma fase inicial desconfortável (e ela é parte do processo). |
Nos primeiros dias desacelerando, a mente vira um reloginho (ela dá o exemplo desse período de final de ano, inclusive): pensamentos em loop, dificuldade de priorizar, nenhuma conclusão limpa. |
A metáfora do texto é ótima: descanso exige “deixar o avião pousar”. Você não sai do voo direto pra clareza. Primeiro o sistema aterrissa e só depois o silêncio começa a aparecer entre os pensamentos. |
Conclusão: se você está tentando “resolver a vida” no segundo dia de pausa, você está sabotando a própria pausa. O seu incômodo não é falha do descanso, é o começo dele. |
👉️ 3º insight: Urgência é tipo um vício e, com isso, até o descanso vira performance (o que também é ruim). |
Ela descreve o impulso de preencher o tempo, dar propósito pra tudo, planejar até a pausa, como se descansar também precisasse ser “bem feito”. |
A urgência vira uma forma de controle: manter-se ocupado evita ter que encarar perguntas mais honestas (como “como eu realmente estou?” ou “o que eu realmente quero?”). |
Conclusão: quando você tenta otimizar o descanso, você transforma descanso em tarefa e aí a tarefa, de novo, te mantém “sempre ligado”. |
Clique aqui e leia o texto por completo, se quiser (ou fique com essas boas provocações já). Esse texto inteiro tem uma qualidade rara: ele não dá uma técnica; ele questiona o nosso padrão. |
E tem um trecho final que, sinceramente, eu adoraria ter lido anos antes, porque ele coloca descanso no lugar certo: não como prêmio depois do esforço, mas como um jeito de voltar pra si sem exigir resposta imediata. |
Pra mim, um tapa na cara… E pra você? |
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ESPERAMOS QUE VOCÊ TENHA UMA VIRADA DE ANO INCRÍVEL, PRÓXIMO DAS PESSOAS QUE MAIS AMA, E QUE 2026 SEJA UM NOVO CICLO INCRÍVEL NA SUA VIDA: RENOVANDO OS VOTOS E BOAS ESCOLHAS FEITAS EM 2025 OU CRIANDO NOVOS PADRÕES PRA FAZER UM PRÓXIMO ANO MUITO MELHOR. |
Feliz 2026 😉 e prepare-se, porque o próximo ano vai marcar MUITAS mudanças (incríveis) aqui no the jobs. |
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O que você achou dessa edição?(escreva sua opinião depois de escolher uma opção) |
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Nos encontramos na semana que vem (ou ano que vem? risos) e espero que você consiga traduzir essa edição para o seu dia a dia. |
Se eu puder ajudar com algo, não hesite em me mandar uma DM e dizer que veio do the jobs. |
🆘 Ou, se for algo mais técnico, envie um email pra [email protected] e a gente resolve rapidinho. |
Um abraço e let’s f*cking go, |
Digo Lemos. |
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