Vacina causa autismo? Entenda uma das maiores fraudes científicas da história | DAQUI PRA FRENTE É SÓ PRA TRÁS |  | (Imagem: Axios | Reprodução) |
| Quando o assunto é vacina, logo já surgem polêmicas. E não é de hoje. Um exemplo disso foi a revolta da vacina, que aconteceu no Brasil em 1904. | Muitos têm a noção de que fake news relacionada à saúde é algo contemporâneo… Mas elas sempre estiveram aqui. | E hoje vamos falar sobre uma das maiores fake news da história: a de que vacinas causam autismo. | 🩺 Essa ideia foi espalhada a partir de um “artigo científico” publicado em 1998, no qual um estudo incluiu 12 crianças, que apresentavam sinais de autismo e inflamação intestinal grave. |
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| No entanto, a pesquisa possui inúmeras inconsistências e já foi refutada pela comunidade científica. | O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento que acomete uma a cada 100 crianças no mundo, segundo dados da OMS. Devido às suas manifestações variadas, a condição acaba sendo alvo de muita desinformação. | E a casa caiu! | Em 2004, um repórter investigativo descobriu a verdade: havia um conflito de interesse entre o estudo e um pedido de patente do principal pesquisador, Andrew Wakefield. | O médico havia encaminhado um pedido de patente para um novo imunizante contra o sarampo, que concorreria com a tríplice viral. |
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| Era justamente essa vacina que seria criticada na pesquisa. Além disso, recebeu suborno para disseminar a ideia. | Acontece que os principais envolvidos no estudo não tiveram um bom fim: | 🚫 Wakefield foi judicialmente proibido de exercer a Medicina por irresponsabilidade com a profissão. | 🪦 O americano Jeff Bradstreet foi misteriosamente encontrado morto |
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