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bom dia. em tempos de redes sociais, vale lembrar: não compare a sua vida aos stories ou posts de alguém. lá, tudo é feliz e perfeito. no entanto, o mundo real é bem diferente. |
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OMS elege “saúde materna e neonatal” para tema do Dia Mundial da Saúde |
BIG STORY |
 | (Imagem: Axios) |
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O ano das mamães! Todos os anos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) escolhe uma espécie de “tema especial” para o Dia Mundial da Saúde. |
Em 2025, o tema não poderia ser mais pertinente: “Saúde Materna e Neonatal”. Afinal, se tratarmos onde tudo começa, as próximas gerações certamente colherão bons frutos.
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Então, a partir do lema "Começos saudáveis, futuros esperançosos", governos e comunidades médicas são convocados para agir contra as mortes evitáveis de mães e bebês. |
Sobre o problema |
Muitas mulheres morrem na gravidez devido a complicações como hemorragias intensas, infecções graves, pré-eclâmpsia, partos obstruídos e problemas cardíacos pré-existentes não tratados adequadamente. |
Esses riscos são agravados pela falta de acesso a cuidados médicos qualificados — especialmente em regiões pobres, rurais ou durante emergências humanitárias. |
🩺 Além disso, bebês frequentemente morrem prematuramente devido às complicações relacionadas à prematuridade, como infecções adquiridas no parto ou asfixia neonatal. |
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Contudo, é essencial diferenciar os problemas “evitáveis” dos “inevitáveis”… E é aí que mora o problema. Acontece que a maioria das complicações surge de problemas evitáveis, como a falta de acesso a um acompanhamento pré-natal adequado. |
Segundo o presidente da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, as estatísticas podem ser consideradas alarmantes. Veja algumas abaixo. |
Cerca de 300 mil mulheres morrem anualmente por complicações relacionadas à gravidez; Mais de 2 milhões de recém-nascidos perdem a vida antes do primeiro mês; Cerca de 1,9 milhão de bebês nascem sem vida; Estima-se que uma “morte evitável” de mãe ou filho ocorra a cada 7 segundos ao redor do mundo.
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Ainda assim, a história não para por aí. |
Isso porque também existe um risco materno invisível, que muitas vezes não é mensurado em estatísticas como estas. |
A saúde das mulheres vai além da sobrevivência ao parto. Cuidados de qualidade, físicos e emocionais, devem ser garantidos antes, durante e após o nascimento do bebê. |
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Isso inclui atenção à saúde mental, doenças crônicas e acesso eficaz ao planejamento familiar. No entanto, essa está longe de ser a realidade da maioria das mulheres ao redor do mundo. |
Para mudar o cenário atual, é preciso conscientizar a população e os governos a respeito das atuais falhas dos sistemas de saúde. |
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Brasil realiza a primeira neurocirurgia para tratar a obesidade |
RESEARCH |
 | (Imagem: Hospitais Brasil) |
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🇧🇷 É do Brasil! Ivan dos Santos Araújo, de 38 anos, tornou-se o primeiro paciente a passar por uma cirurgia cerebral experimental para tratar a obesidade mórbida. |
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Segundo os médicos envolvidos, a técnica é fruto de uma parceria com a Universidade da Pensilvânia, e já havia sido aprovada pelo Conselho Nacional de Ética e Pesquisa desde 2018. |
Sobre a condição |
Obesidade mórbida é caracterizada pelo excesso extremo de gordura corporal, geralmente identificada por um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 40 kg/m². |
Esse nível excessivo de peso afeta significativamente a saúde, aumentando os riscos de doenças cardíacas, diabetes tipo 2, apneia do sono e problemas articulares. |
🩺 A obesidade mórbida é geralmente causada por uma combinação complexa de alimentação inadequada, sedentarismo, fatores genéticos e hormonais. |
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Quanto ao tratamento… Geralmente envolve mudanças no estilo de vida. No entanto, alguns casos podem exigir estratégias mais invasivas (como cirurgias) ou tratamento farmacológico. |
De volta à cirurgia cerebral… |
O procedimento consiste em implantar eletrodos na parte periférica do núcleo accumbens, especificamente na região chamada Shell. |
🩺 Essa área do cérebro está relacionada ao prazer e à recompensa, influenciando diretamente a compulsão alimentar. |
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Portanto, sua ativação libera neurotransmissores como a dopamina, que podem proporcionar uma sensação de saciedade e bem-estar ao paciente. |
Por falar em bem-estar… Ivan, que pesa atualmente 183 kg, luta contra a obesidade desde a infância e já tentou diversos tratamentos, mas não teve sucesso. |
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Além de Ivan, outros quatro pacientes farão parte do estudo, o que pode abrir portas para a validação da técnica no futuro. |
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O que você deveria ficar por dentro… |
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Especialista em longevidade afirma ter reduzido a própria idade biológica em 15 anos |
HEALTHCARE |
 | (Imagem: Estado de Minas) |
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Como viver mais? Bem, estaríamos mentindo se falássemos a vocês que temos uma fórmula mágica para a longevidade. No entanto, a adoção e a exclusão de determinados hábitos pode ajudar (e muito) no processo. |
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Sua história |
Formado pela Harvard Medical School, ele acumula uma vasta experiência com pesquisa científica, e atualmente é professor na University of California (UCLA). |
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Se fôssemos falar sobre tudo o que Verdin pensa a respeito de longevidade, seria mais fácil escrever um livro. risos. Portanto, vamos falar sobre três “regras” que o pesquisador leva para a própria vida. |
Ultraprocessados | Verdin evita alimentos que não reconhece na forma natural ou que não possam ser preparados facilmente em casa. | Esses produtos frequentemente têm altas concentrações de açúcar, sódio, aditivos artificiais, e estão associados ao aumento do risco de doenças cardíacas, câncer e obesidade. |
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| Sucos de fruta | Embora as frutas sejam saudáveis, Eric não as consome em forma de suco. | O motivo? Os sucos perdem as fibras essenciais das frutas, causando picos rápidos de açúcar no sangue. | Portanto, é preferível consumir frutas inteiras, para aproveitar todos os seus nutrientes. |
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Álcool | Após ficar um mês sem álcool durante a pandemia, Verdin percebeu grandes melhorias em sua energia e qualidade do sono. | Mesmo apreciando um bom vinho, optou por uma restrição ainda maior devido aos riscos da substância, associada a um maior risco de câncer e uma série de doenças crônicas. |
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Então, quer dizer que deveríamos seguir tudo isso para viver mais? A resposta é não. Estes são apenas alguns hábitos de um especialista em longevidade, baseados em evidências científicas. |
No entanto, sejamos sinceros. Não dá pra seguir à risca todas as “regras de longevidade” em 100% do tempo. Portanto, considere o que for aplicável à sua realidade e à sua rotina. |
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Farmácias europeias usavam múmias para tratar doenças no século XII |
WORLD HEALTH |
 | (Imagem: Indian Express) |
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Sim, você leu certo. Entre os séculos XII e XVII, farmácias europeias vendiam “remédios” contendo restos mortais de múmias à população. |
Tudo começou com um erro de tradução. Textos médicos árabes mencionavam o uso terapêutico do betume ("mūmiyā"), substância natural usada para tratar feridas. |
Porém, ao traduzir esses textos para o latim, estudiosos europeus confundiram "mūmiyā" com múmias egípcias, acreditando que os corpos embalsamados tinham poderes curativos semelhantes.
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Essa confusão gerou um comércio intenso de restos humanos pulverizados, roubos de sepulturas e até mesmo corpos recém falecidos que foram retirados da forca. |
A “Medicina das Múmias” |
🩺 Por incrível que pareça, médicos prescreviam múmia para curar desde epilepsia e melancolia até hemorragias internas e tuberculose. |
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Além disso, comerciantes vendiam o pó de múmia ao lado de outros produtos macabros, como pó de crânio e gordura humana destilada. |
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Contudo, a ascensão da ciência empírica e da anatomia contribuiu para a queda da múmia como remédio. Hoje, o uso medicinal de múmias soa grotesco. |
Ainda assim, histórias como esta mostram que a fronteira entre a ciência e a superstição nem sempre foi tão evidente quanto gostaríamos de acreditar. |
Isso sem falar que essas histórias nos fazem pensar na seguinte questão: O que será que fazemos hoje que, daqui a 1000 anos, soará extremamente grotesco? |
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