BIG STORY |
Mais de 20% dos jovens usam cannabis ou álcool para conseguir dormir |
 | (Imagem: Axios) |
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😴 Dormir virou desafio… E mais de 20% dos jovens adultos nos Estados Unidos estão recorrendo a substâncias como cannabis e álcool para tentar resolver o problema, segundo um estudo da Universidade de Michigan. |
O levantamento, publicado na JAMA Pediatrics, analisou dados do “Monitoring the Future Panel Study” entre 2022 e 2023, envolvendo 1.473 participantes de 19 a 30 anos, todos acompanhados desde o ensino médio, entre 2010 e 2022. |
Entre os entrevistados, 22,4% admitiram usar cannabis ou álcool para dormir; A maconha apareceu como a mais usada, com 18,3% dos casos; O álcool representou 7,2%.
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Por que isso importa? |
Usar substâncias para dormir pode parecer inofensivo. No entanto, trata-se de um hábito que carrega riscos importantes. |
🩺 O uso frequente de cannabis ou álcool altera o ciclo natural do sono, piorando sua qualidade com o tempo. |
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Além disso, esses comportamentos estão ligados a maior risco de dependência e a problemas cognitivos ou emocionais. |
 | (Imagem: Carlos Nunez Linkedin Post) |
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Um problema mundial 🌍 |
Apesar do estudo em questão ter sido feito em uma população de jovens nos Estados Unidos, vale lembrar que o mundo inteiro vive uma verdadeira “epidemia” de insônia. |
Estudos recentes estimam que cerca de 852 milhões de adultos no mundo sofrem com insônia — equivalente a 16,2% da população adulta global. |
🩺 A insônia crônica está associada a maior risco de depressão, ansiedade, doenças cardíacas e prejuízos na memória e atenção. |
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Além disso, a falta de sono afeta o sistema imunológico, o metabolismo e a qualidade de vida, tornando-se um problema de saúde pública com impactos individuais e sociais significativos. |
O que fazer? |
Recorrer a substâncias pode parecer uma solução rápida, mas compromete o equilíbrio neuroquímico responsável pelo sono restaurador. |
Para resolver o problema, a higiene do sono — um conjunto de hábitos que ajudam o corpo e o cérebro a se prepararem para dormir — pode ser uma aliada poderosa. Isso inclui: |
Manter horários regulares; Evitar luz intensa e telas à noite; Reduzir cafeína e álcool no fim do dia; Criar um ambiente escuro e silencioso.
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Esses ajustes reforçam o ritmo circadiano e melhoram a qualidade do sono sem a necessidade de qualquer intervenção farmacológica. |
Em casos persistentes, é importante procurar ajuda médica, que poderá investigar possíveis causas e orientar o tratamento mais adequado. |
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TRENDING TOPICS |
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RESEARCH |
Ter filhos e amamentar podem reduzir o risco de câncer de mama |
 | (Imagem: Shutterstock) |
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Por um bom tempo, a ciência se perguntou: por que mulheres que são mães têm, em média, um risco menor de ter câncer de mama do que as que não são? |
Agora, um novo estudo, realizado por cientistas da Universidade de Melbourne, revela como gravidez e amamentação deixam uma “marca protetora” no corpo feminino, diminuindo o risco do câncer de mama triplo-negativo. |
Sobre a condição O câncer de mama triplo-negativo é um subtipo agressivo que não apresenta receptores de estrogênio, progesterona nem HER2 — alvos comuns em tratamentos hormonais. Por esse motivo, responde mal às terapias convencionais — e tende a crescer mais rápido. Além disso, é mais frequente em mulheres jovens e possui maior risco de recidiva nos primeiros anos após o diagnóstico. |
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Resultados da pesquisa |
Durante a gravidez e a amamentação, o sistema imunológico da mulher passa por mudanças que deixam células de defesa específicas, chamadas linfócitos T, armazenadas no tecido mamário. |
Essas células permanecem ativas por anos, funcionando como uma espécie de “vigilantes” contra alterações que poderiam evoluir para um câncer. O estudo mostrou que: |
Em mulheres que amamentaram, esses recursos imunológicos estavam mais presentes e ativos. O risco de câncer de mama, em geral, diminui cerca de 7% a cada filho que a mulher tinha; A cada cinco meses de amamentação, o risco é reduzido em aproximadamente 2% adicionais
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Isso indica que o corpo não apenas se adapta à maternidade, mas também constrói uma linha de defesa duradoura contra o câncer. |
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APRESENTADO POR VOA HEALTH |
Se a IA pudesse resolver um problema do seu dia a dia na saúde, qual seria? |
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Seja qual for sua escolha, a Voa, uma assistente de inteligência artificial criada por médicos, pode ajudar em todas elas. |
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WORLD HEALTH |
População idosa americana tem alta de 9.000% em mortes por overdose de fentanil |
 | (Imagem: O Globo) |
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Sim, você leu certo. As mortes por overdose de fentanil misturado com estimulantes — como cocaína e metanfetamina —, que antes era visto como um problema de jovens, dispararam 9.000% entre adultos com 65 anos ou mais. |
É isso que mostrou um novo estudo, que analisou 404.964 certificados de óbito relacionados ao fentanil nos EUA entre 1999 e 2023, com base nos dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). |
Contextualizando… O fentanil é um opioide sintético extremamente potente, usado principalmente para tratar dores intensas, como as causadas por câncer ou cirurgias. Ele é até 100 vezes mais forte que a morfina, o que aumenta seu risco de overdose, especialmente quando misturado com outras substâncias como cocaína ou álcool. |
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Por que isso está acontecendo? |
A partir de 2015, o fentanil começou a ser produzido em massa por laboratórios clandestinos e passou a ser misturado ilegalmente a outras drogas, muitas vezes sem que o usuário soubesse. |
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Idosos, por terem metabolismo mais lento e usarem vários medicamentos ao mesmo tempo, ficam ainda mais vulneráveis a esses efeitos. |
Por conta disso, a mensagem dos autores é clara: é urgente incluir os idosos nas estratégias de prevenção e nas políticas públicas de enfrentamento à crise de opióides. |
A percepção de que o envelhecimento protege contra o vício está ultrapassada — e pode custar vidas. |
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