BIG STORY |
Anvisa aprova medicamento inédito para sintomas da menopausa |
 | (Imagem: Clinical Trials Arena) |
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Mulheres que já ouviram a frase "a terapia hormonal não é para você" sabem bem o "beco sem saída" que isso pode representar. |
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Por que isso importa? O Brasil tem o dobro da média global de mulheres com sintomas intensos — e, ainda assim, não tinha nenhuma alternativa à reposição hormonal. |
Para se ter uma ideia, enquanto a média global de mulheres entre 40 e 65 anos com sintomas vasomotores intensos é de 15,6%, por aqui esse índice chega a 36,2%. |
O que acontece no corpo feminino? 🩺 |
Durante a menopausa, a queda nos níveis de estrogênio desregula o hipotálamo, região do cérebro que funciona como “termostato” do corpo. |
🩺 O resultado são as ondas de calor: episódios súbitos de calor intenso, rubor e suor que podem ocorrer dezenas de vezes ao dia — e que interrompem o sono e prejudicam a qualidade de vida. |
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A solução tradicional é a terapia de reposição hormonal, que funciona bem e possui evidências científicas robustas, mas que não serve para todas. Mulheres com histórico de câncer de mama, trombose ou certas doenças cardiovasculares, por exemplo, precisam evitar essa abordagem. |
Como o novo medicamento age 💊 |
Na menopausa, a ausência de estrogênio faz com que um neurotransmissor chamado neurocinina B passe a disparar sinais excessivos em uma região específica do hipotálamo, provocando as ondas de calor. |
O fezolinetanto age bloqueando o receptor NK3, que é justamente o "botão" que a neurocinina B aperta para acionar esse alarme térmico. Sem esse gatilho, o hipotálamo para de mandar sinais de calor de forma descontrolada. |
🩺 O resultado é uma regulação térmica mais estável, sem que nenhum hormônio precise ser introduzido no organismo. |
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Para um país onde mais de um terço das mulheres na meia-idade convive com sintomas intensos, a aprovação representa a primeira alternativa real em décadas. |
PS: O medicamento já havia sido aprovado pelo FDA americano em 2023 e chega ao Brasil com evidências ainda mais robustas. |
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RESEARCH |
“Oversleeping” pode ser um problema para idosos |
 | (Imagem: Axios) |
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Um novo estudo revelou que homens com mais de 60 anos que dormem mais de nove horas por noite têm risco significativamente maior de perder mobilidade. |
A pesquisa, que acompanhou mais de 3.200 pessoas nessa faixa etária ao longo de 8 anos, foi conduzida pela UFSCar em parceria com a University College London. |
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Para se ter uma ideia, os homens com padrão de sono prolongado chegaram a perder até 25% da velocidade de caminhada no período, enquanto as mulheres não apresentaram o mesmo declínio. |
O ponto central, no entanto, não é a quantidade de horas dormidas, mas o que elas escondem. |
🩺 Quem dorme mais de nove horas tende a ter um sono fragmentado, com menos fases profundas, o que compromete diretamente a liberação de testosterona, hormônio essencial para a manutenção da massa muscular em homens idosos. |
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Esse padrão também agrava o inflammaging, uma inflamação de baixo grau inerente ao envelhecimento, resultando em degradação muscular, queda na síntese proteica e redução de força. |
O que levar disso? |
Por se tratar de um estudo observacional, a associação encontrada entre sono e diminuição de mobilidade não necessariamente possui relação de causalidade. |
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Para idosos, o sono ideal fica entre seis e nove horas. Dormir além disso pode ser o corpo sinalizando algo que ainda não foi dito em voz alta. |
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APRESENTADO POR ENSINO EINSTEIN |
A IA já economiza 16 dias úteis por ano na saúde |
 | (Imagem: Grey’s Anatomy | Reprodução) |
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Chocante, né? Mas a questão não é só o tempo que a tecnologia devolve: é como transformá-lo em melhor experiência, menos riscos e mais conexão para o paciente. |
Essa é uma das perguntas que guia o Fórum Latino-Americano de Qualidade e Segurança na Saúde, promovido pelo Ensino Einstein com o IHI. Serão centenas de especialistas discutindo IA generativa, interoperabilidade, uso ético da tecnologia e outros temas que moldam o futuro da saúde. 👉 Clique aqui e faça parte dessa conversa. |
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BELIEVE IT OR NOT |
Ele foi considerado morto e hoje leva a Noruega para o mata-mata da Copa |
 | (Imagem: Marca) |
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🇳🇴 Acredite se quiser. Ståle Solbakken, técnico que comanda a Noruega na Copa do Mundo de 2026, foi considerado morto por sete minutos em 2001. |
Em março daquele ano, ele era meio-campista do Copenhagen quando desabou inanimado e teve uma parada cardiorrespiratória durante um treino da seleção norueguesa. |
O médico do clube, Frank Odgaard, conduziu as manobras de reanimação que restabeleceram o pulso do atleta. |
🩺 Após ser reanimado, Solbakken foi levado às pressas para o hospital, onde ficou em coma por 30 horas antes de recuperar a consciência. |
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Segundo a equipe hospitalar, a rapidez do atendimento médico foi, literalmente, o que separou sua história de um obituário. |
Do campo ao banco 🩺 |
No mesmo ano da parada cardíaca, Solbakken encerrou a carreira de jogador, mas jamais deixou de viver o futebol. |
Ao longo do tempo, construiu uma trajetória de prestígio como treinador, passando por clubes da Noruega, Dinamarca e Alemanha, antes de assumir a seleção de seu país em 2021. |
Sob seu comando, a Noruega voltou a uma Copa do Mundo pela primeira vez em 28 anos e chegou com uma campanha nas eliminatórias que beirou a perfeição. |
PS: A causa específica da PCR de Solbakken não foi divulgada publicamente. Existem especulações clínicas, mas nenhuma delas foi confirmada. |
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