BIG STORY |
1 em cada 5 gestantes brasileiras não recebem cuidado mínimo no pré-natal |
 | (Imagem: pinterest) |
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🇧🇷 Muito a evoluir. Embora quase todas as gestantes brasileiras realizem pelo menos uma consulta de pré-natal, uma em cada cinco não atinge o mínimo de sete consultas recomendadas pelo Ministério da Saúde. |
Na prática, a cobertura total cai de 99,4% na primeira consulta para apenas 78,1% na sétima. |
Os dados são de um estudo conduzido pela Universidade Federal de Pelotas, com base em mais de 2,5 milhões de nascimentos registrados em 2023. |
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Sobre o problema 🩺 |
A gestação é um processo de transformações fisiológicas intensas e contínuas, e complicações como hipertensão, diabetes gestacional e infecções podem surgir ao longo dos meses, sem sintomas evidentes. |
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Cada consulta representa uma janela de oportunidade para identificar alterações precocemente — e intervir antes que se tornem emergências. |
🩺 Sem esse acompanhamento regular, riscos como parto prematuro, baixo peso ao nascer, pré-eclâmpsia e morte materna aumentam de forma significativa. |
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Em outras palavras, a primeira consulta abre a porta, mas são as seguintes que mantêm a mãe e o bebê seguros até o fim. |
Um zoom no problema 🔍 |
Enquanto 86,5% das mulheres com maior nível de instrução atingem as sete consultas, menos da metade das mulheres sem escolaridade (44,2%) consegue alcançar o cuidado recomendado. |
 | (Imagem: The News Studios) |
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No recorte racial, a exclusão indígena é a mais severa: apenas 51,5% das gestantes indígenas completam as sete consultas, contra 84,3% das brancas. |
🩺 Além disso, apenas 19% das indígenas sem escolaridade completam sete consultas, enquanto 88,7% das brancas com 12 anos ou mais concluem o pré-natal. |
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Quando analisamos os extremos do ponto de vista regional, a Região Norte tem a cobertura mais baixa, com 63,3% das gestantes chegando às sete consultas; o melhor resultado aparece no Sul, com 85%. |
Por fim, ao analisar a idade das gestantes, foi observado que entre adolescentes menores de 20 anos, apenas 67,7% realizam o ciclo completo. |
Por que isso importa? |
Sete não é um número arbitrário, mas sim o mínimo de consultas necessário para acompanhar condições que colocam a vida da mãe e do bebê em risco. |
Nas últimas décadas, o Brasil praticamente universalizou o acesso à primeira consulta — e isso já é uma grande vitória. No entanto, a continuidade do cuidado é tão importante quanto o acesso. Ou seja, o país ainda tem muito a melhorar. |
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APRESENTADO POR FACULDADE SÍRIO-LIBANÊS |
Desafio: achar um espaço vazio na sua agenda |
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É tanta coisa que você pisca… e a semana acabou. Entre plantões, o piloto automático liga e mal dá tempo de dormir; quem dirá estudar. E aí vem ela: a sensação de ficar para trás. |
Mas a culpa não é sua. Segundo dados, o conhecimento médico dobra a cada 73 dias. Ou seja, é quase impossível acompanhar tudo por conta própria, só que a responsabilidade clínica da sua conduta permanece. |
Como a rotina na saúde não pausa, o estudo deve (de alguma forma) acompanhar. Os cursos de curta duração da Faculdade Sírio-Libanês resolvem essa equação: em poucas horas semanais, você garante atualização prática, convivência com grandes referências e o selo de excelência do Hospital Sírio-Libanês. A oportunidade está aqui. |
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RESEARCH |
Esteira com IA pode prever Alzheimer e Parkinson antes dos sintomas |
 | (Imagem: Linkedin) |
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Cientistas da Universidade de Caen, na França, desenvolveram um dispositivo semelhante a uma esteira ergométrica capaz de detectar sinais precoces de doenças neurodegenerativas. |
O objetivo é identificar riscos antes mesmo que qualquer sintoma clínico apareça, criando uma janela de oportunidade que muda completamente as possibilidades de prevenção. |
Nos testes realizados, a ferramenta triplicou a probabilidade de prever o desenvolvimento de transtornos como Alzheimer e Parkinson. |
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Como funciona? |
A esteira é equipada com plataformas de força que medem como o peso é distribuído a cada passo, revelando padrões sutis na marcha que são invisíveis ao olho humano. |
Ao mesmo tempo em que caminha, o paciente realiza tarefas cognitivas simultâneas, como identificar palavras e cores, avaliando a capacidade do cérebro de dividir a atenção. |
🩺 Essa habilidade é uma das primeiras a se deteriorar nas fases iniciais de doenças neurodegenerativas. |
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Câmeras e sensores captam ângulos das articulações, tempo de reação e padrões vocais, enquanto algoritmos de IA analisam tudo em conjunto. |
O resultado é um perfil locomotor individual, e qualquer desvio do padrão saudável pode sinalizar risco antes que os primeiros sintomas apareçam. |
Próximos passos |
A ferramenta já está sendo adaptada para uso em consultórios, com uma versão simplificada que utiliza três iPhones para filmar o paciente caminhando por cinco minutos. |
Em breve, será testada em centenas de pacientes de hospitais franceses e pode chegar aos consultórios médicos do país em até dois anos. |
Vale lembrar: segundo os próprios desenvolvedores, quase 75% das doenças neurodegenerativas podem ser evitadas quando detectadas cedo o suficiente. |
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APRESENTADO POR CARE PLUS OCUPACIONAL |
Sua gestão de saúde ocupacional é um processo lento ou um motor de eficiência? |
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Gerenciar exames admissionais, periódicos e demissionais, além de laudos e obrigações legais, consome tempo do RH e, muitas vezes, é visto apenas como custo. Mas esses dados são, na verdade, uma mina de ouro de informações estratégicas. |
A Care Plus Ocupacional transforma essa gestão em estratégia através de tecnologia de ponta, oferecendo ao RH controle e visão em tempo real sobre a saúde da equipe, com dashboards inteligentes que transformam dados em insights. Com processos digitais e agendamentos via WhatsApp, eles reduzem a burocracia e aumentam a eficiência. |
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BRAZIL HEALTH |
Anvisa nega registro de três novos concorrentes do Ozempic |
 | (Imagem: Pinterest) |
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Quem esperava por versões mais baratas, talvez tenha que continuar esperando. A Anvisa negou os pedidos de registro de três novos medicamentos à base de semaglutida — princípio ativo do Ozempic e do Wegovy — e de liraglutida. |
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União, e envolve solicitações das farmacêuticas indianas Cipla e Dr. Reddy's. |
Sobre os medicamentos 🩺 A semaglutida e a liraglutida pertencem à classe dos agonistas do receptor de GLP-1, substâncias que imitam um hormônio intestinal responsável por regular o apetite e o controle da glicose no sangue. Ambas são indicadas para o tratamento de diabetes tipo 2 e, em situações específicas, da obesidade. Ao retardar o esvaziamento do estômago e agir em áreas do cérebro ligadas à saciedade, reduzem significativamente a ingestão de alimentos. |
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Por que os pedidos foram negados? |
Na prática, as solicitações não atenderam a todos os requisitos técnicos exigidos para comprovação de eficácia, segurança e qualidade dos produtos. |
Os medicamentos foram avaliados pela “via de desenvolvimento abreviado”, que permite o uso de dados consolidados e estudos de terceiros para agilizar o processo de aprovação. |
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Atualmente, não existem concorrentes aprovados para a semaglutida no Brasil, mesmo com a patente da semaglutida vencida em março deste ano e 16 pedidos de registro diferentes na Anvisa. |
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