BIG STORY |
Nova gripe gera alerta da OMS para 2026 |
 | (Imagem: BBC) |
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Em meio aos preparativos para o inverno de 2025 no Hemisfério Norte, um subtipo do vírus da gripe voltou ao radar internacional. |
O alerta, disparado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aponta para a rápida disseminação de uma nova variante do influenza A (H3N2), identificada como subclado K — ou J.2.4.1 —, que já circula em diferentes países. |
Embora, até o momento, não haja evidências de maior gravidade clínica, o ritmo acelerado de disseminação preocupa especialistas. |
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Contextualizando… |
A chamada “gripe K” não representa um vírus inédito, mas sim a evolução natural de um velho conhecido: o influenza A, famoso por sofrer mutações frequentes — o que mantém as autoridades sanitárias em alerta a cada temporada. |
O subclado K apresenta alterações genéticas específicas em relação às variantes anteriores; Desde agosto de 2025, sua presença em amostras analisadas por laboratórios tem crescido de forma consistente, o que levou a OMS a emitir um comunicado oficial.
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A principal preocupação está na coincidência entre o avanço dessa variante e o início do inverno no Hemisfério Norte, período historicamente associado a picos de gripe e outras infecções respiratórias. |
Países europeus, por exemplo, já observaram uma temporada de gripe começando antes do esperado, com predomínio do H3N2 tanto na atenção primária e em hospitais. |
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Até o momento, a OMS mantém sua recomendação: vacinar-se continua sendo a melhor forma de proteção coletiva. |
Mesmo com dúvidas sobre a eficácia exata da vacina contra a nova variante, dados preliminares indicam boa performance na prevenção de hospitalizações. | Entre crianças de 2 a 17 anos, a proteção chega a 75%; já em adultos, varia de 30% a 40%, dependendo do grupo e da região. |
|  | (Imagem: Waffle Studios) |
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🇧🇷 E no Brasil? No dia 12 de dezembro, o Ministério da Saúde confirmou a chegada da variante ao país. Segundo as autoridades, o caso foi identificado em amostras laboratoriais analisadas no estado do Pará. |
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O que esperar para 2026? |
Na maioria dos casos, os sintomas da gripe são leves e costumam desaparecer em cerca de uma semana. |
No entanto, alguns grupos apresentam maior risco de complicações, como crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas.
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Profissionais de saúde também merecem atenção especial, tanto pelo risco de exposição quanto pelo potencial de transmissão a pacientes mais vulneráveis. |
Em resumo: a evolução da gripe não é novidade, mas o surgimento de variantes com maior capacidade de disseminação exige monitoramento constante e respostas rápidas. |
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GAME DO ESTAGIÁRIO |
Qual dessas afirmações é verdadeira? |
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STAY HEALTH |
O sistema de saúde britânico está apostando em… risadas |
 | (Imagem: Patch Adams) |
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Imagine sair do consultório médico com uma receita pouco convencional: um curso de stand-up comedy. Para um número crescente de britânicos, essa tem sido a proposta — e, surpreendentemente, tem funcionado. |
Mohan Gupta é um desses casos. Engenheiro por formação e ex-monge, ele jamais havia se imaginado fazendo os outros rirem. |
Após uma crise nervosa e o diagnóstico de esquizofrenia paranoide, Gupta recebeu do sistema público de saúde britânico (NHS) algo inusitado: uma prescrição para o curso Comedy on Referral, voltado a transformar dor em piada. |
Não é novidade que rir faz bem 😂 |
Estudos mostram que o riso reduz o estresse, fortalece o sistema imunológico, melhora a função cardiovascular e até a concentração. |
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É nesse contexto que surgem programas como o de Gupta. O curso, com duração de 10 semanas, ensina os participantes a escrever e apresentar uma rotina cômica de 10 minutos, baseada em suas próprias vivências. |
Criado em 2020 pela comediante Angie Belcher, o projeto foi o primeiro dessa natureza a receber financiamento oficial do NHS. |
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Segundo ela, todos carregam um “núcleo de dor” que, quando bem trabalhado, pode se transformar em comédia. |
Isso não significa banalizar o sofrimento, mas reconhecer que encontrar humor nas adversidades é, por vezes, uma forma de sobreviver a elas.
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Mas… por ser uma prática considerada “pouco convencional”, o financiamento do projeto gerou polêmica e foi criticado por parte da população. |
E você, é a favor de que sistemas públicos de saúde financiem cursos de comédia como parte do tratamento de pacientes? |
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APRESENTADO POR EINSTEIN PREPARA |
A conta que não fecha na Medicina |
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Entre 2023 e 2024, foram 32.611 médicos recém-formados, enquanto havia apenas 16.189 vagas de Residência Médica, ou seja, menos da metade. |
Isso mostra que não basta dominar conteúdos. É preciso saber enfrentar processos seletivos cada vez mais complexos. É aqui que o Einstein Prepara entra. |
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WORLD HEALTH |
Por que milhares de fazendeiros americanos têm Parkinson? |
 | (Imagem: Mlive) |
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Paul lembra o início de tudo. Sua mão, antes firme, passou a tremer. Parecia algo passageiro, mas anos depois veio o diagnóstico: doença de Parkinson. |
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Hoje, aos 83 anos, Paul afirma ter descoberto a possível origem de sua doença: décadas pulverizando um pesticida chamado paraquat em seu pomar de pêssegos, em Michigan. |
Do que se trata? |
Usado como herbicida desde a década de 1960, o paraquat é considerado um dos pesticidas mais tóxicos do mundo — uma quantidade mínima ingerida pode ser fatal. |
A fabricante Syngenta, controlada por uma empresa estatal chinesa, afirma que o produto é seguro “quando usado corretamente”. |
No entanto, diversos países já proibiram seu uso, incluindo a própria China (onde é produzido) e o Reino Unido. Por outro lado, os Estados Unidos ainda permitem sua comercialização. |
🩺 O paraquat gera espécies reativas de oxigênio nos neurônios, causando estresse oxidativo que danifica mitocôndrias, proteínas e o DNA celular. |
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Esse processo leva à morte das células produtoras de dopamina, prejudicando o controle dos movimentos e favorecendo o desenvolvimento do Parkinson em humanos. |
Onda de processos |
Atualmente, há mais de 6.400 ações judiciais contra a Syngenta e a Chevron em curso apenas no estado de Illinois. |
Outras 1.300 ações estão em aberto na Pensilvânia, 450 na Califórnia, além de casos distribuídos por outros tribunais do país. Em 2021, a Syngenta pagou US$ 187,5 milhões para encerrar parte dos processos — sem admitir culpa.
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Apesar da pressão, nenhuma dessas ações chegou a julgamento. Muitas foram encerradas por questões processuais, enquanto outras foram resolvidas por acordos. |
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