BIG STORY |
Sepse é responsável por 11 milhões de mortes anualmente |
 | (Imagem: Hilab) |
|
Para quem não sabe, 13 de setembro é o Dia Mundial da Sepse, condição anteriormente conhecida como infecção generalizada, mas e que continua sendo uma das principais causas de morte no mundo. |
🌍 Mais de 11 milhões de mortes por ano no mundo; 🇧🇷 Mais de 400 mil casos anuais no Brasil, com taxa de mortalidade que chega a 60%.
|
E o pior? A maioria dessas mortes poderia ser evitada. |
Sobre a condição 🩺 |
A sepse é uma resposta desregulada do organismo a uma infecção, que pode ser causada por bactérias, vírus, fungos ou protozoários. |
Ao tentar combater o agente infeccioso, o corpo libera substâncias inflamatórias que, em excesso, acabam danificando tecidos e órgãos. Essa reação pode comprometer rins, pulmões, coração e até o cérebro, levando à falência múltipla de órgãos. |
🏥 A sepse pode surgir tanto durante uma internação hospitalar quanto a partir de infecções comuns, como pneumonia ou infecção urinária. ⏱️ O diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento (antibióticos e suporte clínico) são cruciais para aumentar as chances de sobrevivência.
|
Em termos comparativos… |
A disparidade entre a mortalidade por sepse no Brasil e em países desenvolvidos é gritante. Na Noruega, por exemplo, a taxa é mais de 3x menor do que a registrada aqui. |
 | (Imagem: Waffle Studios) |
|
Essa diferença se explica, em grande parte, pela rapidez e eficiência no atendimento. Em países desenvolvidos, há protocolos bem estabelecidos para identificar a sepse ainda nos estágios iniciais, permitindo que o tratamento comece imediatamente. |
🩺 Este momento é chamado de “hora de ouro” — a primeira hora após o diagnóstico. |
|
|
Nela, a administração de antibióticos e suporte clínico aumenta drasticamente as chances de sobrevivência. |
Mobilização global 🌍 |
O Dia Mundial da Sepse é uma campanha organizada pela Global Sepsis Alliance. |
No Brasil, as ações são coordenadas pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), com foco na educação da população e capacitação de profissionais de saúde. |
|
|
TRENDING TOPICS |
O que você deveria ficar por dentro… |
🩺 Bolsonaro diagnosticado com câncer. Laudo do ex-presidente indica quadro de carcinoma |
💉 Você pode votar. Consulta pública avalia a inclusão da vacina contra herpes-zóster no SUS |
☀️ Polêmico. Entenda o escândalo do protetor solar na “capital do câncer de pele” |
😧 Está dando o que falar. Fumaça tóxica está vazando dentro de aviões, deixando tripulantes e passageiros doentes |
🇺🇸 Mais gastos com saúde. Amazon investe US$ 1 bilhão para aumentar salários e reduzir custos de saúde para trabalhadores nos Estados Unidos |
🇧🇷 Excelente notícia. Brasil avança em direção à certificação internacional de eliminação da transmissão vertical do HIV |
🦴 Simplesmente espetacular. “Pistola de cola” imprime enxertos ósseos diretamente em fraturas durante cirurgia |
|
RESEARCH |
Por que há pessoas mais “atraentes” para mosquitos do que outras? |
 | (Imagem: Smithsonian Magazine) |
|
Se você já voltou de uma caminhada cheio de picadas de mosquito, enquanto seus amigos saíram ilesos, saiba que isso não é impressão. |
Estima-se que cerca de 20% das pessoas sejam sistematicamente mais atraentes para os mosquitos — e a explicação pode estar no sangue, no suor e até no cheiro da pele. |
Acontece que mosquitos localizam seus alvos inicialmente pelo dióxido de carbono (CO₂) presente na respiração, que pode ser detectado a até 30 metros de distância. |
Pessoas que exalam mais CO₂ — seja por características metabólicas ou por esforço físico — tendem a ser alvos preferenciais. Quando se aproximam, eles recorrem a sensores que identificam compostos no suor humano, como ácido lático, amônia e certos ácidos graxos.
|
Na prática, esses compostos variam de pessoa para pessoa e atuam como atrativos bioquímicos. |
E o tipo sanguíneo? 🩸 |
Pessoas com sangue tipo O costumam ser picadas com mais frequência do que aquelas com sangue tipo A. |
Isso acontece porque muitos indivíduos secretam substâncias relacionadas ao grupo sanguíneo no suor e na pele, formando uma espécie de “assinatura química” que os mosquitos conseguem detectar. |
Esses são apenas dois fatores entre muitos outros que influenciam as picadas. Se quiser se aprofundar, aqui vai um material completo sobre o tema. |
|
|
HEALTHTECH |
Casais têm maior probabilidade de compartilhar transtornos psiquiátricos? |
 | (Imagem: Axios) |
|
Ao que tudo indica, a resposta é sim. É o que aponta um novo estudo publicado na revista Nature, no qual pesquisadores analisaram dados de mais de 6 milhões de casais em Taiwan, Dinamarca e Suécia. |
Primeiro, os cientistas cruzaram registros nacionais de saúde, relacionando diagnósticos psiquiátricos com vínculos conjugais ao longo de décadas. Em seguida, compararam a frequência de transtornos semelhantes dentro dos casais com o que seria esperado ao acaso. Por fim, validaram os padrões usando modelos estatísticos, garantindo que os resultados não fossem meramente fruto de coincidência.
|
O que foi descoberto? |
O estudo revelou que a probabilidade de um cônjuge ter o mesmo transtorno psiquiátrico do parceiro é até 3x maior do que o esperado ao acaso. Para se ter uma ideia: |
Esquizofrenia → correlação conjugal de 0,32 Depressão → 0,38 Transtorno bipolar → 0,39
|
Esses números representam o grau de semelhança entre cônjuges em relação a cada transtorno. Um valor de 0 indica nenhuma relação, e 1 indica correlação perfeita. |
Ainda assim, as perguntas que ficam são as mais interessantes: |
👉 Será que indivíduos com o mesmo transtorno psiquiátrico tendem a se casar? 👉 Ou será que o tempo de convivência pode influenciar o desenvolvimento do transtorno? |
Certamente, são questões difíceis de responder. Para quem quiser se aprofundar, aqui vai o artigo científico completo. |
|
|
AROUND THE WEB |
 | healthtimes.cc30K followers | |
|  | | healthtimes.cc | | Add a comment... |  |
|
|
|
|
🏥 Está dando o que falar. Vídeo que mostra uma situação ocorrida na UPA viraliza nas redes sociais |
🥹 Emocionante. Menino com paralisia se mexe pela 1ª vez, e os irmãozinhos gritam de alegria |
— |