BIG STORY |
Solidão pode aumentar risco de infarto e AVC |
 | (Imagem: Neuroscience News) |
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Nova epidemia inesperada? Para alguns especialistas, a resposta é sim — e eles têm motivo para isso. |
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E, recentemente, um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou que a falta de conexão social pode aumentar em 30% o risco de sofrer um AVC ou outras doenças cardíacas. |
Não é à toa que a conexão social virou um determinante de saúde tão relevante quanto a alimentação, o sono ou a atividade física para a OMS. |
🩺 Contextualizando A OMS separa dois conceitos parecidos. O isolamento social é a falta objetiva de contato, ou seja, ter poucos vínculos e pouca interação com outras pessoas. Já a solidão é o sentimento subjetivo e doloroso de se sentir desconectado, algo que pode acontecer até quando você está cercado de gente. Na prática, todos os seres humanos foram "programados para a conexão". Desde a infância, os relacionamentos moldam o cérebro, as emoções e até as chances de viver com saúde. |
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O mecanismo fisiopatológico 🫀 |
O cérebro lê o isolamento como uma ameaça e ativa o eixo do estresse, despejando cortisol na corrente sanguínea. |
Em doses crônicas, esse hormônio eleva a pressão arterial e mantém o corpo em um estado de inflamação de baixo grau, um fogo lento que nunca se apaga. |
Essa inflamação agride a parede das artérias e acelera a aterosclerose, o acúmulo de placas de gordura nos vasos. |
Quando uma dessas placas se rompe, forma-se um coágulo dentro do vaso. Se ele obstrui uma artéria do coração, vem o infarto. Se bloqueia um vaso cerebral, vem o AVC.
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A boa notícia é que vínculos se constroem com constância, não com grandes gestos. Logo, priorize contatos pequenos e frequentes, como uma ligação semanal ou um café com quem você só fala por mensagem. |
Além disso, entre em alguma atividade presencial de rotina fixa, seja um esporte, um curso ou um trabalho voluntário. O que importa é criar conexões reais. |
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APRESENTADO POR ENSINO EINSTEIN |
Você já ouviu falar na p53? 🧬 |
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Ela é chamada de "guardiã do genoma": antes da célula se dividir, essa proteína checa o DNA. Se encontra um erro, ela tenta corrigir e, se não der certo, elimina a célula para evitar que o dano se espalhe. Só então o crescimento é liberado. |
Infelizmente, nenhum sistema de saúde tem uma p53 embutida. Mas é possível construir algo similar através de processos, dados e conexões. |
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Para começar esse movimento, o 11ª Fórum Latino-Americano de Qualidade e Segurança na Saúde reúne líderes globais para discutir como equilibrar inovação tecnológica com os marcos regulatórios que garantem segurança ao paciente. |
👉 Faltam menos de duas semanas, mas ainda dá tempo de garantir a sua vaga clicando aqui. |
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GAME DO ESTAGIÁRIO |
Por que quase ninguém tem cócegas em si próprio? |
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WORLD HEALTH |
Parasita intestinal infecta milhares e bate recorde histórico nos EUA |
 | (Imagem: Pinterest) |
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Os Estados Unidos vivem o maior surto de ciclosporíase já registrado no país. Para se ter uma ideia, até 14 de julho, 34 estados somavam quase 7 mil casos da infecção, superando por muito o recorde anterior, que era de cerca de 4,7 mil casos, em 2019. |
Sobre a doença 🔬 |
A ciclosporíase é uma infecção intestinal causada pelo Cyclospora cayetanensis, um protozoário microscópico, invisível a olho nu. |
Depois de ingerido, ele invade as células do intestino delgado e provoca inflamação, o que derruba a capacidade do órgão de absorver água e nutrientes. |
🩺 Daí vem o sintoma que batizou o surto: diarreia aquosa, frequente e, em alguns casos, explosiva — além de cólicas, náuseas, perda de apetite e fadiga. |
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Da lavoura ao prato 🥬 |
Segundo o Departamento de Saúde de Michigan, o alface e outras folhas consumidas cruas são os principais “suspeitos” pelo aumento nos casos. |
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Dito isso, achar a origem é difícil porque a incubação passa de uma semana e o paciente já não lembra o que comeu. Não é à toa que, até o momento, nenhum tipo específico de hortaliça, produtor rural ou fornecedor tenha sido identificado como origem do surto. |
Por ora, o Departamento de Saúde dos EUA recomenda que as pessoas comprem pés inteiros de alface, descartem as folhas externas e lavem o resto em água corrente. |
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APRESENTADO POR MSD |
Jornada da HAP: O desafio de correr contra o tempo |
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A jornada de quem convive com a Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) costuma ser longa.¹'³ Por ter sintomas facilmente confundidos com o cansaço do dia a dia, como falta de ar, muitos pacientes levam anos rodando por consultórios até obter o diagnóstico correto.¹'²'³ |
Encurtar esse caminho é vital.² Quanto mais cedo a doença for identificada por meio de exames adequados, mais rapidamente o paciente poderá iniciar o tratamento correto, com potencial para melhorar sua qualidade de vida e retomar suas atividades cotidianas.²'³ |
A MSD apoia a conscientização para transformar e acelerar essa jornada. 👉 Entenda as etapas da jornada do paciente com HAP. |
*Consulte as referências aqui |
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BELIEVE IT OR NOT |
Ir ao cinema e ao museu pode ter um efeito rejuvenescedor |
 | (Imagem: The Merion) |
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🎭 Cultura como remédio. Um estudo publicado no Journal of Epidemiology and Community Health mostrou que idosos que frequentam cinema, museus e teatro têm um corpo que funciona como o de alguém três anos mais novo. |
Para isso, pesquisadores do Institute of Science Tokyo analisaram dados de 1.899 adultos com mais de 50 anos, acompanhados por um estudo populacional inglês entre 2004 e 2009. |
Quem participava de atividades culturais com regularidade tinha idade fisiológica média de 66,9 anos; Entre os que quase não participavam, a média era de 69,9 anos.
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O conceito central aqui é a idade fisiológica, ou seja, o quão bem o corpo funciona, independentemente dos anos no documento de identidade. Para calculá-la, enfermeiros mediram 10 indicadores de saúde física. |
🩺 Entre eles estavam a pressão arterial diastólica, a capacidade pulmonar, a hemoglobina glicada, o colesterol LDL, o IMC, a força de preensão da mão e a velocidade de caminhada. |
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Do outro lado, os participantes informavam com que frequência iam ao cinema, a museus e a teatros ou a concertos. A soma virava uma nota de engajamento cultural de 0 a 15. |
A hipótese de um “efeito protetor” |
Aqui a causa provável não é o museu em si, mas tudo o que vem junto com ele: sair de casa, caminhar e manter uma rotina. Ou seja, o efeito pode ser menos sobre cultura e mais sobre não estar parado. |
Mas é bom ter calma. Após ajustar por renda, emprego e doenças crônicas, cada ponto a mais na nota cultural foi associado a 31 dias a menos de idade fisiológica. |
Outro ponto de atenção é o fato de que se trata de um estudo observacional. Apesar da forte associação entre o engajamento cultural e a melhora dos biomarcadores selecionados, não se pode afirmar com segurança que existe causalidade. |
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