BIG STORY |
O Carnaval está vindo aí — e nos preocupamos com os nossos leitores |
 | (Imagem: Orla Rio) |
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🎉 O Carnaval chegou. Com ele, a mistura de alegria, calor intenso e decisões que, às vezes, cobram depois. |
Há quem prefira silêncio, descanso e uma viagem tranquila. No entanto, se você faz parte do time que troca o sofá pela folia, este guia pode literalmente salvar a sua pele. |
 | (Imagem: Pinterest) |
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| Hidratação não é detalhe 💧 | Altas temperaturas, álcool e horas em pé criam o cenário perfeito para desidratação, queda de pressão e até desmaios. Na prática, o corpo perde água e eletrólitos, como sódio e potássio, em ritmo acelerado. Portanto, a recomendação é simples: | Caso você beba, intercale o álcool com água; Consuma ao menos 2 a 3 litros de líquidos ao longo do dia; Inclua água de coco ou isotônicos se suar excessivamente.
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Proteção solar é prioridade 🕶️ | O problema é que o sol do verão brasileiro não perdoa, principalmente entre 10h e 16h, quando a radiação ultravioleta atinge níveis elevados. | Use protetor solar com FPS 30 ou superior e reaplique a cada duas horas, especialmente se estiver suando ou em contato com água. | Além disso, bonés, óculos com proteção UV e roupas leves ajudam a reduzir queimaduras e insolação — condição que pode causar febre, náusea e mal-estar intenso. |
|  | (Imagem: UOL) |
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 | (Imagem: Kayleigh Harrington | Unsplash) |
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| Alimentação segura importa 🍽️ | Durante a folia, é comum recorrer a comidas de rua. Mas vale lembrar que altas temperaturas favorecem a proliferação de bactérias em alimentos mal armazenados. | Prefira locais com higiene visivelmente boa, evite maioneses e molhos expostos ao calor e verifique se a comida está adequadamente refrigerada. |
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Menos álcool 🚱 | O consumo excessivo de álcool está associado a acidentes, brigas e comportamentos de risco, além de sobrecarregar o fígado, o coração e o sistema nervoso. | Ou seja, beber sem limites compromete reflexos, julgamento e coordenação motora — combinação perigosa em ambientes lotados. |
|  | (Imagem: Lera Freeland | Unsplash) |
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Por último, use proteção 🧿 |
Carnaval é sinônimo de encontros — que frequentemente terminam bem. Risos. Dito isso, use preservativo em todas as relações — inclusive orais — e evite compartilhar objetos íntimos. |
Na prática, a prevenção continua sendo a forma mais eficaz de reduzir a transmissão de infecções sexualmente transmissíveis. |
Tudo o que queremos é que você se divirta, dance, cante e celebre, mas com consciência, pois o melhor bloquinho é aquele que termina bem. |
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GAME DO ESTAGIÁRIO |
Qual dessas práticas médicas já foi considerada tratamento oficial? |
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TRENDING TOPICS |
O que você deveria ficar por dentro… |
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RESEARCH |
Ultraprocessados podem ser tão viciantes quanto cigarros |
 | (Imagem: Pinterest) |
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Pesquisadores de Harvard, Michigan e Duke concluíram que alimentos ultraprocessados têm mais em comum com cigarros do que com frutas ou vegetais. |
O estudo analisou dados de ciência do vício, nutrição e história da saúde pública para estabelecer paralelos entre os danos causados pelos ultraprocessados e pelo cigarro. |
🩺 A conclusão: biscoitos, salgadinhos e refrigerantes não são apenas "alimentos menos saudáveis". Eles usam emulsificantes, corantes e aromatizantes artificiais para intensificar a sensação de recompensa no cérebro. |
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Isso desregula o apetite e impulsiona o consumo compulsivo, tornando difícil parar de comer ainda que não haja fome. |
Alguns dados… |
Uma revisão publicada no The BMJ revelou que o consumo elevado de ultraprocessados está associado a pelo menos 32 agravos à saúde, incluindo câncer e doenças cardíacas. |
O estudo demonstrou evidências de que a ingestão desses alimentos aumenta em cerca de 50% o risco de morte relacionada a doenças cardiovasculares e transtornos mentais comuns. |
No Brasil, pesquisadores da USP estimam que 57 mil pessoas morrem prematuramente a cada ano devido ao consumo de alimentos ultraprocessados. |
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Diante desse cenário, os pesquisadores do primeiro estudo citado formularam a seguinte pergunta: será que o governo deveria elaborar políticas públicas para restringir o consumo de ultraprocessados pela população? |
E você, acha que o governo deveria elaborar políticas públicas para restringir o consumo de ultraprocessados pela população? |
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APRESENTADO POR FACULDADE SÍRIO-LIBANÊS |
Os cirurgiões estão operando no escuro? |
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A pergunta parece não fazer sentido, mas a resposta é que sim: alguns estão. Não estamos falando de falta de energia nos hospitais, mas da defasagem técnica. |
Com a velocidade das novas tecnologias e protocolos médicos, atuar com o conhecimento de três anos atrás é o equivalente a tentar iluminar uma sala de cirurgia com uma vela. 🕯️ |
A solução: Para quem quer acender a luz da carreira, e dominar o que há de mais moderno na saúde (além de conseguir uma promoção) o Sírio-Libanês abre as portas de sua faculdade e hospital com: |
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BELIEVE IT OR NOT |
Adoçante pode comprometer barreira do cérebro e aumentar risco de AVC |
 | (Imagem: Pinterest) |
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O eritritol sempre foi visto como uma alternativa segura ao açúcar, mas um estudo da Universidade do Colorado sugere que ele pode comprometer a barreira hematoencefálica, estrutura que protege o cérebro de substâncias tóxicas. |
Em laboratório, pesquisadores expuseram células dessa barreira a níveis de eritritol similares aos encontrados após o consumo de um refrigerante adoçado. |
O resultado foi o aumento do estresse oxidativo, redução das defesas antioxidantes e prejuízo ao funcionamento celular. |
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Além disso, o adoçante alterou o equilíbrio entre duas moléculas essenciais ao controle do fluxo sanguíneo: reduziu o óxido nítrico (que dilata vasos) e aumentou a endotelina-1 (que os contrai). |
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Mas, apesar dos resultados preocupantes, os experimentos foram realizados em células isoladas, e não em vasos sanguíneos intactos ou em seres humanos. |
Isso significa que ainda não é possível afirmar que o mesmo efeito ocorre com a mesma intensidade no organismo real. |
Estudos observacionais já haviam encontrado associação entre níveis elevados de eritritol no sangue e maior risco cardiovascular, mas associação não é sinônimo de causalidade. |
Ainda assim, os dados reforçam a importância da moderação — inclusive ao falarmos de adoçantes que, por muito tempo, pareciam totalmente inofensivos. |
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