BIG STORY |
Brasil quer revolucionar o tratamento de lesões medulares |
 | (Imagem: G1) |
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A Anvisa autorizou o início dos testes clínicos com uma substância capaz de estimular a regeneração da medula espinhal — um feito inédito no país que pode mudar a vida de milhares de pessoas com lesões medulares. |
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Essa substância tem a capacidade de estimular neurônios maduros — que geralmente não se regeneram — a criarem novos axônios, estruturas que funcionam como “fios elétricos”, conduzindo sinais do cérebro ao restante do corpo. |
Um olhar epidemiológico |
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 250 mil e 500 mil pessoas sofrem lesões na medula espinhal todos os anos ao redor do mundo. |
 | (Imagem: Waffle Studios) |
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Além disso, entre 15 e 20 milhões de pessoas vivem com sequelas crônicas dessas lesões, o que amplia ainda mais o potencial impacto global dessa inovação. |
Últimos testes e o futuro |
Em testes anteriores, ao menos dez pacientes com lesões recentes apresentaram recuperação motora parcial após o uso da substância. Entre eles, estão: |
Um jovem de 31 anos, com trauma por acidente de trânsito; Uma mulher de 27 anos que sofreu uma queda; Um homem de 33 anos, vítima de ferimento por arma de fogo.
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Agora, o medicamento será testado inicialmente em cinco voluntários com lesão medular aguda — ou seja, ocorrida nas últimas 72 horas. A meta da primeira fase é comprovar a segurança da substância, observando possíveis efeitos adversos. |
Vale lembrar: esta é apenas a fase 1 do estudo, com foco exclusivo na segurança. Serão avaliados efeitos colaterais e riscos à saúde dos pacientes. |
Se os resultados forem positivos, a pesquisa poderá avançar para as fases 2 e 3, nas quais se verifica a eficácia do tratamento em um número maior de pessoas — e, futuramente, tornar-se-á um tratamento disponível pelo SUS. |
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Em qual situação uma pessoa pode perder a visão por minutos e depois voltar ao normal? |
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APRESENTADO POR ENSINO EINSTEIN |
Quantos erros acontecem nas emergências? |
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Alguns estudos da OMS mostram que até 4 em cada 10 pacientes são prejudicados durante o atendimento de saúde globalmente. |
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Ou seja, nas emergências o risco pode ser ainda maior. Não por falta de conhecimento, mas por decisão sob pressão, comunicação falha e leitura incompleta do cenário. |
🩺 É nesse intervalo crítico entre reconhecer o problema e agir que a medicina pode errar. Por isso, o treinamento médico está mudando. Cada vez mais, a prática migra para simulações realísticas, onde profissionais treinam exatamente o que mais falha na vida real. |
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É nesse contexto que o Ensino Einstein lançou, em 2025, dois cursos no Centro de Simulação Realística, em São Paulo: o FCCS, com chancela internacional da Society of Critical Care Medicine, e o Deep Diving com ACLS, com certificação da American Heart Association. Você pode garantir sua certificação internacional aqui. |
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RESEARCH |
Depressão em adolescentes pode ser investigada… pelo intestino |
 | (Imagem: Medical Xpress) |
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E se uma das chaves para o entendimento da saúde mental estivesse na saúde intestinal? |
Pode parecer complicado, mas é ciência. risos. Pesquisadores chineses identificaram marcadores biológicos ligados à depressão em adolescentes — e, surpreendentemente, esses sinais foram encontrados no intestino. |
Publicado na Translational Psychiatry, o estudo analisou amostras de sangue e fezes de 46 adolescentes com depressão e 44 sem o transtorno. |
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Os resultados mostraram que jovens com depressão apresentavam alterações claras na microbiota intestinal, além de inflamações sistêmicas e sinais de disfunção da barreira intestinal. |
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Esses microrganismos afetam a produção de ácidos graxos de cadeia curta, impactando a saúde da mucosa intestinal e possivelmente contribuindo para sintomas depressivos. |
Segundo os autores, ao combinar os níveis dessas bactérias com marcadores inflamatórios no sangue, foi possível diagnosticar a depressão com alta precisão. |
🔮 Looking forward. Apesar dos achados animadores, trata-se de um estudo observacional — ou seja, demonstra uma associação, mas não necessariamente prova causa e efeito. |
No futuro, serão necessários novos testes, com diferentes perfis de adolescentes e em contextos variados, para validar esses resultados. Ainda assim, o intestino segue ganhando destaque como peça-chave na compreensão da mente. |
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WORLD HEALTH |
Estados Unidos retiram seis vacinas do calendário infantil recomendado |
 | (Imagem: G1) |
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O Departamento de Saúde dos Estados Unidos anunciou a retirada de seis vacinas do calendário infantil recomendado — entre elas, as doses contra hepatite A, hepatite B, meningite e influenza. |
A partir de agora, as vacinas deixam de ser recomendadas para todas as crianças de forma geral e passam a ser indicadas apenas para grupos de risco ou mediante decisão médica. |
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E, é claro, isso gerou polêmica na comunidade científica. Um dos principais críticos foi Sean O'Leary, presidente do Comitê de Doenças Infecciosas da Academia Americana de Pediatria. |
Segundo ele, “o calendário vacinal é uma das ferramentas mais eficazes para evitar doenças fatais em crianças.” |
🩺 Consequentemente, a flexibilização pode abrir caminho para o retorno de surtos já controlados há décadas. |
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E o acesso às vacinas? |
Mesmo com a mudança na recomendação federal, as vacinas continuarão disponíveis e cobertas pelos programas públicos e privados de saúde. |
Por um lado, há quem diga que a mudança reforça o direito dos pais de decidir, junto com seus médicos, o que é melhor para seus filhos. Por outro lado, há quem defenda que decisões dessa magnitude devem se basear em evidências científicas robustas, e não em alinhamentos políticos ou comparações internacionais simplificadas.
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E você, é a favor da decisão tomada pelo governo dos Estados Unidos? |
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