BIG STORY |
Dezembro laranja: como posso me proteger? |
 | (Imagem: Hospital Presidente) |
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Céu aberto, calor intenso e um convite irresistível para ir à praia. De certa forma, essa é a descrição do mês de dezembro para boa parte dos brasileiros. |
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O contexto brasileiro 🇧🇷 |
O Brasil está entre os países com maior índice de radiação ultravioleta do mundo — e o câncer de pele permanece como o tipo mais comum na população. Os números não mentem. |
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 | (Imagem: Waffle Studios) |
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Sobre a doença 🩺 |
O câncer de pele ocorre quando há crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele, frequentemente provocado pela exposição excessiva ao sol. Existem três tipos principais: |
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Mesmo sem queimaduras visíveis, a radiação UV pode danificar o DNA das células cutâneas ao longo do tempo. Quando não diagnosticado precocemente, o câncer de pele pode se espalhar e comprometer outras partes do corpo. |
E como identificar sinais suspeitos? A regra do ABCDE ajuda a distinguir pintas que merecem atenção: |
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Além disso, fique atento a feridas que não cicatrizam, lesões que sangram, manchas persistentes ou nódulos escuros. Esses podem ser os primeiros sinais de um câncer de pele — e quanto antes o diagnóstico, maiores as chances de cura com tratamentos simples. |
Como me proteger? |
Para se prevenir, aqui vão algumas medidas que fazem diferença: |
Use protetor solar todos os dias; Evite a exposição ao sol entre 10h e 16h; Utilize roupas com proteção UV, bonés, óculos escuros e mantenha-se hidratado.
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Por fim, crianças devem ter proteção redobrada. Estima-se que 80% da radiação solar acumulada ao longo da vida ocorre até os 18 anos — e os efeitos só aparecem décadas depois. |
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Estudar pra Residência é desafiador, né? |
 | (Imagem: Giphy) |
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WOMEN’S HEALTH |
Fibromas uterinos podem elevar risco de doenças cardiovasculares? |
 | (Imagem: Axios) |
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Silenciosos, comuns e frequentemente ignorados. Os fibromas uterinos ganharam um novo status de risco: o de possível indicador precoce de doenças cardiovasculares na população feminina. |
🩺 Contextualizando Fibromas uterinos são tumores não cancerosos que crescem no músculo do útero, habitualmente durante a idade fértil. Eles surgem sob influência de hormônios, como o estrogênio, além de fatores genéticos. Embora muitos não causem sintomas, alguns provocam dores, sangramentos intensos e dificuldade para engravidar, tornando o acompanhamento médico fundamental. |
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O que há de novo? 🔍 |
Pesquisadores analisaram dados de 2,7 milhões de mulheres e descobriram que aquelas com diagnóstico de fibromas uterinos apresentaram um risco 83% maior de desenvolver doenças cardiovasculares ao longo de 10 anos. |
O risco foi maior entre mulheres com menos de 40 anos, chegando a um aumento de 251% em relação às que não tinham o diagnóstico. Além disso, há indícios de que fibromas e doenças cardíacas compartilham mecanismos biológicos semelhantes, como processos inflamatórios e desequilíbrios hormonais.
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Na prática, o estudo sugere que os fibromas podem funcionar como um sinal de alerta precoce para problemas cardíacos. |
O que isso significa? Apesar das associações estatísticas robustas, vale lembrar que este é um estudo observacional, ou seja, aponta correlações, mas não comprova causalidade. |
O tema tende a ganhar novos estudos e investigações. Afinal, quando o corpo emite sinais de alerta, ignorá-los pode sair caro. |
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WORLD HEALTH |
Síndrome rara, cirurgia inédita e uma história de amor |
 | (Imagem: @alinebertolozzi via Instagram) |
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❤️ Há tempos não ouvíamos uma história tão boa. A primeira vez que Aline ouviu a palavra CHAOS aconteceu não em um momento de metáfora, mas de desespero. |
🩺 Era o nome da síndrome rara que seu filho carregava antes mesmo de nascer — uma obstrução congênita das vias aéreas que, segundo os médicos, tornava a vida inviável. |
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Mas, por vezes, o coração de uma mãe consegue vencer todas as probabilidades. |
Veio, então, a decisão que mudaria tudo… |
Realizar, ainda na gravidez, a segunda traqueostomia intraútero do mundo, uma cirurgia para permitir que aquele bebê prematuro pudesse respirar ao nascer. |
Assim, Léo veio ao mundo pesando 630 gramas; Ao todo, foram 11 meses na UTI, enfrentando inúmeros desafios para sobreviver.
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Maaas… enquanto o pequeno lutava pela própria vida, seu pai foi baleado em um assalto e passou 10 dias em coma. Quando acordasse, talvez nunca mais voltasse a andar. Mas ele voltou — não apenas com a vida, mas com um propósito. |
E essa é a melhor parte da história |
Anos depois, já em casa, Léo crescia como qualquer criança. O problema é que seu corpo ainda dependia de aparelhos, o que tornava qualquer passeio em algo quase impossível. |
Foi desse limite que nasceu a OutCare, uma estação eletroindependente criada pelos pais para que Léo — e tantas outras crianças — pudessem finalmente sair de casa e viver o mundo. |
Atualmente, a invenção já ganhou mais de 12 prêmios internacionais e impactou inúmeras vidas ao redor do Brasil. |
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Por fim, fica o nosso sincero elogio: Aline e Rodrigo, vocês são verdadeiros heróis. Aos que quiserem conhecer melhor essa história, aqui está o perfil da mãe no Instagram. |
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