BIG STORY |
A “geração das redes sociais” está saindo delas |
 | (Imagem: Axios) |
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Pode até parecer mentira, mas não é. A geração que cresceu com o feed no centro da vida está liderando o movimento de abandono das redes sociais — que começou a ganhar mais destaque em 2025. |
Uma pesquisa da YouGov revelou que 47% dos americanos com menos de 30 anos tentavam reduzir o tempo de tela, em comparação com 32% dos americanos mais velhos. |
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Corta para março deste ano, outra pesquisa apontou que mais de 30% dos jovens da geração Z raramente publica ou interage nas redes. Sua intenção é apenas “espreitar” o conteúdo dos outros sem curtir ou comentar. Além disso: |
31% admite rolar o feed por hábito, não por vontade. 29% afirmam se sentir melhor consigo mesmos quando estão longe das redes sociais.
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Tá, mas por que isso está acontecendo? |
Jovens que deletam suas plataformas citam as pressões crescentes de estar online e os danos à saúde mental como principais razões. |
Estudos mostram que o uso excessivo de redes sociais está diretamente associado ao aumento de ansiedade, depressão e baixa autoestima — especialmente entre os mais novos. |
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Logo, reduzir esse consumo libera espaço mental para conexões reais, sono de qualidade e presença no momento atual. |
De volta ao movimento de abandono das redes… |
Mais da metade dos jovens que planejam se afastar disse que quer gastar mais tempo se exercitando, e 42% querem se reconectar com amigos e familiares pessoalmente. Confira outros exemplos no vídeo abaixo. |
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Em outras palavras, trocarão as telas para se tornar menos sedentários, gerar relações mais profundas e ter uma presença maior dentro do próprio cotidiano. |
Mas sabe qual é o paradoxo de tudo isso? Essa tendência de ficar “cronicamente offline” está viralizando online. risos. |
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APRESENTADO POR MSD |
Quando o cotidiano se torna uma batalha diária |
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Viver com Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) significa aprender a lidar, pouco a pouco, com novas adaptações e limitações. Atividades que antes pareciam simples, como subir lances de escada ou caminhar pequenas distâncias, podem passar a exigir mais planejamento, apoio e respeito aos próprios limites.¹˒² |
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Nesse cenário, a MSD, com o propósito de usar o poder da ciência para salvar e melhorar vidas, segue avançando para impulsionar o conhecimento sobre a HAP e apoiando jornadas com mais autonomia e protagonismo. |
👉 Saiba mais sobre como a HAP pode impactar a vida de todos que convivem com essa condição. |
*Consulte as referências aqui. |
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TRENDING TOPICS |
O que você deveria ficar por dentro… |
🚨 Está dando o que falar. Pacientes com câncer buscam tratamentos não comprovados após participação de astro de Hollywood em podcast |
🧠 Saúde física e mental. Perder gordura visceral pode proteger o cérebro e melhorar a memória ao longo dos anos |
👀 Assunto divide opiniões. Anvisa retira tarja preta e libera exportação de cannabis medicinal |
🩺 Dor constante, fadiga extrema e sono não reparador. Doença crônica afeta pelo menos 6 milhões de brasileiros — e ainda assim enfrenta preconceito |
🦠 Nova esperança em uma luta que já leva anos. Pequeno estudo sugere que estimular as células imunológicas pode ajudar a combater o HIV |
🎨 A arte é rejuvenescedora? Estudo mostra que o envolvimento com as artes pode retardar o envelhecimento biológico |
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GAME DO ESTAGIÁRIO |
Qual é o nome da condição em que o paciente ri ou chora incontrolavelmente sem motivo emocional correspondente? |
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RESEARCH |
Comer ovos regularmente pode reduzir risco de Alzheimer? |
 | (Imagem: Muscle & Fitness) |
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Um novo estudo publicado no The Journal of Nutrition trouxe uma descoberta animadora: comer ovos regularmente pode reduzir em até 27% o risco de desenvolver Alzheimer em pessoas com 65 anos ou mais. |
A pesquisa, conduzida pela Universidade de Loma Linda, acompanhou cerca de 40 mil participantes por uma média de 15 anos. |
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Segundo os resultados, o benefício apareceu mesmo entre quem come ovos com moderação: |
Consumo de 1 a 3 vezes por mês — redução de 17% no risco; De 2 a 4 vezes por semana — redução de 20%; 5 ou mais vezes por semana — redução de até 27%.
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Uma possível explicação 🧠 |
Os ovos são ricos em colina, substância essencial para a produção de acetilcolina, um neurotransmissor diretamente ligado à memória e à comunicação entre neurônios. |
Além disso, contêm luteína e zeaxantina, compostos que se acumulam no tecido cerebral e estão associados a menor estresse oxidativo e melhor desempenho cognitivo. |
Os ácidos graxos ômega-3 e os fosfolipídios presentes na gema “completam o pacote”, atuando diretamente na função dos receptores de neurotransmissores. |
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Ainda assim, vale lembrar que o estudo é observacional, ou seja, identifica uma associação, mas não prova que o ovo, por si só, causa essa redução no risco. |
Na prática, pessoas que comem ovos regularmente podem ter outros hábitos saudáveis que também pesam nessa equação. |
Por esse motivo, é importante lembrar que não se trata de uma solução isolada, e sim de um alimento que é muito bem-vindo em uma dieta equilibrada. |
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SEIS&SEIS |
Ficar mais inteligente também é cuidar da saúde? |
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Você provavelmente já viu isso em algum estudo: aprender coisa nova, conviver com gente diferente e exercitar o cérebro estão entre os fatores que mais protegem a cognição ao longo da vida. A OMS chama isso de envelhecimento ativo, e a recomendação é que todos pratiquem. |
O problema é que, no meio da rotina corrida, sobra pouco tempo pra parar, consumir conteúdo de qualidade e sair da própria bolha. |
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E como esse evento tá sendo construído junto com a nossa comunidade, é por lá que as primeiras pistas e os bastidores estão começando a aparecer. Vem construir com a gente: entre na nossa comunidade clicando aqui. |
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WORLD HEALTH |
OMS alerta que hantavírus é altamente contagioso no início da doença |
 | (Imagem: Dr Consulta) |
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Caso você não esteja acompanhando a atual situação do hantavírus, vamos contextualizar: um surto do vírus a bordo de um cruzeiro no meio do Atlântico está mobilizando autoridades de saúde internacionais. |
A embarcação partiu de Ushuaia, na Argentina, em 1º de abril com 147 pessoas de 23 países a bordo. Mas o que era para ser uma viagem normal se transformou em uma crise sanitária internacional. |
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Sobre a doença 🩺 |
O hantavírus é um grupo de vírus transmitidos, na maioria dos casos, por roedores através do contato com urina, fezes ou saliva de animais infectados. |
O que torna esse surto especialmente preocupante é a cepa envolvida: o vírus Andes, a única variante do hantavírus capaz de se transmitir de pessoa para pessoa. Ela se espalha por contato próximo e prolongado, além de poder ser transmitida pelo ar. |
🩺 A Organização Mundial de Saúde (OMS) reforçou que a transmissão entre pessoas parece ser mais provável justamente na fase inicial da doença, quando o vírus é mais contagioso. |
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A resposta global 🌍 |
Todos os passageiros foram desembarcados em Tenerife, na Espanha, e repatriados para seus países de origem, onde seguem em monitoramento rigoroso. |
A OMS recomenda acompanhamento por até 42 dias desde a última exposição, enquanto o Centro de Controle e Prevenção de doenças dos EUA classificou o surto como uma emergência nível 3. |
Apesar da preocupação, vale lembrar que o risco para a saúde pública global é considerado baixo, ou seja, é extremamente improvável que uma nova pandemia aconteça. |
Ainda assim, vale o alerta: dado o longo período de incubação do vírus, é possível que novos casos surjam nos próximos dias. |
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