BIG STORY |
Redes sociais podem ter criado um novo distúrbio alimentar |
 | (Imagem: Lance!) |
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Quando o “fit” se torna um risco. A busca pelo corpo perfeito nas redes sociais está criando um novo tipo de transtorno alimentar: o MODE (transtorno alimentar orientado para a muscularidade). |
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Embora já tenha sido descrita na literatura científica em 2010, a condição ganhou mais destaque nos últimos anos devido a uma série de tendências nas redes sociais. |
Sobre a condição |
O distúrbio é caracterizado por dietas rígidas, consumo excessivo de suplementos proteicos, controle extremo de macronutrientes e uma preocupação constante com a aparência muscular. |
Diferente da anorexia, que busca o emagrecimento, o MODE foca na busca incessante pela hipertrofia. |
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Esse padrão pode comprometer a saúde física, emocional e social, gerando ansiedade, isolamento e até mesmo o uso de substâncias perigosas, como esteroides. |
Na maioria das vezes, a condição é estimulada por padrões corporais irreais promovidos nas redes sociais — e já representa um risco crescente à saúde das novas gerações. Os dados não mentem: |
Nos Estados Unidos, estimativas apontam que cerca de 22% dos homens jovens (18–24 anos) relatam comportamentos ligados ao MODE. Além disso, estudantes universitários estão entre os mais afetados — principalmente aqueles com menor IMC, percepção de magreza ou sintomas depressivos.
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O risco da comparação |
Via de regra, quando pensamos em hipertrofia e ganho de massa muscular, isso geralmente é algo positivo para a saúde. |
No entanto, tudo muda quando a comparação entra em cena, especialmente quando feita com influencers que fazem uso abusivo de esteroides ou anabolizantes. |
 | (Imagem: Sportskeeda) |
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A imagem acima, por exemplo, é do ‘Natural Olympia’, a maior competição de fisiculturismo sem uso de anabolizantes do mundo. Dá para notar a diferença em relação à primeira foto, não é mesmo? risos. |
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Independentemente de qualquer outro fator, ter o físico de um fisiculturista de alto rendimento não é sinônimo de ser saudável. |
E não se engane: mesmo com grandes quantidades de proteína ou suplementos, certos níveis de resultado são inatingíveis naturalmente. |
Por fim, gostaríamos que nossos leitores refletissem sobre a seguinte pergunta: |
“O que é saúde para mim?” Apesar de não haver uma resposta certa, lembre-se: a pergunta foi feita para você — e não para o seu feed do Instagram. |
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RESEARCH |
Imunoterapia dá novo fôlego a pacientes com tumores terminais |
 | (Imagem: Massachussets General Hospital) |
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Simplesmente espetacular. Um estudo clínico com células CAR-T mostrou um aumento de 40% na sobrevida de pacientes com câncer gástrico ou da junção gastroesofágica. |
Na prática, todos os pacientes incluídos no estudo já apresentavam tumores em estágio terminal, cujo tratamento anterior não havia sido bem-sucedido. |
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Portanto, o foco dos cientistas na pesquisa não foi a “cura” ou a “remissão” da condição, mas sim o aumento da sobrevida dos participantes. |
Como funciona a nova técnica? |
A nova modalidade de tratamento consiste em uma forma de imunoterapia com células CAR-T, na qual linfócitos T do próprio paciente são coletados e modificados em laboratório. |
O intuito é que esses linfócitos — que são as “células de defesa” do organismo — sejam programados para reconhecer proteínas específicas presentes nos tumores. |
🩺 Após essa modificação, as células são reinfundidas no paciente para que ataquem seletivamente as células tumorais. |
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Assim, a tecnologia permite uma resposta imune mais direcionada e potente, o que frequentemente possibilita a regressão do câncer. |
🔮 E agora? Apesar de os resultados serem animadores, ainda não existem evidências suficientes que comprovem a eficácia definitiva da prática. |
Mas, atualmente, a terapia com células CAR-T é considerada uma das modalidades mais promissoras da oncologia. |
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APRESENTADO POR ENSINO EINSTEIN |
11 minutos por dia podem mudar a saúde de alguém |
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Um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine mostrou que 11 minutos diários de atividade física moderada podem reduzir em até 23% o risco de morte precoce. |
A ciência avança para trazer comprovações, mas pra que a atividade física ou o esporte faça diferença real, é necessário o acompanhamento de profissionais preparados pra traduzir conhecimento em cuidado — do jeito certo. |
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No Ensino Einstein, você tem opções para aprender a: |
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HEALTHCARE |
EUA encerram o financiamento para pesquisa de vacina contra o HIV |
 | (Imagem: Vanity Fair) |
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Está dando o que falar. Recentemente, o governo americano anunciou que cortará o financiamento de US$ 258 milhões de um programa que criar uma vacina contra o HIV. |
Os líderes das pesquisas — das universidades Duke e Scripps — foram informados pelo National Institute of Health (NIH) que seus trabalhos não receberiam mais apoio. |
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O projeto científico tinha como objetivo desenvolver uma vacina a partir de anticorpos neutralizantes amplos, capazes de bloquear diferentes variantes do vírus. |
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Os pesquisadores utilizavam tecnologias avançadas de imunologia para entender como estimular o organismo a produzir esses anticorpos por meio da vacina. |
Além de contribuir para a prevenção do HIV, os avanços do projeto também auxiliaram no desenvolvimento de tratamentos para outras doenças, como: |
COVID-19 Doenças autoimunes Picadas de cobra
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Olhando para o futuro. Até o momento, autoridades informam que parte do trabalho será transferida para uma nova agência de saúde — que ainda não foi criada e nenhum plano concreto foi apresentado para a continuidade do projeto. |
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APRESENTADO POR ACHĒ |
A asma muda, mas não desaparece |
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*Verifique aqui todas as referências utilizadas |
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