BIG STORY |
60% das Unidades Básicas de Saúde brasileiras atuam com apenas um médico |
 | (Imagem: World Health Organization) |
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Segundo o Censo Nacional das Unidades Básicas de Saúde — realizado anualmente pelo Ministério da Saúde —, mais da metade das UBS brasileiras funcionaram com apenas um médico em 2024. |
A importância da atenção primária 🩺 |
As Unidades Básicas de Saúde (UBS) são a porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS), oferecendo serviços como: |
Consultas médicas e de enfermagem; Acompanhamento de gestantes, crianças, hipertensos e diabéticos; Vacinação; Curativos e coleta de exames básicos.
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A atenção primária é a base do SUS e resolve até 90% dos problemas de saúde mais comuns, prevenindo doenças e evitando filas nos hospitais. |
Além disso, ajuda a identificar problemas de saúde pública, como surtos de doenças, e a direcionar ações rápidas para a solução do problema. |
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Na prática, fortalecer as UBS melhora a qualidade de vida, reduz custos e torna o sistema de saúde mais eficiente. |
Sistema sob pressão |
De certa forma, a falta de médicos é apenas o “topo do iceberg”. Afinal, o problema não é pontual — e sim estrutural. |
 | (Imagem: Waffle Studios) |
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Após análise dos dados, verificou-se que aproximadamente 65% das UBS contaram com apenas um enfermeiro. Além disso: |
1.724 não têm médicos; 1.491 não contam com enfermeiros; 60,4% das UBS precisam de reforma ou ampliação; Somente 21% possuem salas para coleta de exames laboratoriais.
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Segundo o estudo, essa realidade impacta sobretudo as regiões com menor densidade populacional. |
A resposta do governo |
O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defende que fortalecer a Atenção Primária — aliada ao programa Mais Médicos — será essencial para solucionar o problema. |
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Segundo Padilha, isso vai acelerar o encaminhamento dos pacientes para exames e tratamentos especializados, diminuindo filas e tempo de espera. |
Se você frequenta ou trabalha em uma Unidade Básica de Saúde, como está a qualidade do serviço ultimamente? |
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RESEARCH |
Jovens brasileiros estão infartando cada vez mais |
 | (Imagem: Waffle Studios) |
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Tendência preocupante. Dados do Ministério da Saúde mostram que, nos últimos três anos, mais de 7,8 mil pessoas com menos de 40 anos morreram de infarto no Brasil. |
Entre 2022 e 2024, foram registrados mais de 230 mil atendimentos por infarto nessa faixa etária. |
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O que está por trás desses números? |
O infarto agudo do miocárdio acontece quando uma artéria coronária é bloqueada, impedindo que o sangue chegue ao músculo cardíaco — o que causa morte celular. |
Na maioria das vezes, isso decorre da aterosclerose, doença em que placas de gordura, cálcio e células inflamatórias se acumulam nas paredes das artérias.
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Embora fatores genéticos também estejam envolvidos, o estilo de vida tem desempenhado um papel cada vez maior na ocorrência (ou não) de eventos cardiovasculares. |
🩺 Entre jovens brasileiros, fatores como tabagismo, obesidade, hipertensão, diabetes e drogas ilícitas aceleram a aterosclerose. |
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Outro ponto que chama a atenção é a prevalência de infartos na população masculina — que se mostrou mais de duas vezes maior do que na feminina. |
 | (Imagem: Waffle Studios) |
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Como me prevenir? |
Praticar atividade física regularmente, manter uma dieta equilibrada (com baixo teor de gorduras saturadas e açúcares) e evitar o álcool em excesso e o tabagismo são medidas fundamentais. |
E, claro, consultas médicas periódicas para identificar fatores de risco com antecedência reduzem significativamente o risco de eventos cardiovasculares. |
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APRESENTADO POR ENSINO EINSTEIN |
Em 2070, quase 40% dos habitantes do país vão ser idosos |
 | (Imagem: TDC) |
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Daqui a 45 anos, quase 4 em cada 10 brasileiros terão mais de 60 anos. Essa é uma das projeções do IBGE. |
O dado parece distante, mas a mudança já começou: em 20 anos, a população idosa no país praticamente dobrou — e os desafios dessa transformação estão batendo na porta do sistema de saúde. |
Foi o que percebeu a oftalmologista Dra. Cynthia Charone ao ouvir seus pacientes. Ao investigar as necessidades dos idosos que atendia, descobriu que o que mais doía não era o glaucoma — era a solidão. |
Foi esse despertar que a levou à Pós-graduação em Gerontologia do Ensino Einstein. Com o conhecimento adquirido, criou um modelo de atendimento centrado no cuidado integral e já formou mais de 100 colaboradores. |
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Veja como o curso em Gerontologia pode preparar você para esse futuro (que já está chegando), com o conhecimento e prática de uma das instituições mais renomadas da América Latina. |
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BELIEVE IT OR NOT |
Suécia torna-se “importadora de lixo” para expandir programa de reciclagem |
 | (Imagem: Blue Ocean Strategy) |
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Por essa você não esperava. Enquanto quase todo mundo só pensa em se livrar do lixo, a Suécia enxergou nele uma oportunidade que poucos haviam percebido. |
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Como funciona? |
A Suécia utiliza usinas de incineração para queimar resíduos sólidos urbanos, liberando calor intenso. |
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Esse processo, chamado de waste-to-energy, reduz o volume de lixo e transforma resíduos em uma fonte útil de energia, integrando eficiência energética e gestão ambiental sustentável. |
E o que isso tem a ver com saúde? |
Na prática, a geração de energia a partir do lixo diminui a necessidade de aterros, o que reduz a liberação de gases tóxicos e a proliferação de pragas. |
🩺 Com menos poluição ambiental, há menor risco de doenças respiratórias e problemas de saúde pública. |
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Além disso, como o calor gerado aquece as casas durante o inverno, é possível prevenir a ocorrência de hipotermia e doenças relacionadas ao frio intenso. |
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