RECADO DO ESTAGI |
Quem ler isso pode ganhar um ingresso VIP pro evento do the news |
Sempre falamos que o the news é feito para você e, por isso, queremos te ouvir. Montamos uma pesquisa rápida para entender a sua relação com os anúncios da nossa edição. |
Quem responder até o final, concorre a um ingresso no setor VIP do evento seis&seis. 👉 Responda aqui, concorra ao ingresso VIP e ajude o estagi, risos. |
|
BIG STORY |
1 em cada 4 brasileiros não sabe que o câncer pode ser prevenido |
Um novo estudo nacional, divulgado nesta semana com dados de 6,5 mil adultos em todo o país, revelou que 27% dos brasileiros desconhecem que mudanças de hábito podem reduzir significativamente o risco de desenvolver câncer. |
|
Só que, por mais impressionante que seja o número do título, a informação que mais chama atenção é como o desconhecimento sobre os principais fatores de risco se distribui de forma desigual. |
 | (Imagem: The News Studios) |
|
Há, entretanto, algumas curiosidades. Alguns dos hábitos mais cotidianos, por exemplo, são justamente os menos associados ao risco de câncer pela maior parte da população. |
Outros achados reveladores mostram que 61,3% dos entrevistados acreditam que suplementos vitamínicos reduzem drasticamente o risco de câncer, o que não tem respaldo científico consistente. |
🩺 Por fim, 40% desconhecem que o aleitamento materno é um fator de proteção comprovado contra o câncer de mama. |
|
|
Como prevenir? |
Segundo a American Cancer Society, aproximadamente 40% dos casos de câncer podem ser evitados por meio de mudanças no estilo de vida associadas à prevenção. |
De modo geral, evitar a maioria dos fatores de risco mencionados no gráfico já seria um bom caminho. No entanto, é preciso que o conhecimento sobre esses riscos chegue de forma clara, acessível e contínua à população, especialmente aos grupos mais vulneráveis. |
🩺 Campanhas de saúde pública, educação escolar e comunicação científica de qualidade são ferramentas comprovadamente eficazes para reduzir a incidência de doenças evitáveis. |
|
|
No caso do câncer, cada ponto percentual a mais de conscientização representa, na prática, milhares de diagnósticos precoces e vidas salvas. |
|
|
APRESENTADO POR ENSINO EINSTEIN |
Estes líderes têm um convite para você: |
|
Já reparou como os grandes currículos da saúde são moldados? Eles não dependem apenas de diplomas, mas de sentar nas mesas certas e antecipar as tendências do mercado. Imagine debater o futuro da saúde latino-americana diretamente com as mentes por trás do Ensino Einstein, IHI e Mayo Clinic. |
O 11º Fórum Latino-Americano de Qualidade e Segurança na Saúde reunirá esses nomes e mais de 300 especialistas de diversas outras instituições globais. Serão 2 dias de evento híbrido, imergindo no tema "O olhar para o paciente: conexões que transformam". Posicione sua carreira ao lado de quem está criando soluções de impacto real: aceite o convite aqui. |
|
TRENDING TOPICS |
O que você deveria ficar por dentro… |
🇧🇷 Wesley fora da Copa: Entenda o que é a lesão grau três no músculo que tirou o jogador do Mundial |
🤔 O que está por trás da condição: Estudo revela que o risco de demência em mulheres pode ser influenciado por estes fatores-chave |
🚨 O novo contrabando: Quadrilhas já pagam até R$ 500 para “mulas” transportarem canetas emagrecedoras do Paraguai para o Brasil |
🍫 Entenda o motivo: Super El Niño vai deixar o chocolate mais caro |
😢 Uma triste realidade: Cerca de 72% dos brasileiros trabalham em modo de sobrevivência |
🩺 Pesquisa da Sociedade Europeia de Nefrologia: Medicamentos comuns para hipertensão podem estar associados a piores resultados renais em pacientes com diabetes tipo 2 |
|
GAME DO ESTAGIÁRIO |
Quanto tempo o cérebro consegue sobreviver sem oxigênio antes de sofrer danos irreversíveis? |
|
|
HEALTHCARE |
Por que o Google quer criar um “exército” de mosquitos? |
 | (Imagem: Axios) |
|
E se uma das maiores empresas de tecnologia do mundo planejasse criar… mosquitos? Sim, você leu certo. |
|
O objetivo é simples: combater o Aedes aegypti, a espécie de mosquito responsável pela transmissão de dengue, febre amarela, Zika e chikungunya — doenças que, segundo o programa, colocam 40% da população mundial em risco. |
Como funciona? |
A estratégia consiste em criar machos infectados com uma bactéria chamada Wolbachia, responsável por torná-los estéreis. |
|
Quando uma fêmea selvagem se acasala com um desses machos, os ovos simplesmente não eclodem. E, considerando que uma única fêmea pode botar mais de 100 ovos por vez e que ela não voltará a botar ovos após isso... daí é só fazer as contas. |
Mas isso não é novidade. O programa World Mosquito Program, da Universidade Monash, na Austrália, já aplica a técnica com Wolbachia em 15 países da Ásia, Oceania e Américas. |
|
🔮 Looking forward. A partir de agora, o projeto ainda aguarda aprovação da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. |
|
|
|
APRESENTADO POR NOVOTEL |
O elixir da longevidade é… viajar |
|
Estudos mostram que viajar ao longo da vida adulta pode ajudar a reduzir o estresse, estimular o cérebro e contribuir para a longevidade. As viagens que mais fazem bem costumam ser aquelas que ajudam a desacelerar, descansar melhor e viver novas experiências com mais presença. |
Nos hotéis Novotel, isso acontece de forma natural: da gastronomia equilibrada aos espaços de descanso, passando por academias, piscinas e ambientes pensados para bem-estar e conexão.
|
A longevidade pode começar na escolha do seu próximo destino: conheça o Novotel clicando aqui. |
|
WORLD HEALTH |
Imunoterapia reduz em 70% o risco de progressão do mieloma múltiplo |
 | (Imagem: Pinterest) |
|
Um estudo publicado no New England Journal of Medicine mostrou que um tipo específico de imunoterapia reduziu em 71% o risco de progressão da doença em pacientes com mieloma múltiplo. |
O estudo contou com a participação do brasileiro Jayr Schmidt Filho, líder do Centro de Referência em Neoplasias Hematológicas do A.C.Camargo Cancer Center. |
Sobre a doença 🩺 O mieloma múltiplo é um câncer que afeta as células plasmáticas, um tipo de glóbulo branco produzido na medula óssea e responsável por fabricar anticorpos e defender o organismo. Quando essas células se tornam malignas, multiplicam-se de forma descontrolada e passam a ocupar o espaço das células saudáveis na medula óssea. Como consequência, o organismo perde progressivamente sua capacidade de defesa, e o paciente fica vulnerável à anemia, às dores ósseas, à insuficiência renal e a infecções graves. |
|
|
O que está sendo feito? |
O medicamento utilizado no estudo — chamado teclistamabe — pertence a uma classe de imunoterapias conhecida como anticorpos biespecíficos. |
Tratam-se de moléculas artificiais projetadas para agir como uma ponte entre o tumor e o sistema imunológico. |
De um lado, o teclistamabe se liga a uma proteína chamada BCMA, presente na superfície das células do mieloma. Do outro, recruta as células T, os “principais agentes” do sistema imune, e as posiciona diretamente em contato com as células cancerígenas.
|
Essa “aproximação forçada” faz com que o próprio organismo reconheça e destrua o tumor de forma dirigida e precisa. |
Quanto aos resultados… |
O estudo acompanhou 593 pacientes com mieloma recidivado ou refratário — casos em que a doença voltou ou parou de responder ao tratamento — e foi realizado em 162 centros de 24 países. |
Após 17,3 meses de acompanhamento, 69,8% dos pacientes tratados com teclistamabe permaneciam vivos e sem progressão da doença, contra apenas 26,9% do grupo controle. |
|