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tempo de tela |
bom dia. aos que reclamam por “não ter tempo” para isso ou aquilo, experimente olhar o seu tempo diário de uso do celular. seu dia é mais longo do que você imagina. |
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Brasil pode ter quase 120 milhões de pessoas com obesidade até 2030 |
BIG STORY |
 | (Imagem: Axios) |
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🚨 Cenário preocupante. Segundo o Atlas Mundial da Obesidade, até 2030, cerca de 119 milhões de adultos brasileiros terão um Índice de Massa Corporal (IMC) considerado “acima do ideal”. |
Em outras palavras, as projeções apontam que mais de 65% da população apresentará sobrepeso ou obesidade. |
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Sobre a condição |
A obesidade é uma condição crônica caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, resultando em impactos negativos na saúde. |
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A condição está associada a um maior risco de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardiovasculares. |
🩺 Via de regra, a obesidade ocorre devido a um desequilíbrio entre o consumo de calorias e o gasto energético, influenciado por fatores genéticos, ambientais e comportamentais. |
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Portanto, o tratamento envolve mudanças no estilo de vida, acompanhamento médico e, em alguns casos, medicamentos ou cirurgia. |
Saúde, mortalidade e medidas necessárias |
Anualmente, estima-se que 4 milhões de mortes estejam associadas à condição — seja direta ou indiretamente. No Brasil, estima-se que mais de 60 mil mortes anuais estejam associadas à obesidade. |
Para reverter esse cenário, ao final do estudo feito pelo Atlas mundial da Obesidade, os pesquisadores apontaram cinco políticas públicas que consideram “essenciais”: |
Impostos sobre bebidas adoçadas e alimentos ultraprocessados; Subsídios para alimentos saudáveis; Restrição à publicidade infantil de produtos não saudáveis; Incentivo à prática de atividade física.
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De modo geral, a maioria das instituições de saúde ao redor do mundo já tem um plano para combater o problema. |
O que falta então? Colocar estes planos em prática. Enfim, teremos que esperar pelas cenas dos próximos capítulos. |
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Condições precárias de vida favorecem mutações do coronavírus |
RESEARCH |
 | (Imagem: Axios) |
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Um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, revelou que as condições de vida em favelas favorecem a mutação do coronavírus. a |
A pesquisa analisou amostras de moradores do Complexo da Maré, no RJ, e evidenciou que a falta de acesso a recursos básicos pode impactar a evolução do vírus. |
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O motivo da pesquisa |
Entre 2020 e 2022, foram coletados 501 testes de sequenciamento genético na região, onde a taxa de mortalidade do vírus, que variou entre 10% e 16%, chamou a atenção do ponto de vista epidemiológico. |
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Segundo os pesquisadores, a taxa de mutação do coronavírus nesses locais é maior devido à alta densidade populacional, ventilação inadequada e intensa circulação de pessoas. |
Essas condições favorecem a transmissão do vírus, aumentando consideravelmente suas chances de replicação. |
🩺 Por definição, a cada vez que o vírus se replica, há possibilidade de erros genéticos, o que pode gerar mutações. |
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Como resolver? |
Já dizia o ditado: “Não existem soluções simples para problemas complexos”. E nesse caso não é diferente. |
Segundo os cientistas envolvidos no estudo, um maior investimento em infraestrutura e serviços básicos melhoraria certamente a saúde da população. Aqui vão alguns aspectos a serem melhorados: |
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Apesar do estudo ser especificamente sobre a COVID-19, a melhoria destes aspectos resolveria boa parte das questões de saúde pública no país. |
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Pacientes recorrem cada vez mais à AI para dúvidas médicas |
HEALTHCARE |
 | (Imagem: Axios) |
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Oportunidade ou risco? Um novo estudo feito pelo “The Medical Journal of Australia” demonstrou que pacientes recorrem cada vez mais à IA para esclarecer dúvidas sobre saúde. |
Segundo os dados da pesquisa, aproximadamente 10% dos participantes já usaram algum chatbot para resolver alguma situação médica. |
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Além de quantificarem a porcentagem de usuários, os cientistas envolvidos no estudo também se perguntaram: Quem mais usa e quem menos usa a AI com esse objetivo? |
Por um lado, os resultados demonstraram que indivíduos com um menor grau de escolaridade tendiam a usar mais o ChatGPT para o esclarecimento de dúvidas; Por outro lado, pessoas com um maior grau de escolaridade se mostraram mais “céticos” em relação à confiabilidade da Inteligência Artificial.
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Nem o primeiro e nem o último |
Quando se depara com esse tipo de situação, o estagiário gosta de lembrar de uma frase dita por um professor da faculdade em uma de suas fantásticas aulas. |
“Inovações médicas são como a moda. Você não deveria ser o primeiro a entrar, e nem o último a sair.” |
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É inegável que a Inteligência Artificial revolucionará a Medicina nas próximas décadas. No entanto, as inovações exigem muita cautela. |
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Por outro lado, há quem afirme que os sistemas ainda possuem inúmeras limitações, principalmente no que diz respeito ao julgamento clínico da máquina. |
E você, acredita que as pessoas deveriam usar a Inteligência Artificial para ter acesso às informações médicas? |
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Homens que fazem tarefas domésticas podem melhorar saúde mental da esposa |
WORLD HEALTH |
 | (Imagem: The Guardian) |
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Essa vai dar o que falar. Se você e o(a) seu(sua) companheiro(a) são assinantes da Health Times, te prometemos uma coisa: O objetivo dessa matéria não é começar uma DR. risos. |
Acontece que um estudo realizado na Coreia do Sul revelou que, quando os maridos assumem mais responsabilidades em casa, suas esposas apresentam menos problemas associados à saúde mental. |
🩺 O motivo? Redução da carga cognitiva e do estresse diário das esposas, prevenindo a exaustão mental e reduzindo o risco de depressão, além de melhorar o equilíbrio entre trabalho, vida pessoal e descanso. |
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Fora que essa divisão equitativa fortalece a relação conjugal, promovendo maior satisfação e bem-estar emocional para ambas as partes. |
Sobre a pesquisa |
Os pesquisadores da Yonsei University College of Medicine analisaram dados de 7 mil mulheres casadas ao longo de seis anos. |
🩺 Os resultados mostraram que uma maior participação do marido nas tarefas domésticas poderia reduzir em até 18% as chances de que a companheira desenvolvesse depressão. |
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Portanto, a descoberta confirma que relacionamentos podem ser desgastados a partir do momento em que apenas uma pessoa assume a maior parte dos afazeres domésticos. |
Além disso, o estudo revelou uma grande discrepância entre o tempo médio dedicado por homens e por mulheres. |
Mulheres gastavam, em média, 2 horas e meia diárias com afazeres domésticos; Já os homens gastavam, em média, 35 minutos diários.
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Aos que quiserem se aprofundar no assunto, aqui vai o artigo científico completo. Vale a pena a leitura. |
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