BIG STORY |
Por que o sarampo está ressurgindo na América do Norte? |
 | (Imagem: Axios) |
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🦠 Uma verdadeira epidemia. Estados Unidos, Canadá e México enfrentam um dos piores surtos de sarampo das últimas décadas, com mais de 2.500 casos e quatro mortes confirmadas. |
Por conta disso, a OMS classificou o risco na região como “alto”, em comparação com o risco “moderado” globalmente. |
Do que se trata a condição? |
🩺 O sarampo é uma infecção viral altamente contagiosa, causada pelo vírus Measles morbillivirus. Ele se transmite pelo ar, por gotículas respiratórias, e pode permanecer ativo no ambiente por horas. |
Os sintomas iniciais incluem febre alta, tosse, coriza, olhos avermelhados e, depois, manchas vermelhas pelo corpo.
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Em casos graves, pode causar pneumonia, encefalite e até a morte, especialmente em crianças não vacinadas ou indivíduos com imunidade comprometida. |
⚠️ É aí que mora o problema. O principal motivo por trás da atual epidemia é que cada vez menos pessoas estão se vacinando. Isso porque, nos últimos anos, movimentos antivacina têm ganhado força nesses países. |
Nos Estados Unidos, por exemplo, a taxa de vacinação entre crianças em idade pré-escolar caiu de 95,2% no ano letivo de 2019–2020 para 92,7% em 2023–2024. |
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 | (Imagem: Waffle Studios) |
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Acredite se quiser, mas as alegações vão desde “é ineficaz” até “causa autismo”. Para os epidemiologistas, o alerta é claro: |
🩺 Quando a confiança nas vacinas cai, doenças que já estavam sob controle voltam com força — e o sarampo não foge à regra. |
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“A história não se repete… Mas ela rima” |
De certa forma, as consequências de movimentos antivacina não são novidade na história da humanidade. Aqui vão alguns casos que marcaram época: |
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Segundo a literatura científica, cerca de 95% da população precisa estar imunizada para impedir a circulação do vírus. |
Isso significa que, ao se vacinar, você não só se protege, como também protege sua comunidade. Portanto, vacine-se. É um ato simples, mas salva vidas. |
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RESEARCH |
Adoçantes podem estar associados a danos neurológicos e vasculares |
 | (Imagem: Ondacero) |
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Segundo um novo estudo, o eritritol, adoçante comum em produtos “zero açúcar”, pode estar ligado a um maior risco de AVC e doenças cardiovasculares. |
Cientistas da University of Colorado Boulder, nos Estados Unidos, expuseram células de vasos cerebrais humanos a uma quantidade de eritritol semelhante à de uma bebida adoçada. |
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Na prática, radicais livres são moléculas instáveis que danificam as células. Já o óxido nítrico é essencial para a dilatação dos vasos e para manter um fluxo sanguíneo saudável. |
🩺 Com menos óxido nítrico e mais radicais livres, os vasos podem ficar mais rígidos e inflamados, aumentando o risco de coágulos, derrames e outros problemas cardiovasculares. |
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E agora? |
Embora os dados venham de experimentos laboratoriais, eles se somam a estudos clínicos, como este publicado por médicos da Cleveland Clinic na revista Nature, que já associavam o eritritol a eventos cardiovasculares. |
💡 Por esse motivo, especialistas recomendam moderação no uso desse tipo de substância. O eritritol já demonstrou benefícios em contextos específicos, mas também pode apresentar riscos à saúde cardiovascular. |
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ANIMAL WORLD |
FDA pretende abandonar testes científicos em animais |
 | (Imagem: Waffle Studios) |
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Pela primeira vez, a Agência Americana de Vigilância Sanitária (FDA) anunciou que pretende abandonar progressivamente os testes em animais na fase pré-clínica de desenvolvimento de medicamentos. |
No lugar deles, ganham espaço novas tecnologias, como organoides, sistemas de órgão-em-chip e algoritmos preditivos de toxicidade. |
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Por que agora? |
📜 Do ponto de vista legal, desde 2022, a FDA deixou de ser obrigada a exigir testes de novas substâncias em animais. A decisão atual acelera esse movimento, prometendo tornar os testes em animais uma exceção — e não mais a regra. |
🩺 De modo geral, testes em animais nem sempre refletem com precisão a resposta do corpo humano, o que ajuda a explicar a alta taxa de falhas nos ensaios clínicos. |
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Além disso, organoides e inteligência artificial podem oferecer modelos considerados por alguns pesquisadores como mais éticos e específicos. |
Por outro lado… |
⚠️ Parte da comunidade científica acredita que os modelos alternativos ainda não conseguem reproduzir a complexidade de um organismo vivo. |
Na prática, esses especialistas defendem que abandonar os testes em animais de forma prematura pode comprometer a segurança das substâncias antes de serem testadas em humanos. |
E você, é a favor do fim dos testes de medicamentos em animais? |
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APRESENTADO POR ENSINO EINSTEIN |
Não é só pra robô operar: como a IA está sendo realmente usada na saúde? |
 | Imagem: Northwestern University |
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A inteligência artificial tá em tudo — e no setor de saúde, ela é usada para expandir o trabalho dos profissionais. Pensando nisso, essa nova pós-graduação do Ensino Einstein mostra como aplicar a IA na rotina médica: |
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BE HAPPY |
A síndrome que te torna (extremamente) simpático |
 | (Imagem: Rolling Stones Brasil) |
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❤️ Imagine tratar todo estranho como um velho amigo? Para pessoas com síndrome de Williams, isso é realidade. |
🩺 Trata-se de uma condição genética rara — ocorre em 1 a cada 7.500 pessoas — causada pela perda de cerca de 25 a 27 genes no cromossomo 7. |
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Pessoas com essa síndrome apresentam traços únicos, como: |
Empatia excessiva Facilidade em fazer amizades Dificuldades de aprendizagem Características faciais distintas
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No entanto, embora sejam extremamente sociáveis, também enfrentam uma série de desafios inerentes à condição, como problemas cardiovasculares, ansiedade e maior vulnerabilidade. |
O aumento do risco cardiovascular pode ser explicado pela exclusão do gene ELN, responsável pela produção de elastina — o que leva ao enrijecimento das artérias. |
🩺 Já a ansiedade e a maior vulnerabilidade podem estar relacionadas a alterações nos genes GTF2I e BAZ1B, que afetam a conexão entre regiões cerebrais ligadas ao medo e à tomada de decisões sociais. |
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Para quem quiser se aprofundar no tema, aqui vai uma matéria fantástica que encontramos sobre o assunto. |
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