BIG STORY |
Reino Unido proíbe venda de cigarros para nascidos após 2008 |
 | (Imagem: Pinterest) |
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🇬🇧 Uma decisão histórica. Recentemente, o Parlamento britânico aprovou o Tobacco and Vapes Bill, uma lei que proíbe permanentemente a venda de produtos de tabaco para qualquer pessoa nascida a partir de 1º de janeiro de 2009. |
Na prática, quem tem hoje 17 anos ou menos nunca poderá comprar cigarro legalmente no Reino Unido — nem quando atingir a maioridade. |
A lógica é simples: a idade mínima para compra de tabaco vai aumentar um ano a cada ano, acompanhando o envelhecimento dessa geração. Ou seja, o limite de acesso nunca será alcançado por quem nasceu a partir de 2009. |
Vale destacar que a lei não criminaliza quem já fuma, e a restrição recairá sobre os vendedores que descumprirem a regra, não sobre o consumidor. |
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Por que isso importa? O tabagismo é responsável por cerca de 80 mil mortes por ano no Reino Unido. Além disso: |
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Um “zoom out” no problema 🌍 |
Há 20 anos, a prevalência global de uso de tabaco em pessoas com mais de 15 anos era de aproximadamente 33%, o que corresponde a aproximadamente 1,38 bilhão de pessoas. |
Em 2024, esse número caiu para 1,2 bilhão, configurando uma prevalência global média de aproximadamente 20%. |
 | (Imagem: The News Studios) |
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Outro ponto interessante é a grande diferença entre homens e mulheres. Enquanto a prevalência masculina atual é de 32,5%, a prevalência feminina fica em 6,6%. |
Um olhar científico 🔬 |
O tabaco provoca doenças cardiovasculares, pulmonares e diversos tipos de câncer ao danificar tecidos e desencadear inflamação crônica no organismo. |
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Com menos fumantes ao longo das décadas, o sistema de saúde ganha fôlego para tratar condições que não podem ser prevenidas. |
🩺 Em outras palavras: menos cigarro hoje significa menos câncer, menos infarto e mais dinheiro público disponível amanhã. |
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Ainda assim, há quem defenda que indivíduos maiores de idade deveriam ter a liberdade de tomar a própria decisão no que diz respeito ao tabagismo. |
E você, seria favorável à aprovação de uma lei dessas no Brasil? |
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RESEARCH |
Por que “atletas de final de semana” se lesionam tanto? |
 | (Imagem: Pinterest) |
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Você passa a semana inteira sem se mexer, e aí chega o sábado e resolve correr 10km e depois jogar futebol por duas horas. Isso te lembra alguém? risos. |
Bom, estudos publicados no British Journal of Sports Medicine mostram que pessoas com o hábito de praticar atividades físicas intensas apenas aos finais de semana têm 2x mais risco de sofrer lesões musculares e articulares do que quem treina com regularidade. |
Acontece que, se a semana for parada, o corpo reduz a síntese de proteínas musculares e a lubrificação das articulações cai, deixando tendões e cartilagens menos preparados para o impacto. |
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Some isso ao fato de que o sistema cardiovascular também não está calibrado para a demanda, e o resultado é um corpo operando no limite sem o preparo necessário. |
O quanto você deveria estar se exercitando? |
A Organização Mundial da Saúde recomenda que adultos realizem entre 150 e 300 minutos de atividade aeróbica moderada ou 75 a 150 minutos de intensidade vigorosa por semana. |
No entanto, é fundamental entender e adaptar os treinos às necessidades, limites e objetivos pessoais de cada pessoa. Então aqui vão algumas dicas: |
Antes de qualquer atividade, o aquecimento é inegociável, uma vez que ele ativa a musculatura e prepara as articulações. Já o alongamento é mais eficaz no fim do treino, quando o corpo já está aquecido. O fortalecimento muscular também entra como aliado essencial. Assim, trabalhar especialmente pernas e core melhora a estabilidade e protege as estruturas mais vulneráveis a lesões.
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Dito isso, fique atento aos sinais do seu corpo. Tontura, falta de ar desproporcional, dores persistentes ou fadiga extrema são alertas para interromper a atividade imediatamente. |
Nesses casos, busque orientação de um profissional de educação física e, caso os sintomas persistam, procure um médico. |
No fim das contas, o problema nunca foi se exercitar no fim de semana, mas sim “pedir tudo de uma vez” para um corpo que passou dias em modo de espera. |
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CASE DE SUCESSO |
Estudantes brasileiros criam chocolate para pacientes com diabetes |
 | (Imagem: Fit Feed) |
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Para a maioria das pessoas, as palavras chocolate e diabetes não deveriam caminhar juntas, mas três estudantes de Ipiaú, na Bahia, decidiram usar a “criatividade” para mudar isso. |
Foi assim que desenvolveram o ChocoMed, um chocolate com baixo índice glicêmico voltado especialmente para pessoas com diabetes tipo 2. |
Os criadores são Adígena Brandão, Elias Dantas e Lívia Bispo, todos ainda adolescentes, orientados pelo professor Lucas Santos, do Centro Territorial de Educação Profissional Médio Rio das Contas. |
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E o que tem no ChocoMed? Sua formulação une ingredientes com propriedades funcionais comprovadas: |
Chocolate com 70% de cacau — base com baixo teor de açúcar e rica em flavonoides, compostos com efeito anti-inflamatório e cardioprotetor; Melão-de-São-Caetano (Momordica charantia) — planta com evidências científicas de ação hipoglicemiante, ou seja, que auxilia na redução dos níveis de glicose no sangue; Sementes de abóbora — ricas em fibras e magnésio, nutrientes que contribuem para a regulação metabólica e o controle da glicemia.
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A combinação desses ingredientes pode ajudar no controle da liberação de glicose no sangue, que é o maior desafio cotidiano de quem convive com a condição. |
Por que isso importa? |
Atualmente, são mais de 16 milhões de brasileiros convivendo com a doença. Na teoria, é simples controlar a doença. Mas, na prática, são os hábitos e a dificuldade de manter a disciplina que afastam muitas pessoas de um controle adequado. |
Por esse motivo, o ChocoMed surge justamente nessa lacuna: oferecendo uma alternativa que não exige abrir mão do prazer para manter a saúde. |
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