Como a New Balance quer voltar a crescer no Brasil | CASE |  | (Imagem: New Balance | Reprodução) |
| No mês de novembro, uma notícia ganhou a atenção dos amantes do futebol: Endrick, um dos maiores nome da nova geração de craques brasileiros do esporte, firmou um contrato com a New Balance até 2028. | A parceria a la Michael Jordan — que assinou com a Nike para ter uma linha exclusiva na época em que empresa era desconhecida no mundo do basquete — é uma das estratégias da marca americana para voltar a crescer no Brasil. | ⚽️ Mais futebol. Em dezembro, a New Balance expandiu sua presença nos gramados e fechou uma parceria com o São Paulo até 2027. Até então, a empresa só fornecia materiais esportivos ao Red Bull Bragantino. | Por que isso importa? O foco no futebol faz parte da estratégia da empresa de “ganhar capilaridade no país” e trazer um ar mais jovem para marca, que atualmente tem penetração maior no público acima de 35 anos. | A New Balance também planeja entrar no skate para aproveitar a crescente popularidade do esporte impulsionada pela fadinha Rayssa Leal. |
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| Outro ponto de destaque é a “chegada” de modelos mais econômicos — entre R$ 300 e R$ 700 —, tanto no futebol quanto na corrida. Hoje, o valor dos produtos da linha performance de ambos esportes é superior a R$ 1.000. | | Hoje, apenas 15% da receita gerada pela marca é feita por canais internos. Um dos objetivos da empresa é que essa cifra chegue aos 40% nos próximos 3 anos. | Para isso, a New Balance “projeta altos investimentos” na busca de abrir 24 lojas próprias e chegar a um total de 30 unidades em 2027. |
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