Como a dona do Desinchá quer faturar R$ 500 milhões | BIZBRASIL |  | (GIF: Giphy) |
| O doce sabor da conquista. Após finalizar o ano esbanjando R$ 84 milhões em faturamento, o Super Brands, grupo por trás do Desinchá, agora celebra a captação de R$ 45 milhões com a Moriah Asset. | Essa é a primeira captação da empresa nascida em 2015 com R$ 30.000 e que alcançou o atual patamar reutilizando o capital gerado através da venda produtos. No vocabulário startupeiro, fazendo bootstrapping. |
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| Essa é a primeira captação da empresa nascida em 2015 com R$ 30.000 e que alcançou o atual patamar reutilizando o capital gerado através da venda produtos. No vocabulário startupeiro, fazendo bootstrapping. | Um dos objetivos da empresa é seguir desenvolvendo seu portfólio de produtos, que, além do chá, possui café funcionais, gummies de melatonina e, em breve, terá seu primeiro whey protein. | Ainda sobre o portfólio, um ponto interessante faz referência à chegada do Desinchá Supermate. A bebida líquida, segundo a empresa, “é um projeto grande e com muito mais capital intensivo do que a linha de chá secos”. | Essa divisão da empresa vai ganhar uma fábrica com 3.000 m² que será capaz de produzir 1 milhão de latas mensais. 😱 | Por último, a Super Brands mira uma internacionalização maior. Presente nos Estados Unidos desde antes da pandemia, os ganhos do Desinchá no país representam entre 5% e 7% do faturamento total da empresa. | A ideia é que essa cifra alcance os 30% até 2026. Na Europa, que hoje corresponde a 8% da receita total, não foram reveladas as projeções futuras.
| Falando em projeção futura… O objetivo da empresa é chegar aos R$ 500 milhões de faturamento em 5 anos. | As expectativas eram que o mercado chá brasileiro observasse um crescimento 43% entre 2019 e 2023, movimentando R$ 1,5 bilhão apenas no ano passado. | Curiosidade para fechar: Estima-se que o mercado de kombucha tenha movimentado cerca de R$ 35 milhões em 2022. |
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