A estratégia da Olympikus para se tornar um dos principais tênis de corrida | CASE |  | (Imagem: FutFanatics | Reprodução) |
| Depois de vestir o grande ídolo nacional do tênis, Gustavo Kuerten, e as vitoriosas seleções de vôlei, a Olympikus vê na corrida uma oportunidade de ter um esporte para “chamar de seu”. | | Para se ter uma ideia, são mais de 5 milhões de corredores por aqui. | Investe y investe 💰. Nos últimos 5 anos, a Vulcabras, dona da marca e que também detém o licenciamento da Mizuno e Under Armour no Brasil, desembolsou mais de R$ 600 milhões em pesquisa e desenvolvimento. | Só em 2023, foram mais de R$ 131 milhões investidos para dar um upgrade em suas fábricas, com moldes, máquinas e equipamentos.
| O resultado? Mais agilidade na elaboração de novos modelos. Enquanto a Olympikus leva 4 meses para produzir um produto e colocá-lo no mercado, suas concorrentes internacionais têm um ciclo superior a 12 meses. | By the numbers. Dos quase 15 milhões de tênis esportivos vendidos pela Vulcabras entre janeiro e setembro de 2023, mais de 50% foram Olympikus. | Entre outras iniciativas, a marca organiza corridas através de seu projeto "Bota Pra Correr" e foi patrocinadora oficial da Maratona Internacional de Porto Alegre no ano passado. | Looking forward. Já no primeiro semestre de 2024, a marca brasileira irá apresentar um “super tênis” tecnológico contendo uma espuma que une “placa de carbono e grafeno” para deixá-lo mais leve. | | A Vulcabras também olha para uma expansão internacional da marca brasileira. A empresa recentemente anunciou um distribuidor para a Olympikus na Espanha e já observa os vizinhos sul-americanos. | Para fechar: estima-se que o valor do mercado de calçados de corrida ultrapasse os US$ 68.7 bilhões até 2032, um aumento de 54% em relação a 2022. |
|