TRENDING |
 | (Imagem: @NYSE via X) |
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🎨 Tocou o sino. Figma começa a negociar suas ações na bolsa de Nova York, com um valor de mercado avaliado em US$ 19,3 bilhões |
📺 “A Netflix da AI”. Amazon investe em streaming com AI que permite criar programas próprios ou remixar conteúdo licenciado em novos episódios |
💍 Mais tempo offline, sem perder o essencial. Startup lança anel inteligente que brilha com alertas importantes… e tem diamante de 1,5 quilate |
👀 “Será para todos.” Foi o que disse Mark Zuckerberg ao falar sobre o grande investimento da Meta em "superinteligência pessoal" no Instagram |
💰 9 meses após primeiro aporte… Startup brasileira visando reinventar a folha de pagamento com agentes de AI capta R$ 100 milhões — com nomes de peso por trás |
📉 Movimentando o mercado. Dona do Ozempic “emagrece” bilhões em valor de após redução de previsão de receita — além de anunciar novo CEO |
🍣 “Quanto mais vídeos, melhor”. O Yelp está usando AI para transformar o conteúdo postado por usuários em vídeos narrados sobre restaurantes |
💳 Um dos maiores negócios de credit card de todos os tempos? O JPMorgan provavelmente será o novo parceiro de cartão de crédito da Apple |
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CASE |
A liga viral que está “mudando” a mídia esportiva |
 | (Imagem: Sports Business Journal) |
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O ano era 2022. Dana White já era um nome consolidado no universo esportivo. Sob sua gestão, o UFC se tornou uma potência global: |
Vendas milionárias de pay-per-view; Receitas anuais bilionárias — US$ 1,4B em 2024; Mais de 625 milhões de fãs ao redor do mundo.
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Mas, mesmo no topo, White via um problema se formando: Boa parte da nova geração não assistia a eventos completos, mas acompanhava os highlights no TikTok, os memes no Instagram ou os clipes no YouTube Shorts. |
Observando esse comportamento, vários líderes da indústria esportiva passaram a “apostar” em lutas e jogos maiores, mais longos e com produções muitas vezes multimilionárias. |
Maasss… Dana White decidiu fazer o oposto. |
Ele criou algo novo e completamente absurdo aos olhos do mercado: o Power Slap, uma entidade focada no slap fighting — um “esporte” em que duas pessoas se revezam dando, literalmente, tapas na cara (veja aqui). |
 | (Imagem: @powerslap via Instagram) |
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| A crítica chamou de grotesco, antiético e até patético. Mas White não ligou. Ele não estava criando um esporte para a TV, e sim um produto para o algoritmo. Abaixo, alguns motivos: | Cada competidor tem 30 segundos para dar um tapa, 30 segundos para se recuperar — e o processo se repete. Cada câmera grava na vertical, pronta para Reels e TikTok. Cada nocaute vira combustível viral instantâneo.
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Em janeiro de 2023, o Power Slap foi lançado com um reality show na TBS, ecoando os primórdios do UFC, quando White e seus sócios usaram o The Ultimate Fighter na Spike TV para apresentar o MMA ao público. |
No entanto, o Power Slap: Road to the Title foi cancelado após uma temporada, mas os eventos ao vivo ganhariam uma nova casa: a plataforma de vídeos Rumble, em um acordo que pagaria à liga de slap fighting US$ 30 milhões por ano. |
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O que parecia uma piada chamou a atenção — literalmente 👀 |
Dana White enxergou um modelo diferente de monetização do esporte. Não era mais sobre apenas vender ingressos ou pay-per-view, mas sobre vender atenção — e quanto mais o conteúdo circula, mais valor gera para o negócio e para os patrocinadores. |
Não é à toa que, em março de 2025, foi anunciado que o Power Slap deixaria o Rumble e passaria a transmitir suas lutas de graça no YouTube — sem nenhum acordo financeiro especial com a gigante dos vídeos. | Um dos motivos é que, para White, o dinheiro é secundário ao objetivo de longo prazo de levar seu esporte emergente a um público mais popular — e o YouTube é onde esse público está. |
|  | (Imagem: @danawhite via Facebook) |
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Desde o início do Power Slap, o empresário tem contado muito com creators para divulgar o slap fighting, criando uma atmosfera de clube em cada evento, onde eles podem interagir e filmar vídeos. |
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Outro motivo é que, ao assinar com algum canal de televisão, ele teria que abrir mão do controle dos direitos lineares e digitais de transmissão, junto com os patrocínios obtidos. Manter esse controle dá a White a liberdade de buscar parceiros comerciais. |
Inclusive, a mudança para o YouTube faz parte de um novo acordo com a plataforma de blockchain VeChain, que pagará cerca de US$ 76 milhões nos próximos 6 anos pelos naming rights dos eventos. Além disso, White afirma estar negociando outros dois acordos, que elevariam o total combinado de “media rights” do Power Slap para mais de US$ 35 milhões em 2025.
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 | (Imagem: The Sporting News) |
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Looking forward 🔮 |
O objetivo está claro: expor o slap fighting a um número relevante de pessoas, por tempo suficiente, para dessensibilizar quem ainda se indigna com a violência do esporte. |
No fim das contas, é algo que funcionou com o UFC, que já foi chamado de “briga de galos humana”, mas hoje ultrapassou o golfe e o hóquei em relevância cultural e direitos de mídia. |
A verdadeira fonte de renda, porém, será a realização de eventos no exterior. |
🇸🇦🇦🇪🇶🇦 A Arábia Saudita deve sediar 4 eventos este ano e 2 em 2026, cada um pagando US$ 15 milhões — além de acordos semelhantes em Abu Dhabi e Catar. 🇧🇷🇿🇦 White ainda espera expandir para o Brasil e a África do Sul.
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DEEP DIVE |
“Basta inovar levemente um projeto existente para criar um novo.” |
Para o falecido Virgil Abloh, fundador da Off-White e ex-diretor criativo da Louis Vuitton, certas mudanças não precisam ser enormes para despertar desejo nas pessoas — o famoso “menos é mais”. |
Foi por isso que ele passou a adotar a regra dos 3%, segundo a qual é possível transformar um produto ou ideia mudando apenas 3% de sua composição. Ou seja: somos expostos ao “novo”, o que satisfaz nossa curiosidade, mas ainda assim mantemos o conforto da familiaridade. |
Um dos benefícios dessa regra — especialmente para a venda de produtos — é a preservação da identidade, assim como vimos em 2023, com parceria entre Nike e Tiffany. Para entender melhor a regra dos 3%, leia a análise completa aqui. |
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TOGETHER WITH VOKE |
⚠️ É o fim do Windows 10… |
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O suporte ao Windows 10 acaba em outubro de 2025 — e acredite: isso vai impactar bem mais do que você imagina. |
A verdade é que milhares de empresas ainda não planejaram a migração para o Windows 11 — e quanto mais tempo se espera, maiores os riscos de: |
Falhas de segurança e exposição de dados sensíveis Risco de não conformidade com a LGPD Sistemas travando ou incompatíveis com novas ferramentas
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📆 A hora de planejar a migração é agora — antes que vire urgência. A Voke te ajuda com a avaliação do seu parque de TI e oferece 2 opções: |
1️⃣ Atualizar os equipamentos que você já tem, com licenças e instalação do Windows 11 |
2️⃣ Fornecer máquinas novas, já prontas para uso com o sistema atualizado |
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GRÁFICO DO DIA |
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🇧🇪🇧🇷 Belga no papel, brasileira de coração. A AB InBev — comandada pelo brasileiro Michel Doukeris — continua isolada como a maior cervejaria do mundo, produzindo quase 500 bilhões de litros em 2024. |
O volume, entretanto, representa uma queda de 2,1% em relação ao ano anterior. No total, o volume combinado das 40 maiores cervejarias do mundo encolheu 0,6% em 2024.
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🇨🇳 O destaque foi a China, que colocou três empresas no TOP 10, reforçando a força do mercado interno, capaz de criar gigantes sem depender tanto das exportações. Para se aprofundar no mercado chinês de bebidas, clique aqui. |
E você, consegue adivinhar qual foi a primeira cervejaria registrada no Brasil? 🇧🇷 |
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TOGETHER WITH TRIPLETEN |
A AI vai fazer sua profissão desaparecer em 5 anos? |
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Com o avanço tech, 30% dos empregos devem desaparecer nos próximos anos. Ao mesmo tempo, o mercado só cresce — e dá pra virar o jogo. |
Na TripleTen, bootcamp de tecnologia dos EUA, você se forma em profissões em ascensão como Análise de Dados (em 6 meses) ou Desenvolvimento Web (em 10 meses), com uma plataforma em português. |
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NÚMERO DO DIA |
285x mais |
Segundo o relatório Executive Paywatch, da AFL-CIO, essa foi a diferença salarial entre os CEOs e o trabalhador mediano das 500 maiores empresas públicas dos Estados Unidos em 2024. |
Os executivos ganharam, em média, US$ 18,9 milhões, enquanto o funcionário médio recebeu US$ 49,5 mil.
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O maior gap ficou com a Abercrombie & Fitch. Sua CEO, Fran Horowitz, teve uma remuneração de cerca de US$ 17 milhões, ou 6.731 vezes mais que o trabalhador médio, que ganhou pouco mais de US$ 2.500. Veja aqui a lista completa. |
Contextualizando: O “average worker” da marca de roupas trabalha meio período. Além disso, o cálculo inclui toda a força de trabalho global — cerca de 39.200 colaboradores — e não apenas os que estão baseados nos EUA. |
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AROUND THE WEB |
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