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BOA TARDE |
Estamos apenas entrando na segunda metade da Copa do Mundo, mas os primeiros 20 dias de evento já nos trouxeram inúmeras surpresas. Dentro de campo, a mais surpreendente foi a eliminação da Alemanha pelo Paraguai. Fora das quatro linhas, além do burburinho gerado por Levi’s e Gillette, quem chamou a atenção foi o Tinder. |
O app registrou um aumento de 47% na atividade nas cidades-sede da Copa do Mundo em comparação com o ano passado, uma cifra relevante, considerando que muitas pessoas têm sentido um certo esgotamento em relação aos aplicativos de relacionamento. |
No entanto, esta não é a primeira vez que um evento esportivo internacional impulsiona a atividade no Tinder — que registrou uma alta de 25% durante as Olimpíadas de Paris, em 2024. Inclusive, o Comitê Olímpico Internacional há anos distribui preservativos gratuitamente durante os eventos. |
E você, sabe dizer desde quando os países-sede e o Comitê Olímpico Internacional implementaram essa distribuição gratuita de preservativos? |
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Para hoje… BIG TECHs intensificam disputa por talentos em AI; Energia limpa pode adicionar até 1,5 ponto ao PIB do Brasil; Starbucks transforma baristas em influenciadores; Empresas que mais geraram riqueza nos últimos 100 anos; e mais. | | | | ⏱️ Tempo de leitura: 6 minutos e 38 segundos |
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QUICK TAKES |
👀 PARA LER: O recente artigo escrito pelo CEO da Microsoft sobre o que ele tem pensado a respeito do futuro da empresa em uma economia impulsionada pela AI |
😮 PARA SE SURPREENDER: Usuário pergunta ao ChatGPT sobre o segredo para viver 140 anos — e a resposta não tem nada a ver com dieta ou dinheiro |
🔍 PARA DESCOBRIR: Quem são os executivos de marketing que mais impulsionam o crescimento e influenciam negócios no mundo em 2026 |
✍️ PARA CONHECER: A rotina de um milionário da inteligência artificial de 22 anos |
💪 PARA SE MOTIVAR: A idade que tinham os fundadores de marcas icônicas quando começaram a empreender — e duvidamos que você acerte quantos anos tinha o mais velho dessa lista |
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Seria esse um novo capítulo da disputa por talentos em AI? |
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Um novo conjunto de movimentações no Vale do Silício reacendeu o debate sobre o que realmente faz um pesquisador escolher onde trabalhar. Mais do que salários milionários, o que parece pesar agora é a liberdade para escolher os problemas que querem resolver. |
O caso mais simbólico recente envolve a saída de nomes ligados ao Google DeepMind, como Noam Shazeer, coautor da arquitetura Transformer, que há quase 2 semanas deixou a empresa para se juntar à OpenAI. Poucos dias depois, John Jumper (foto abaixo), ligado ao AlphaFold e vencedor do Nobel, também anunciou sua saída do Google para a Anthropic. E, na última semana, dois dos principais pesquisadores de AI do Google também trocaram a gigante de buscas pela Anthropic.
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 | (Imagem: Forbes | Getty Images) |
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Essas movimentações não são isoladas. Elas refletem uma disputa mais ampla entre Google, OpenAI e Anthropic, em que cada contratação de alto nível funciona quase como uma "transferência de estrela" em um campeonato global de inteligência artificial. |
Ao mesmo tempo, a fronteira entre hardware e software também entrou na disputa. Nos últimos dias, o principal responsável pelo headset Vision Pro e pelas iniciativas de óculos inteligentes da Apple também anunciou sua saída para a dona do ChatGPT — que vem estruturando sua própria divisão de dispositivos de AI. |
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Isso muda a dinâmica interna das BIG TECHs. A disputa deixa de ser apenas por contratar talentos e passa a ser também sobre reter autonomia suficiente para que esses pesquisadores queiram permanecer. |
Em paralelo, empresas como Meta têm intensificado ofertas agressivas e reestruturações de equipes para atrair cientistas de ponta; Já o Google, um dos maiores prejudicados nas últimas semanas, tenta reforçar seu argumento de escala, infraestrutura e profundidade de pesquisa como vantagem competitiva.
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O resultado é um mercado em que o "produto" mais valioso tem se tornado quem constrói os modelos de inteligência artificial. Pesquisadores passaram a ser disputados como ativos estratégicos capazes de definir a liderança tecnológica de uma empresa. |
Na prática, o setor se aproxima de um cenário em que poucos nomes podem influenciar toda a direção da indústria — e cada troca entre laboratórios aumenta ainda mais a pressão competitiva por inovação acelerada. |
Enquanto isso, fora do eixo das BIG TECHs ocidentais... |
Na 🇨🇳China, a disputa segue uma lógica parecida, mas com foco ainda mais forte em escala e expansão organizacional. A DeepSeek anunciou um grande plano de contratação para praticamente dobrar as equipes e acelerar sua transformação em empresa de produto. |
O movimento acontece em meio a uma guerra local por talentos, com empresas como Xiaomi e ByteDance atraindo profissionais de startups emergentes de AI, pressionando o ecossistema chinês a crescer rapidamente em todas as frentes. |
Nesse contexto, a corrida vai além dos modelos mais avançados, passando por infraestrutura e eficiência, com grupos locais trabalhando junto a players como a Huawei para otimizar sistemas em chips domésticos e reduzir a dependência de hardware estrangeiro. |
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TOGETHER WITH DOCUSIGN |
Saiba como o vale da desilusão da IA é a parte mais perigosa dessa montanha-russa |
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Toda nova tecnologia passa pelo Gartner Hype Cycle: um ciclo que começa com um boom de expectativas e depois despenca no "Vale da Desilusão" (exatamente onde a IA está agora). |
Quem sair do vale primeiro chega antes ao Platô da Produtividade. E amanhã, a Docusign reúne quem já está nessa rampa para mostrar, em um Webinar gratuito, como aplicar IA nos seus processos e aprender a colher os resultados dessa tecnologia, seja revisando contratos em segundos ou escalando operações sem abrir mão da segurança jurídica. |
👉 Garanta sua vaga gratuita para amanhã. |
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O Brasil pode ganhar na nova corrida industrial |
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Durante décadas, a vantagem competitiva das indústrias era estar perto dos grandes mercados consumidores. Agora, uma nova lógica começa a ganhar força: estar perto da energia limpa e barata. |
A explicação está em um conceito chamado powershoring: em vez de transportar energia para as fábricas, empresas passam a levar suas fábricas para onde a energia renovável é abundante, previsível e competitiva. |
Nesse cenário, o Brasil reúne ativos raros. Além de uma matriz elétrica majoritariamente renovável, o país combina baixo custo de geração, potencial em biocombustíveis, minerais críticos e uma indústria capaz de capturar parte dessa nova demanda global. |
O Nordeste desponta como um dos principais protagonistas dessa transformação. Segundo um estudo da London School of Economics, apenas os investimentos ligados ao powershoring poderiam: |
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Ao todo, o estudo projeta que o Brasil desponte nesse cenário de corrida por energia limpa e adicione entre 1 e 1,5 ponto percentual ao crescimento anual do PIB brasileiro — que foi de R$ 12,7 trilhões em 2025 — no médio prazo. |
The Big Picture. Com investimentos de US$ 5,6 trilhões anuais previstos até 2030, países capazes de oferecer eletricidade renovável e barata tendem a concentrar uma parcela crescente da nova indústria. (Aprofunde) |
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O Starbucks quer transformar baristas em influenciadores |
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A gigante de cafés acaba de dar mais um passo para transformar seus próprios funcionários em estratégia de marketing. Em parceria com o TikTok, a rede será a primeira marca a testar uma ferramenta que organiza criadores de conteúdo ligados à empresa e permite que seus vídeos virem anúncios. |
Por que isso importa? Desde 2024, o Starbucks tem recorrido aos seus funcionários para divulgar a marca nas redes sociais. |
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Com a colaboração com o TikTok, a marca praticamente expande o programa Green Apron. Agora, além de receberem briefings de campanhas, os participantes poderão compartilhar a receita gerada pelos anúncios. |
A aposta faz sentido. Os funcionários do Starbucks publicam três vezes mais nas redes sociais do que colaboradores redes similares, enquanto 61% da Geração Z dizem descobrir novos produtos por meio de conteúdos feitos por empregados das próprias marcas. |
Na prática, o Starbucks está apostando que ninguém vende melhor a experiência da marca do que quem a vive todos os dias. Em vez de depender apenas de influenciadores tradicionais, a empresa quer transformar funcionários em criadores recorrentes — e remunerá-los por isso. |
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TOGETHER WITH HOSTINGER |
Hostinger anuncia parceria com a artista Aline Bispo |
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A Hostinger, gigante global de hospedagem de sites, anuncia uma parceria inédita com a artista paulistana Aline Bispo, ilustradora do best-seller Torto Arado. |
Inspirada no conceito "Abra suas abas, solte suas ideias", a colaboração transforma a estética da artista em templates exclusivos de sites. |
A iniciativa leva a arte brasileira para o mundo e ajuda criadores, empreendedores e artistas a transformar ideias em presença digital, trazendo visibilidade e novas oportunidades. |
🎨 Conheça a edição especial. |
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GIRO POR OUTROS HIGHLIGHTS |
→ Coreia do Sul vai investir US$ 880 bilhões em chips, AI e robótica para desafiar China, Japão e Taiwan |
→ Gigantes globais de telecomunicações criam empresa conjunta com US$ 4 bilhões em receita para atender 3 mil clientes em mais de 180 países |
→ Raízen tem o maior prejuízo de sua história: R$ 27 bilhões em um único ano-safra |
→ Microsoft perde US$ 570 bilhões em valor de mercado e caminha para o pior mês em 26 anos |
→ Volkswagen estuda venda da Lamborghini e da Ducati para bancar os custos da reestruturação |
→ Gigante americana de mídia separa TV, streaming e parques temáticos da operação de internet e telefonia |
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GRÁFICO DO DIA |
| | | US$ 91 trilhões. Esse foi o valor total da riqueza gerada pelo mercado de ações americano nos últimos 100 anos de negociações. | Contextualizando: a riqueza gerada nada mais é do que o lucro líquido retornado aos investidores por uma empresa. | E, apesar de o estudo considerar os retornos desde 1926, a maior parte das empresas do topo — Apple, Nvidia, Amazon e Alphabet — nem sequer existia 50 anos atrás. |
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A Nvidia, por sinal, talvez represente o caso mais emblemático. Nos últimos anos, a empresa valorizou mais de 800%, gerando boa parte dos seus US$ 4,6 trilhões de riqueza apenas nesta década. |
Mas a história que o gráfico não conta é a dos fracassos: 96% das empresas que negociaram ações na bolsa dos EUA nem sequer superaram os títulos do Tesouro dos EUA — tipo o Tesouro Direto do Brasil —, mostrando que o mercado é um jogo de grandes vencedores, mas também de muitos perdedores. Leia mais aqui. |
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FEEDBACK |
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