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vinte e cinco |
boa tarde. ontem foi o aniversário de 25 anos do google. nesse período, a empresa foi do zero a um valuation de +1,5 trilhão de dólares. hoje, vamos falar de um mercado que tem muito a ver com a big tech. pegue seu café. |
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Na edição de hoje: | 👆 Domínios. O bizness por trás do que vem depois do “www”. | 🔥 Hot topics. Novidades da meta, captação milionária no Brasil, a nova academia da SmartFit. | 🤳 Mimo. A startup que ajuda negócios a venderem mais com lives. |
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Se prepare para dominar o mercado de domínios 🌐 |
INFOGRÁFICO #207 |
Imagine a seguinte situação: Você está começando um novo negócio e, por prezar por sua presença digital, decide comprar um domínio para garantir seu “endereço da internet”. |
Mas se depara com um problema: O domínio que você queria não está disponível. Alguém foi mais rápido que você. Qual seria sua reação? |
Para muitos, a resposta seria, simplesmente, mudar o nome. Ou adicionar alguma palavra a mais no domínio. No entanto, por uma série de motivos — que já vamos explicar — há casos em que a melhor opção é ir atrás do dono daquele endereço para tentar comprá-lo. |
Essa prática é mais comum do que você pensa, e tem gente que gasta centenas de milhões de dólares (você leu certo) para se apossar dos domínios mais cobiçados da internet. |
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Muitas dessas transações não se tornam públicas. Mas, das que foram divulgadas abertamente, esses foram os domínios mais caros já vendidos: |
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Precisamos falar de SEO… |
Search Engine Optimization. Basicamente, é o conjunto de estratégias de otimização para mecanismos de busca como o Google. É isso que determina quais sites aparecerão no topo quando um usuário pesquisa algo. |
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A importância disso? Pense que o 1° resultado orgânico das buscas chega a ter 40% dos cliques totais de quem pesquisa por aquele termo. Na 2ª posição, cai pela metade. Na 3ª, novamente, reduz pela metade. |
🔍 Em outras palavras, 70% dos cliques se concentram nos três primeiros links. Estar no topo conta muito. |
Há ainda outros fatores que fazem com que um domínio custe mais do que 20 dólares, como ele ser curto, simples, memorável, marcante ou descritivo, por exemplo. |
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Além de pessoas e empresas… 🌎 |
Tem países que fazem muito dinheiro com domínios. Mas, no caso deles, não é através da venda no mercado secundário (revenda). Antes de explicarmos o motivo, veja o gráfico abaixo: |
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Metade dos sites são “.com” |
O nome dessa terminação é TLD — top-level domain —, que nada mais é que o último segmento do nome do domínio, que vem após o último ponto. É a extensão do domínio. |
Na teoria, seu objetivo é indicar o propósito do site, o dono ou sua localização geográfica. Na prática, não se limita a isso.
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Isso porque, embora cada país tenha o seu próprio TLD, algumas coincidências fazem com que empresas comprem domínios com determinadas extensões por outros motivos, que não se referir ao país. |
Aqui vem o pulo do gato… Quando um novo domínio é registrado com o TLD de um país, o respectivo governo ganha uma taxa pelo registro — além de um valor recorrente de renovação. Com isso, teve quem se deu muito bem: |
🇦🇮 Anguilla — “.ai” |
Com o boom da AI, dobrou o número de registros com a extensão ".ai" — usado por muitas empresas do setor. Isso deve gerar uma arrecadação de US$ 30 milhões para a pequena ilha do Caribe neste ano. É quatro vezes mais que no ano passado e o equivalente a 10% do PIB do pais. |
🇹🇻 Tuvalu — “.tv” |
A extensão do arquipélago localizado na Oceania é usado por muitas empresas que realizam transmissões online, como a Twitch.tv, por remeter à televisão. Isso gera US$ 5 milhões por ano ao país — 1/12 de seu PIB de US$ 60 milhões. |
🇲🇪 Montenegro — “.me” |
Para fechar essa lista, outro país que se deu muito bem com isso foi Montenegro, que já teve anos em que ganhou 6,5 milhões de euros graças ao seu TLD — 2% do total de exportações do país. Nunca subestime o poder de duas letrinhas… |
Curiosidade, pra fechar 🤔 |
Um case legal é o do Threads.com, plataforma de comunicação alternativa ao Slack. Quando a Meta criou seu clone do X, o que tinha disponível era o Threads.net. |
Com isso, o Threads.com teve um *boom* em seus acessos, de pessoas que buscavam seu homônimo e clicavam no que tinha a extensão .com — que, convenhamos, é muito mais sexy. risos. |
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A chave para impulsionar e otimizar seu negócio 🔐 |
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As principais notícias de negócios do dia |
BITS & BYTES |
💰 Triplicando o valuation... A OpenAI, dona do ChatGPT, está conversando com investidores sobre a possibilidade de uma venda de parte de suas ações que avaliaria a empresa entre em até US$ 90 bilhões. |
🥽 Meta Connect 2023. Em seu evento anual, a companhia lançou o Quest 3, seu fone de ouvido com realidade aumentada, seus novos óculos inteligentes Ray-Ban e uma plataforma que permitirá às emprsas criar chatbots de AI para seus serviços de mensagem. |
🇧🇷 É do Brasil. O Gringo, superapp que permite que motoristas gerenciem documentação e serviços do carro, captou US$ 30 milhões em rodada Series C. |
💪 Novidade fitness… A SmartFit, em parceria com o empresário e influenciador de musculação Renato Cariani, anunciou o lançamento de uma nova rede de academias chamada Nation CT, com mensalidade de até 400 reais e foco em alta performance. |
🖼️ Agora é oficial. Depois de quase dois anos em beta, a Adobe está lançando a versão web do Photoshop, mais simplificada e com recursos de AI generativa. |
🇷🇺 Por um valor não divulgado... A Binance, maior exchange de criptomoedas do mundo, vai vender sua operação russa, seguindo os passos de vários outros negócios que fizeram o mesmo por conta da guerra contra a Ucrânia. |
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Como as lives podem fazer seu negócio vender mais 🤳 |
SHOW YOUR BIZNESS #66 — TEMPORADA 6 • EP.7 |
 | (Foto: Mimo | Reprodução) |
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🧐 Conheça a Mimo Live Sales |
A Mimo Live Sales é uma startup que oferece soluções de live commerce para ajudar empresas a aumentarem as conversões de vendas digitais em seus e-commerces e aplicativos. |
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Para esclarecer… Live commerce é a união do live streaming com o e-commerce em uma experiência de única tela e sem fricção, em que influenciadores ajudam as marcas a promover e vender seus produtos. |
O racional por trás é que, na venda por live commerce, as marcas se conectam de forma mais humana com os consumidores e, com ajuda dos influenciadores, esclarecem dúvidas e quebram eventuais objeções para aumentar a conversão. |
💰 Modelo de negócios |
SaaS B2B. Praticamente toda receita da Mimo vem da venda de planos mensais, com contratos de 1 ano, que oferecem diferentes funcionalidades de acordo com a necessidade do cliente. |
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Além disso, uma parcela menor da receita vem de lives especiais, quando algum cliente quer fazer apenas alguma grande live no ano em alguma data específica — Dia das Mães, Black Friday ou Natal, por exemplo. |
A empresa entrega sua solução através de duas áreas… |
 | (Imagem: Mimo | Reprodução) |
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1) Customer Success: Time focado em ajudar o cliente na definição de sua estratégia para ter sucesso na live. Ajuda no planejamento, escolha do portfólio de produtos, escolha do melhor influenciador, dia e horário da live e por aí vai. |
2) Customer Experience: Área que faz o acompanhamento técnico. Ajuda a montar a live, faz a integração com e-commerce, faz plantão em todas as lives — um grande diferencial deles. |
Além disso, a Mimo criou um ecossistema de parceiros com estúdios, produtores audiovisuais e provedores dedicados de internet para seus clientes, com descontos exclusivos. |
A empresa ainda tem investidores estratégicos — empresas que agenciam influenciadores e conseguem fechar valores menores para os clientes da startup. |
Isso tudo contribui para que, na média, 10% das pessoas que estão nas lives comprem. Dependendo do segmento de atuação da empresa, esse número pode chegar a 40%. |
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🛣 Como tudo começou |
A história se iniciou em 2020. Era meio da pandemia e uma irmã da Monique — uma das fundadoras — teve que fechar uma loja de sapatos que tinha em um shopping. |
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Logo de cara, se deparou com o fenômeno do live commerce, que surgiu na China em 2016 e estava bombando por lá. O que mais chamou sua atenção é que não havia nada parecido no Brasil. |
A oportunidade parecia ser boa: Juntar live streaming com e-commerce, oferecendo aos consumidores a possibilidade de ver o produto, tirar dúvidas no chat e fazer a compra sem nenhuma fricção — diferente das redes sociais. |
Com a ideia em mente, mandou mensagem para uma das líderes de um grupo de executivas de marketing e tecnologia que ela fazia parte, dizendo que queria fazer aquilo no Brasil. |
O grande gap era que lhe faltava conhecimento de tech. Depois de buscar por ajuda, foi conectada com Etienne. |
As duas marcaram a primeira conversa. Os olhos de Etienne brilharam tanto, que Monique decidiu mudar o pitch. Em vez de pedir a indicação de alguém, convidou-a para construir a Mimo com ela. O “sim” foi imediato. |
Depois dessa primeira conversa, fizeram uma reunião só para falarem sobre os seus "porquês". Qual era o motivo de estarem criando aquela empresa? Além de serem complementares, os valores e visão de mundo eram muito parecidos. |
Ambas queriam democratizar o acesso à tecnologia de live commerce para todas as empresas do Brasil — independente do tamanho. |
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Assim, a empresa criou um marketplace para validar a solução, por onde fez mais de 180 lives. Era um ambiente da Mimo, em que as marcas criavam suas lojas para fazerem as transmissões. |
Depois, começou a desenvolver sua plataforma white label, que permitiu aos clientes fazer as lives em seus próprios ambientes — seja um e-commerce ou app, no formato de SaaS, que é a solução atual. |
Atualmente, a Mimo atende mais de 200 marcas em 20 setores diferentes, atuando em 6 países. A startup terminou 2020 com 8 pessoas. Hoje, são 45. |
Os dois lados do pioneirismo ⛰️ |
 | (Foto: Mimo | Reprodução) |
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A Mimo é a primeira startup de live commerce da América Latina. Isso traz pontos positivos e negativos. De qualquer forma, é bastante desafiador. |
Pense que não há uma referência tão clara. Por mais que o modelo já existisse na China, o mercado de consumo é totalmente diferente, e foi preciso adaptar o produto para se adequar ao Brasil. |
Uma das coisas que elas aprenderam, é que o live commerce funciona muito bem para quem já tem uma presença digital. Caso contrário, fica muito mais difícil trazer audiência. |
Outro desafio foi vender para as outras empresas. Segundo a Etienne, no começo do negócio, elas demoravam uma hora para explicar para as marcas o que faziam. |
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Hoje, leva 15 minutos, pois muitos negócios e grandes influenciadores — como a Virgínia — já estão fazendo. Além disso, existe a parte da educação. Para… |
Consumidores: Precisam aprender a consumir dessa nova forma, apesar de gostarem quando a experiência online simula a física; e Marcas: Ainda não sabem a melhor forma de usar essa ferramenta para se aproximar dos clientes e usar dados para melhorar a experiência de suas lives.
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Isso sem falar na questão da formação de especialistas em live commerce, uma vez que ainda não havia pessoas trabalhando com isso no Brasil. |
A parte boa? Por ser algo que ainda não tinha ninguém fazendo, a empresa teve a chance largar na frente. Pode ser recompensador na mesma medida que é desafiador. Superar todos esses desafios permite nadar de braçada em um oceano azul. |
A importância dos influenciadores 🤳 |
 | (Foto: Mimo | Reprodução) |
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Live commerce e creators economy andam lado a lado. Um dos principais motivos dessa forte ligação é que os influenciadores ajudam a “aquecer” o público, trazendo audiência para as transmissões. |
Durante seus três anos de jornada, perceberam que, no mercado brasileiro, o que funciona bem são lives de 1h, com duas pessoas: |
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(i) Uma pessoa da marca que entenda muito de marketing e saiba muito do produto; |
(ii) O influenciador, que fará o papel do consumidor, tirando dúvidas que as pessoas possam ter, gerando conexão com o consumidor — outro papel importante dessa figura. |
📈 Recebeu investimentos? |
2020: Investimento anjo; |
2021: Rodada Seed; |
2022/2023: Pre-Series A — da Locaweb e Cencosud Ventures. |
A empresa não abre o valor de suas rodadas. |
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👫 Quem está por trás desse negócio? |
 | (Foto: Mimo | Reprodução) |
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A Mimo Live Sales foi fundada por Monique Lima e Etienne Du Jardin. Ao clicar, você vai para o LinkedIn delas. |
🔮 O que está por vir |
A startup acredita demais em construir uma relação humanizada no digital entre marcas e consumidores. |
Por isso, está criando uma série de produtos para facilitar essa conexão, e espera crescer com novas iniciativas em live commerce voltadas a isso. |
Outra coisa que a empresa está de olho são as diferentes necessidades de cada segmento. Uma empresa que faz uma live para captar leads para um apartamento é bem diferente de uma que vende blusas de 15 reais. |
Por fim, a Mimo também está de olho para soluções de video commerce, em que marcas poderão expor seus produtos como se as pessoas estivessem dentro da loja, para venderem em maior escala. |
ESG ♻️ |
Desde o começo, a Mimo sempre se preocupou com os pilares ESG. Hoje, 65% das pessoas da empresa e 75% das lideranças são mulheres, 55% das pessoas são LGBTQIA+ e 35% são negras. |
Segundo as fundadoras, para democratizar a tecnologia, seria preciso democratizar a empresa internamente, para ter mais pontos de vista e criar um produto para todos. |
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📚 Para aprofundar |
McKinsey. Report do mercado global de live commerce |
Live Shopping no Brasil. Report feito pela Mimo do mercado nacional. |
Artigo. Para a Mimo, o live-shopping será maior que o e-commerce no Brasil. |
Podcast. Etienne e Monique falando sobre o cenário de live commerce. |
💼 Contato |
Para se juntar ao time de 45 pessoas que estão construindo a Mimo, envie um e-mail para [email protected]. Vai que você se destaca… |
🦄 E o meu bizness? |
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