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📺 Chegou a era da Super TV. Governo Lula oficializou o novo padrão da televisão aberta no Brasil: a DTV+ — também chamada de TV 3.0 |
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CASE |
Como a Microsoft foi de líder à esquecida no mercado de celulares? |
 | (Imagem: Wall Street Journal) |
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O ano é 2007. Steve Jobs subia ao palco para apresentar o primeiro iPhone a cerca de 3 mil pessoas — aparelho que, nos dias (e anos) seguintes, seria conhecido por milhões de pessoas ao redor do mundo. |
No entanto, o que pouca gente sabe é que, até um ano antes, a Microsoft dominava boa parte do mercado de smartphones com sua plataforma Windows Mobile. |
O então CEO, Steve Ballmer, desdenhou do iPhone, acreditando que clientes corporativos preferiam teclados físicos, além de duvidar do sucesso de um aparelho “tão caro”. |
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Maaas… apesar do ceticismo inicial, o foco da Apple na experiência do usuário revolucionou o mercado — e o desdém de Ballmer terminou custando caro. |
Senta que lá vem história 🛋️ |
| | A relação da Microsoft com os celulares começou nos anos 1990, com o desenvolvimento de um sistema operacional para assistentes pessoais digitais (PDAs), os precursores dos smartphones. | Assim, com agenda, e-mail e mini-games, nasceu o Pocket PC, que tinha a missão de ser um Windows de bolso. | Em 2003, o aparelho evoluiu para o Windows Mobile, sistema operacional que passou a equipar celulares de marcas como HTC, Motorola e Samsung, dominando boa parte do mercado. | Para se ter uma ideia, só no ano fiscal de 2007, a Microsoft vendeu mais de 11 milhões de licenças — e esperava um aumento de 50% nos anos seguintes. |
|  | (Imagem: Imagem: Vintage200.org) |
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No entanto, apesar de ter sido precursora, o sucesso do Windows Mobile durou pouco, com a chegada de dois concorrentes pesados: o iOS, do iPhone, e o Android, da Google. |
O resultado? A plataforma da Microsoft começou a parecer datada, já que a empresa demorou para perceber a mudança nas preferências dos usuários, que valorizavam mais a conveniência do que as especificações técnicas. |
A resposta veio tarde demais… |
O Windows Phone 7 foi lançado apenas em 2010 e, apesar de receber elogios por sua interface, o sistema tinha um problema fatal: seu fraco ecossistema de aplicativos. |
O aparelho chegou ao mercado com cerca de 2 mil apps, contra 200 mil do Android e 300 mil do iOS — apps populares como Shazam, Twitter e YouTube simplesmente não existiam na plataforma. |
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Em uma tentativa de reviver sua posição, a Microsoft firmou uma parceria com a Nokia em 2011, lançando a bem-sucedida linha Lumia. Mas a iniciativa foi prejudicada pelo próprio sistema operacional, que continuava extremamente limitado. |
 | (Imagem: Bloomberg) |
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O erro fatal: o fiasco das atualizações 💔 |
Como se já não bastasse a demora na resposta da Microsoft e o crescimento ininterrupto do iPhone, a empresa liderada por Steve Ballmer dificultou a transição dos usuários do Windows Mobile 7 para o Windows Mobile 8. |
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Essa falta de um caminho claro de atualização corroeu a confiança na marca e impediu a construção de uma base sólida de usuários a longo prazo. |
A Microsoft até tentou mudar os rumos ao adquirir a divisão de smartphones da Nokia em 2013, por US$ 7,2 bilhões, mas não conseguiu produzir dispositivos ou software competitivos. |
Corta para 2017, após anos de queda no faturamento e falhas de produtos, a empresa abandonou o mercado de hardware para smartphones, no que se tornou um dos maiores fracassos da sua história. |
Anos depois, o próprio Ballmer admitiu que a Microsoft perdeu tempo crucial por não ter integrado hardware e software com rapidez suficiente. |
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Takeaways ✍️ |
A história é um clássico: uma empresa dominante, que despreza o crescimento da concorrência e acaba engolida por não inovar a tempo. |
Enquanto a Microsoft focou em recursos para empresas, a Apple venceu ao oferecer uma experiência de usuário intuitiva e superior — provando que a forma como um produto funciona é mais importante do que sua lista de funcionalidades. |
Em meio ao desespero do fracasso, forçar os clientes a comprar novos aparelhos para obter atualizações de software quebrou de vez a confiança e a lealdade, um erro de gestão de produto que se provou fatal. |
PS: Quem também não se deu bem nesse mercado foi a Amazon, que investiu US$ 170 milhões para lançar o Fire Phone — e fracassou grandiosamente. Conheça a história aqui. |
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TOGETHER WITH NUVEMSHOP |
Quanto você pagaria por um ticket para ter os segredos de uma empresa bilionária? |
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Caito Maia começou vendendo óculos em festas — e hoje, com a Chilli Beans, fatura mais de R$ 1 bilhão por ano vendendo direto ao consumidor. Sem intermediários e sem perder o controle da própria marca. |
Esse tipo de visão não é sorte: é estratégia. E no D2C Summit 2025, ele e outros grandes nomes vão mostrar como fazer isso acontecer: |
🤫 Os segredos de quem tem controle e autonomia do próprio negócio. |
🛍 Como vender mais e fidelizar clientes sem depender de terceiros. |
📈 Os insights pra fazer sua marca crescer mais com quem entende. |
É o maior evento do país sobre marcas direct to consumer — e esse pode ser o seu bilhete de entrada pra uma nova fase no seu negócio. |
E tem mais: leitores do the biz têm 15% OFF usando o cupom THENEWS. Pegue seu ticket aqui. |
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GRÁFICO DO DIA |
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“Quando o produto é grátis, você é o produto”. Essa frase, que se tornou um ditado popular moderno, nunca foi tão real. |
Empresas como Snap, Reddit e Pinterest faturam entre US$ 2,40 e US$ 2,80 por mês com cada usuário ativo nos EUA e no Canadá; Já a Meta, dona do Facebook e do Instagram, tem uma receita média por usuário (ARPU) de impressionantes US$ 26 mensais nos mesmos países.
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A diferença gritante mostra o poder da máquina de monetização da empresa do Tio Zuck, que registrou mais de US$ 63 bilhões em receita publicitária apenas nos EUA e no Canadá, em 2024. Aprofunde no tema aqui. |
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O QUE VOCÊ PRECISA SABER |
Gen Z não sonha com o “canto da sala” 🪑 |
Uma pesquisa da Glassdoor revelou que o famoso “subir na escada corporativa” já não é prioridade para a Geração Z — quase 70% não querem cargos de chefia (exceto pelo salário ou pelo título). |
O movimento tem até nome: career minimalism. Em vez de status, eles buscam segurança, flexibilidade e equilíbrio. Isso significa empregos estáveis que pagam as contas, enquanto side hustles e projetos pessoais dão cor e propósito à vida. |
📊 Hoje, 57% dos Gen Z têm um bico paralelo — contra 48% dos Millennials e apenas 21% dos Boomers. A mensagem é clara: sucesso não é viver para trabalhar, mas ter o trabalho como parte de uma vida sustentável. (Aprofunde). |
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Nubank cogitando voltar à Argentina? 🇦🇷 |
Segundo relatório do BTG, o roxinho estuda retornar ao país por meio da aquisição da fintech local Brubank, que já soma cerca de 4 milhões de clientes. |
O movimento marcaria a volta do Nubank à Argentina, após a operação relâmpago em 2019, quando abriu e encerrou atividades em poucos meses. |
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🇦🇷 Se a compra se concretizar, o roxinho reforçaria sua presença regional — ao lado de Brasil, México e Colômbia — ampliando ainda mais seu alcance no mercado latino-americano. (Aprofunde) |
Apple “flerta” com gigantes da AI 🍏 |
A BIG TECH estuda comprar startups de inteligência artificial — como Mistral e Perplexity — para acelerar seus projetos de AI generativa, mas enfrenta um impasse interno entre a vontade de ousar e sua cultura histórica de cautela. |
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⏳ Mas… Uma decisão da Justiça sobre o pagamento do Google para permanecer como busca padrão do iPhone pode acelerar ou frear essas aquisições, tornando este um momento crítico para a estratégia de serviços e expansão em inteligência artificial. (Aprofunde) |
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TOGETHER WITH FUNDAÇÃO VANZOLINI |
Como você lidaria com um prejuízo de R$ 6,75 milhões hoje? |
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Esse foi o custo médio de um vazamento de dados no Brasil. Mas com os processos certos, dá pra evitar esse tipo de impacto. |
Seguindo uma norma reconhecida mundialmente, como a ISO/IEC 27001, você garante que seu negócio não terá esse prejuízo. Se sua empresa já cumpre os requisitos da norma, a Fundação Vanzolini é quem certifica essa conquista. |
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FRASE DO DIA |
“A longo prazo, o dinheiro é um investimento muito ruim.” |
A frase é de Ray Dalio, fundador da Bridgewater e um dos maiores investidores do mundo, que em um bate-papo recente disse enxergar no ouro a melhor proteção contra crises monetárias e ciclos de endividamento global. |
Enquanto ativos financeiros podem perder valor em momentos de instabilidade, ele defende que manter de 5% a 15% do portfólio em ouro torna qualquer carteira mais resiliente e menos dependente de promessas de pagamento. |
Para Dalio, moedas de ouro não são apenas reserva de valor: podem ser também um legado para filhos e netos, ensinando sobre poupança, disciplina e preservação de riqueza. Confira aqui outros insights ditos pelo megainvestidor. |
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TIP OF THE DAY |
Juros de financiamento podem custar até 80% do valor do bem. |
No mundo dos negócios, as empresam não costumam aceitar perder tanta margem. Por que você aceitaria? |
Pra entender como funciona uma alternativa inteligente pra conquistar os próprios bens sem juros abusivos, essa newsletter, que começa no dia 15/09, te dá o passo a passo em 4 episódios. Inscreva-se aqui. 🧠 |
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AROUND THE WEB |
🤔 PARA SE SURPREENDER: Empresas trocam de logo a cada 7 anos para explorar uma brecha psicológica que te vicia sem você notar. |
📺️ PARA ASSISTIR: De paciência à gestão de risco, como empresas de Wall Street usam o pôquer para treinar novos traders. |
✍️ PARA APROFUNDAR: Uma conversa com o cofundador do Reddit sobre seu novo papel na ressurreição de uma das primeiras redes sociais da história. |
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GAME DO ESTAGIÁRIO |
A qual marca pertence o icônico slogan “cura até duas vezes mais rápido”? |
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