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In today’s edition: |
🧠 Como a Amazon se livrou da quase falência; 🔥 As notícias que estão em alta no mundo dos negócios; 👃 Geração Z está cada vez mais interessada em perfumes de luxo; 🎮 Os videogames mais vendidos da história; 📹️ Os melhores conteúdos que vimos pela internet.
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CASE |
O movimento de Bezos que tirou a Amazon da quase falência |
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Hoje, Jeff Bezos e Amazon são mais do que exaltados por onde passam. A BIG TECH está entre as 5 maiores empresas do planeta, valendo mais de US$ 2 trilhões — literalmente no mesmo patamar que o PIB do Brasil inteiro. |
Acontece que nem sempre foi assim… Mesmo quando já tinha tamanho e relevância, a Amazon passou por um período complicado, chegando literalmente à beira da falência, mesmo sendo consideravelmente conhecida nos EUA. |
O ano era 2001 |
A Amazon estava implodindo. US$ 1,4 bilhão perdido. 1.300 funcionários demitidos. Pela projeção dos economics da empresa, já havia projeções de que faltavam só algumas semanas para ela chegar ao nível de falência. |
Para se ter uma ideia, as ações da empresa caíram um total de 90%, com Wall Street chamando a empresa de “Amazon.bomb” — essa reportagem da época mostra isso. |
Primeiro trimestre: prejuízo de US$ 234 milhões Segundo trimestre: prejuízo de US$ 168 milhões Terceiro trimestre: prejuízo de US$ 170 milhões
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Literalmente isso significa que a cada dia que a Amazon operava, ela estava perdendo 1 milhão de dólares. Mas Bezos tinha um plano: a decisão mais controversa da história da Amazon. |
Em vez de tentar proteger sua marca, ele abriria a plataforma da Amazon para seus concorrentes. Isso significava que outros varejistas agora poderiam vender diretamente na Amazon. |
Todos achavam que ele era literalmente louco. "Eles estão diluindo sua marca!" "Isso destruirá a reputação deles!" "Eles estão abrindo mão do controle!" |
 | (Imagem: Wired) |
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Mas Bezos viu algo que ninguém mais viu: o futuro do varejo não era sobre possuir estoque. Era sobre obter a relação com o cliente. A estratégia era a seguinte: |
Deixar seus competidores lidarem com custos de estoque e inventário; Pegar uma pequena parte da venda deles; Usar os produtos deles para atrair cada vez mais clientes; Reinvestir a receita em melhoramento do serviço/atendimento;
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Cada fator impulsionava o outro e já gerava uma máquina inteligente de growth com bem menos esforço do que uma “varejista comum”. Mas isso ainda não era o suficiente para Bezos… Ele ainda fez mais dois movimentos cruciais: |
Corte de custos agressivo, fechando a maioria dos armazéns próprios; Renegociação de todo contrato de logística;
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Na época, os críticos diziam que isso destruiria a qualidade do serviço ao cliente. Mas eles estavam errados… |
Focando na eficiência operacional e, tanto quanto, na experiência do cliente, a Amazon provou que o impossível era possível: no quarto trimestre de 2001, a empresa teve o seu primeiro lucro — US$ 5 milhões. |
Mesmo que pareça pouco comparando aos prejuízos anteriores, o resultado, mais do que tudo, mostrava que o modelo da Amazon poderia, sim, funcionar e gerar resultado em números. Agora, é fácil entender. Mas, na época, isso surpreendeu Wall Street. |
Takeaway |
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Na prática, Jeff Bezos se recusou a escolher crescimento OU eficiência. Ele queria os dois. E conseguiu. Mesmo tendo sido muito refutado e contestado por pessoas de todos os lugares — principalmente investidores. |
Não é à toa que ele tem a famosa frase "We are willing to be misunderstood for long periods of time." |
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Ele não estava pensando em gerar receita no próximo trimestre, mas para construir uma BIG CORP para as próximas décadas. |
Tanto que a estratégia “controversa” de dar espaço para seus até então concorrentes venderem pela sua plataforma passou a representar nada menos que 51% das vendas de varejo da Amazon em 2019-2020. |
Hoje, esse percentual reduziu para 40% muito pelo avanço de outras linhas de receita da companhia, como subscription, computação em nuvem, etc. |
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O que esperar dos futuros smartphones? |
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TRENDING |
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GRÁFICO DO DIA |
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TENDÊNCIA |
Experimentar perfumes é coisa do passado |
 | (Imagem: Yahoo Finance) |
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A geração Z já definiu sua nova obsessão: cheirar bem. Influenciados pelo TikTok, jovens de 12 a 27 anos estão escolhendo o seu cheiro com base em recomendações da #PerfumeTok. |
Antes obcecados com os sprays corporais da Victoria’s Secret ou os desodorantes da Adidas, agora, os jovens estão buscando cada vez mais “cheirar a marcas de luxo”, muito por conta dos criadores de conteúdo do nicho de perfumaria. |
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A relevância está aí. A rede social chinesa dita tendências de consumo até mesmo sem transmitir a sensação muitas vezes necessária para certos produtos — neste caso, o cheiro. O que realmente importa são as avaliações dos influenciadores. |
Embora cerca de 91% das vendas do perfume ainda ocorram em lojas físicas, uma grande parte desse público já chega sabendo o que quer, com 45% das pessoas admitindo que o TikTok as influência na decisão de compra de uma fragrância. |
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Zoom out 🌎 |
Em 2023, o mercado global de perfumes de luxo ficou avaliado em US$ 22,65 bilhões, cifra que deve aumentar a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 6,2% entre 2024 e 2030. |
No Brasil, a pandemia acelerou o desenvolvimento desse segmento, sobretudo por conta das restrições de viagem, que levaram os consumidores a procurar mais opções internas. |
O resultado disso foi um aumento notável da participação de vendas de fragrâncias de alto luxo, atingindo 6% em 2024. Além disso, mais de 20 novas marcas passaram a figurar no país durante os últimos 5 anos.
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No geral, o Brasil tem o 2º maior mercado de perfumes do mundo — atrás apenas dos Estados Unidos —, movimentando R$ 16 bilhões ao ano. |
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