CASE |
Transformando um sonho em símbolo de elegância e feminilidade |
 | (Imagem: Luiza Barcelos) |
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O ano era 1987. Aos 50 anos, Dona Dorinha viu seu marido, Luiz, adoecer — e um médico lhe disse que ele tinha apenas três meses de vida. |
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Naquela época, Dona Dorinha estava organizando os casamentos de todas as suas sobrinhas, supervisionando desde o enxoval até o buffet da festa e os arranjos florais. |
E foi justamente esse amor por flores que fez com que ela decidisse montar uma floricultura especializada em festas e decorações de casamento. |
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Em certo momento, Dona Dorinha estava em um salão de beleza, quando uma amiga a convidou para visitar uma fábrica que vendia calçados. Ela foi, comprou uma sandália e, mais tarde, a usou para ir ao clube. |
Foi então que uma amiga comentou: "Nossa, Dorinha, que sandália linda!" Naquele instante, Dona Dorinha respondeu: "Eu que vendo." |
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Já em 1989, o negócio começou a tomar grandes proporções, e seu esposo decidiu que era hora de registrar a empresa no nome de suas filhas. No entanto, uma delas, Luiza, era menor de idade na época. Ou seja, para poder registrá-la como proprietária, Luiza precisaria se emancipar. |
Como Dona Dorinha queria um processo rápido, para evitar que Luiza não ficasse triste, ela decidiu dar à empresa o seu nome — assim nasceu a Luiza Barcelos. |
| Detalhe: Dona Dorinha também escolheu a função de cada um, pois sempre soube qual era o potencial de cada filho. | ➡️ Luiza tornou-se estilista e hoje é diretora criativa da marca. ➡️ Rosa cuida da área comercial. ➡️ Lúcia atua na área de planejamento. ➡️ Luís cuida da expansão. |
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O primeiro desafio, no entanto, chegaria no ano seguinte… |
… e era composto por duas palavras: “Plano Collor.” O banco fechou numa quinta-feira, e não havia como sacar dinheiro — e o pagamento dos funcionários era na sexta-feira. |
Foi então que Dona Dorinha ligou para seus parentes, que tinham uma empresa de ônibus — um segmento no qual circulava dinheiro — e deu um cheque para eles, pois não aceitaria o fato que seus colaboradores ficassem sem receber. |
Luiza se lembra que sua mãe dizia que “nada ia parar”. Que os desafios eram oportunidades de aprendizado e crescimento. Segundo ela, Dona Dorinha sempre tinha entre 10 e 15 soluções para um desafio. |
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Essa resiliência, essa mentalidade de nunca “arrumar um culpado” pelos problemas, compensaria lá na frente. |
Corta para 1999… |
A empresa realizou um desfile com a marca de um jovem de Belo Horizonte — em uma época em que era difícil fabricar sapatos para desfiles. Mas, pela boa relação, a Luiza Barcelos produziu o sapato sem a intenção de comercializá-lo. |
Nesse meio-tempo, a marca tinha uma coleção de sapatos bordados à mão com miçangas. Aproveitando-se do fato de que a apresentadora Monique Evans estava realizando alguns trabalhos na cidade, Dona Dorinha deu a ela um par. |
Na segunda-feira pós-desfile, Monique foi ao programa da Hebe Camargo, que interrompeu a transmissão ao vivo e disse: “Monique, que sapato maravilhoso.” |
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No mesmo dia, Dona Dorinha mandou bordar o sapato e enviou-o para Hebe. A apresentadora não só adorou o presente como foi visitar a fábrica posteriormente. |
 | (Imagem: Luiza Barcelos) |
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Naquela época, ter uma menção espontânea no programa da Hebe — um dos, senão o mais assistido por mulheres na televisão brasileira — elevou bastante o nome da Luiza Barcelos. |
Hoje, a empresa possui mais de 80 lojas, entre próprias e franquias, espalhadas pelo Brasil e Bolívia, e está presente em mais de 850 lojas multimarcas. Além disso, conta com um e-commerce com cobertura nacional e duas unidades fabris: uma em Belo Horizonte (MG) e outra em Campo Bom (RS). |
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Embora Dona Dorinha tenha falecido em 2005, ela conseguiu construir uma base sólida de um legado no mercado de calçados femininos de luxo, que perdura há mais de 35 anos. |
PS: Se você quiser conhecer a trajetória completa da companhia, com vários insights que a própria Luiza Barcelos nos contou sobre sua mãe no Founder Mode, podcast do the bizness, é só clicar aqui ou no botão abaixo. |
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TRENDING |
 | (Imagem: Dr. Squatch | E! News) |
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🎥 Histórias originais não estão pegando hoje em dia. Nova animação da Pixar tem a pior estreia da história da empresa |
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TOGETHER WITH CAFFEINE ARMY |
O sabor é novo. Mas a fórmula é a mesma de sempre: criar ouvindo. |
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Às vezes, as maiores mudanças começam com um incômodo. |
Em 2016, Bruno Lima sentia falta de conversas mais honestas sobre foco, energia e equilíbrio — e resolveu criar um portal de conteúdo pra reunir pessoas em busca do mesmo. |
O que era conteúdo virou comunidade e o que era conversa, virou produto. |
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Hoje, a Caffeine Army segue criando junto com quem consome. E o novo SuperCoffee sabor Doce de Leite é prova viva disso. |
A comunidade pediu. A marca atendeu. E antes mesmo de chegar ao site, o lançamento já era um fenômeno: |
722 comentários em 44 minutos no primeiro post, milhares de interações no vídeo de estreia, e fila no estande da NaturalTech pra provar o sabor que tem gosto de infância — mas performance de adulto. |
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Funcional, sem açúcar, com ativos inteligentes. E com o toque cremoso que todo mundo queria. |
Porque quando a marca evolui com quem tá junto desde o começo, cada lançamento tem gosto de conquista coletiva. |
👉 Conheça o lançamento aqui |
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GRÁFICO DO DIA |
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US$ 1,65 trilhão. Este é o valor total das 100 maiores empresas de moda do mundo, de acordo com o ranking da Companies Market Cap — atualmente liderado pelo grupo Hermès e pela LVMH, ambos do setor de luxo. |
Até pouco tempo, a LVMH quem dominava esse mercado, mas a empresa sofreu uma queda recente nas ações devido à menor demanda nos Estados Unidos e na China, dois mercados estratégicos para o grupo. |
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Apesar de liderarem o TOP 2 global (e ainda ter a presença da Dior na 8ª posição), os conglomerados franceses, todos do setor de luxo, enfrentam desafios crescentes quanto ao futuro do mercado premium mundial — e a China está no centro dessa mudança. Entenda melhor neste vídeo. |
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DEEP DIVE |
“Em certo sentido, o ChatGPT já é mais poderoso do que qualquer ser humano que já existiu.” |
A frase é de Sam Altman, cofundador e CEO da OpenAI, em seu recente artigo publicado em junho de 2025. Ele não está falando de força física ou emocional, mas da capacidade de processar conhecimento em escala global. |
Pense que milhões de pessoas já usam a ferramenta diariamente para escrever, programar, diagnosticar, planejar e traduzir. Para ele, quando pequenas melhorias afetam centenas de milhões de usuários, o impacto vira uma avalanche. |
Altman argumenta que estamos vivendo um ponto de virada. Um salto silencioso, mas irreversível. Um novo tipo de inteligência está redesenhando como criamos, pensamos e decidimos — e isso pode ser só o começo de algo muito maior. Leia o texto completo aqui. |
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TOGETHER WITH BLIP |
O futuro do varejo passa por conversas mais inteligentes |
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O comportamento do consumidor está mudando — e isso exige mais do que bons produtos ou preços. No varejo, a experiência de compra virou um diferencial real. |
Pensando nisso, a Blip reuniu em um eBook gratuito as principais tendências que vão impactar o setor nos próximos anos — incluindo o papel da IA na criação de jornadas mais relevantes e personalizadas. |
É conteúdo estratégico para quem quer atrair, converter e fidelizar com tecnologia voltada para resultado. Baixe o material e prepare seu negócio para o que vem aí. |
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NÚMERO DO DIA |
US$ 1 trilhão |
Este é o valor estimado do “Crystal Land”, megaempreendimento que a SoftBank pretende construir no estado do Arizona (EUA), com foco na fabricação de robôs industriais com inteligência artificial. |
A ideia é transformar a região em um novo polo global de inovação — da mesma forma que os chineses fizeram com Shenzhen — reunindo gigantes como TSMC, Samsung e startups do portfólio da própria SoftBank, como a Agile Robots SE. |
Por que isso importa? A iniciativa faz parte da estratégia agressiva de Masayoshi Son, CEO da SoftBank, que já investiu US$ 10 bilhões na OpenAI e é um dos financiadores do Stargate, projeto de centros de dados avaliado em US$ 500 bi. |
O grupo também estaria negociando incentivos fiscais bilionários com governos estaduais e o Departamento de Comércio dos EUA para viabilizar o projeto. |
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AROUND THE WEB |
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🤔 Quantas você conseguiria apontar a diferença? Vídeo compara imagens gravadas na vida real com as geradas por inteligência artificial |
🍟 A barraca de rua que o Snoop Dogg come quando vem ao BR. O segredo por trás da batata frita mais viral do Rio de Janeiro que vende 1 tonelada por dia |
🇧🇷 Puro suco de Brasil. Esses banners mostram como o brasileiro já nasce formado em marketing |
🎽 Será que vai rolar? Nike cria sutiã esportivo impresso em 3D para ajudar atleta olímpica a quebrar a barreira da milha sub-4 minutos |
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GAME DO ESTAGIÁRIO |
As cidades consideradas como polos de startups estão no centro da corrida tech global, impulsionando a inovação de ponta e escalando tecnologias revolucionárias. |
O Vale do Silício ainda domina o cenário global de startups, concentrando quase dois terços do capital de risco mundial. Mas novas potências estão emergindo, especialmente em países como China e Índia. |
E você, consegue adivinhar qual destas cidades NÃO está entre os 5 principais ecossistemas de startups do mundo em 2025?O ranking foi baseado em fatores como número de startups, investimento total do setor privado e a quantidade de unicórnios. |
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