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| | | In today’s edition: | 🥖 Como o Subway usa filmes e séries para virar uma marca top of mind. 🛹 Fadinha e suas 16 marcas nas Olimpíadas de Paris 🔥 Wiz desiste de deal com Google, marca de desodorante de Jake Paul levanta US$ 11M e mais manchetes de hoje. 📱 Como a Samsung foi de exportadora local a gigante tech. 💰 O acampamento de verão dos bilionários.
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| | | | | | Como o Subway alavancou sua imagem na Coreia do Sul |  | (Imagem: Netflix) |
| Nos últimos anos, produções sul-coreanas têm alcançado níveis altíssimos de popularidade internacional, muito por conta do sucesso de “Parasita” (filme ganhador do Óscar de 2020) e de séries como “Round 6”, da Netflix. | E quem surfou essa onda de sucesso para virar uma marca top of mind dos sul-coreanos e de mais telespectadores globais foi o Subway. | Como assim? A rede de fast food pagou para ter seus produtos, suas lojas e o nome da marca dentro dessas produções, especialmente nas que hoje são conhecidas como “Korean Dramas ou K-Dramas”. | Para contextualizar… Na Coreia do Sul, as transmissões de TV possuem poucos intervalos publicitários. Por isso, o melhor jeito das marcas alcançarem os telespectadores é através da colocação de produto — o tal do product placement. | | Foi aí que o Subway decidiu se aventurar, entrando com tudo no product placement e chegando até a fazer parte da narrativa de certas histórias. | Na série “The Ghost Detective”, por exemplo, um dos personagens não conseguia comer nada por ser um fantasma, até que alguém lhe serviu um sanduíche do Subway — sem sentido, nós sabemos. risos.
| O resultado: Em março de 2021, o ex-diretor da marca no país disse que a diferença era gigante entre a percepção dos consumidores antes e depois dos product placements — à época, o Subway já havia aparecido em 17 séries do país. | Agora, é bem possível que você passe a ver cada vez mais marcas enquanto curte seu Netflix do final de semana. | |
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| | | | | | Vai com calma, Fadinha | | Rayssa Leal está de malas prontas para Paris e, ao que tudo indica, com o bolso bem cheio. 🙌🏼 | | A nossa estrela virou a queridinha de marcas dos mais variados setores e é a grande aposta de inúmeras campanhas para os Jogos Olímpicos deste ano. | Haja direção criativa e apoio à Rayssa para pensar em campanhas variadas para cada uma dessas brands durante a competição. Pra cima deles, Fadinha! | Food for thought: Se cada patrocínio custar 3x mais que uma campanha mensal dessa newsletter — o que beeeem provável — a jovem está embolsando, no mínimo, R$ 3 milhões pra casa. |
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| | | | | | Tá na hora de mudar as ferramentas que te travam | | Uma pesquisa feita com profissionais de marketing mapeou as trends envolvendo tecnologia no setor — já ouviu falar de Martech? 📲. | Um dos pontos que chama atenção é que a dispersão com o uso de muitos softwares e apps é uma dor para 60% das pessoas qualificadas. |
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| | | | | |  | Memorando cofundador da Wiz, enviado nesta manhã ao time |
| 🚫 Melou. O fundador do Wiz decidiu abandonar o deal que avaliaria a empresa em US$ 23 bilhões que estava praticamente fechado com o Google — e agora o objetivo é buscar IPO | 🤑 Here comes the money. A marca de desodorante W, do creator Jake Paul, acabou de levantar mais US$ 11 milhões para competir com Axe e Old Spice, avaliando a empresa em US$ 150 milhões | 🍫 Tendência da vez: gourmand. Quem Disse, Berenice? investe na junção entre confeitaria e beleza para lançar nova linha de cuidados faciais | ☁️ Done deal. De olho no mercado de cloud, Vivo compra parceira do Google no Brasil por R$ 230 milhões | 👨👩👧👧 Tradição bicentenária. Conheça a Les Hénokiens, associação cujos afiliados só podem ser empresas com mais de 200 anos de história que sejam administradas por um descendente do fundador | 🏃 É corrida para todos os lados. Enquanto a febre das corridas de rua só aumenta, essa empresa brasileira está faturando milhões com corridas em shoppings centers e até no aeroporto de Guarulhos | 🤝 Vem um M&A por aí? No melhor estilo Tinder, o Itaú acredita que o PagBank, que pertence ao UOL, deveria se fundir com a Stone |
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| | | | | | De comércio de exportação a gigante global de tecnologia | Quando falamos sobre a indústria tech, é impossível não mencionar nomes como Apple, Microsoft, NVIDIA e OpenAI, especialmente com o boom da inteligência artificial. | No entanto, se focamos em setores específicos, como o de celulares e televisões, poucas empresas têm sido tão dominantes quanto a Samsung. | | Já no caso dos smartphones, a Samsung possui uma participação superior a 20% do mercado global e está constantemente batalhando com a Apple pela primeira colocação. | No primeiro trimestre de 2024, a Samsung foi a principal fornecedora em todo o mundo, enviando cerca de 60 milhões de unidades. |
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| | Ao longo de seus mais de 85 anos de história, a companhia construiu um verdadeiro império tech, com a Samsung Electronics, sua principal subsidiaria, faturando mais de US$ 100 bilhões por ano desde 2008. | Mas, para chegar a esse patamar, a Samsung não só teve que se adaptar como soube enxergar e aproveitar todas as oportunidades que teve para evoluir. | O início da Samsung foi na exportação | Na década de 1930, Lee Byung-chul inaugurou a Samsung Sanghoe, empresa de exportação que comercializava macarrão (noodles), frutas secas, peixe e vegetais. |  | (Imagem: Samsung) |
| O início foi positivo. A empresa exportava para a China e, por conta da Segunda Guerra Mundial, que aumentou a demanda por bens essenciais, teve lucros acima do esperado — mudando sua sede para Seul em 1947. | No entanto, a alegria durou pouco e a companhia logo teve que deixar a capital do país após a invasão da Coreia do Norte. |
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| Realocado na cidade portuária de Busan, Lee Byung-chul mostrou pela primeira vez a característica que se tornaria essencial para o crescimento da Samsung: a diversificação de produtos. | 1953: Fundou a Cheil Jedang, refinaria de açúcar e farinha — em 2023, era a principal empresa de cultura alimentar do país; 1954: Fundou a Cheil Mojik, maior fábrica de lã da Coreia do Sul.
| Detalhe: Ambas companhias foram estabelecidas sob a marca Samsung. |
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| Até o final da década de 1960, a empresa adquiriu bancos, seguradoras, uma cimenteira, uma refinaria de petróleo e até uma loja departamentos. | Ok… Como eles foram parar na tecnologia? | Tornando-se uma das maiores empresas de hardware e celulares | Foi em 1969 que eles decidiram entrar no mercado de eletrônicos, estabelecendo uma parceria com a japonesa Sanyo — que era da Panasonic até 2009 — para produzir bens de consumo, como TVs. | | A Samsung então comprou 50% da principal empresa de semicondutores — componente essencial para televisões — da Coreia do Sul e, com isso, conseguiu inovar de forma rápida e constante o produto nos anos seguintes. |  | (Imagem: Samsung) |
| O resultado: 5 milhões de TVs produzidas e 1978 e, no final da década, principal fabricante do mundo. | No mercado de celulares, a Samsung entrou em 1988, porém, ao contrário das TVs, a empresa conseguiu obter somente 10% do mercado sul-coreano — enquanto a Motorola controlava 60%. | | 🚀A reviravolta. Em 1993, o filho do fundador, Lee Kun-hee, passou a olhar para tecnologias modernas e promissoras com o foco de criar produtos de maior qualidade, mesmo que isso significasse menos vendas. | A lógica era simples… Com o digital começando a ganhar alguma força, quanto mais ágil, criativa e inovadora ela fosse desenvolvendo novos itens, maiores as chances de superar seus concorrentes. | Além disso, priorizou também a estética na criação de novos aparelhos, chegando a criar até programas de treinamento para que os designers desenvolvessem um pensamento mais estratégico. |
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| Esse foco em inovação, junto à capacidade de entender as necessidades e preferências do cliente, foram essenciais para que a Samsung criasse essa “necessidade” de aperfeiçoar seus produtos todos os anos. Confira aqui essa evolução inicial. | Para se ter uma ideia do tamanho da coisa, em 2022, a receita do Grupo Samsung — que também atua nos setores de embarcações e construção — representou 22,4% do PIB da Coreia do Sul. | |
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| | | | | | O que profissionais autônomos têm em comum hoje? | | Advogados, nutricionistas, comerciantes… Pra ter seu lugar no mercado e continuar evoluindo o negócio, todos precisam estar no digital — isso inclui ter um bom site para ganhar credibilidade e atrair clientes. | 👑 Para divulgar seus produtos/serviços, a KingHost — especialista em soluções digitais — oferece todo suporte e segurança com a hospedagem que é referência no Brasil. |
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| | | | | | O summer camp dos maiores bilionários do mundo |  | (Imagem: CNBC) |
| Se aquele seu amigo está se achando chique viajando para o verão europeu, talvez ele precise saber que o verão chique de verdade — onde estão os maiores bilionários do mundo — é em outro lugar. | Isso porque desde os magnatas da mídia até os CEOs das maiores empresas do mundo estão voltando de um summer camp do banco de investimentos de NY, Allen & Company, que acontece desde 1983. | O Sun Valley Summer Camp, em Idaho, nos EUA, é tradicionalmente conhecido por ser onde bilionários — de Tim Cook a Oprah Winfrey — se encontram e passam alguns dias de férias juntos, longe de paparazzis e repórteres. | Basicamente, o SVSC vira um encontro anual para esses bilionários fazerem negócios enquanto caminham ou tomam vinho pelo resort nas montanhas. | Para se ter uma ideia, foi lá onde Jeff Bezos decidiu comprar o The Washington Post e onde a Comcast adquiriu a NBCUniversal. |
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| Na prática, os próximos deals e movimentos das big corps que falaremos por aqui nos próximos meses podem ter saído de conversas despretensiosas do summer camp. Let’s see… | |
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