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BOA TARDE |
Em 1994, na Pixar, os diretores Andrew Stanton, John Lasseter, Pete Docter e o falecido roteirista Joe Ranft decidiram jogar umas ideias na mesa — literalmente. Em uma toalha de mesa de papel, eles criaram os primeiros esboços do que seriam a Vida de Inseto, Monstros S.A., Procurando Nemo e Wall-E — veja a imagem aqui. |
O “almoço criativo” ilustra a filosofia de Steve Jobs: serendipidade e interação aberta geram inovação. Com Toy Story abrindo caminho em 1995, essas ideias renderam quase US$ 2,3 bilhões em bilheteria mundial entre 1998 e 2008. |
Para hoje… TikTok está revolucionando a indústria dos livros; Grupo Ferrero compra maior marca de barrinhas de proteína do Brasil; Unilever estuda se afastar cada vez mais do setor de alimentos; e mais. | | | | ⏱️ Tempo de leitura: 6 minutos e 52 segundos |
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QUICK TAKES |
📖 PARA LER: Como o rei do clickbait passou de queridinho bilionário à beira da falência |
🔍️ PARA DESCOBRIR: O único anúncio de jornal que a Y Combinator veiculou em sua história |
😲 PARA SE SURPREENDER: Essa série fez a Calvin Klein viralizar… mas a marca não estava pronta para tanta atenção e deixou a onda passar |
😂 PARA RIR: Quando se trata de publicidade que viraliza e diverte, ninguém é melhor que o brasileiro — e esse compilado é prova disso |
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O TikTok realmente veio para revolucionar a indústria dos livros? |
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O ano era 2019. O que parecia ser uma simples hashtag focada em livros e literatura foi, pouco a pouco, ganhando espaço dentro do app chinês. Seu “nome”: #booktok. |
De lá pra cá, tornou-se não só uma comunidade de leitores que compartilha recomendações e vídeos com reações sobre livros no próprio TikTok mas uma das maiores forças da indústria editorial. Os números não mentem. |
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 | (Imagem: The Today Show) |
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Mas a evolução desse fenômeno, ao que parece, será fora das telas |
Na última semana, o Reino Unido anunciou que irá lançar ainda este ano um ranking oficial do BookTok, conectando o que viraliza no TikTok com vendas reais de livros. |
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Nos Estados Unidos, inspirou livrarias a se transformarem em espaços sociais, como a Book Society, que mistura clube do livro com bar de vinhos e eventos temáticos. A lógica é clara: transformar a leitura, antes solitária, em um momento coletivo e aspiracional. |
No Brasil, o movimento parecido também ganha força 🇧🇷 |
Apesar de uma queda no número de leitores, clubes de leitura cresceram cerca de 35% nas últimas duas décadas, criando novas comunidades em torno dos livros. |
Projetos como o Floriterárias, o Li Com Leca e os encontros do Centro Cultural Banco do Brasil mostram como a leitura está sendo ressignificada: menos obrigação, mais conexão — com discussões, eventos e troca de experiências entre leitores. |
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No fim, a equação mudou: não basta vender livros — é preciso criar comunidade. E, pelo visto, quem melhor conectar esses dois mundos deve escrever o próximo capítulo da indústria. |
💡 INSIGHT NA PRÁTICA Tanto o BookTok quanto os clubes do leitura mostraram que hábitos ganham força quando deixam de ser individuais e passam a ser coletivos. E uma das principais funcionalidades do app do the news — lançado hoje — nasce exatamente dessa lógica: transformar algo que você faria sozinho em algo que você sustenta junto. Por isso, o app foi pensado não só para consumo, mas para consistência — para te ajudar a construir os melhores hábitos: → Desafios e rankings para dar ritmo → Tracker para monitorar o seu progresso Porque, no fim, não é sobre ler mais; é sobre continuar lendo. Clique aqui e baixe nosso app. |
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Ferrero aposta em snacks proteicos no Brasil |
🇧🇷 |
O Grupo Ferrero adquiriu a Bold Snacks, maior marca brasileira de barrinhas de proteína, reforçando sua estratégia global de diversificação além do chocolate. Abaixo, alguns dos motivos por trás dessa movimentação: |
A Bold faturou R$ 200 milhões em 2025 e mira R$ 500 milhões até 2027, além de marcar presença em 30 mil pontos de venda físicos e ter mais de 150 mil clientes no e-commerce; O segmento de snacks saudáveis cresce 6,5% ao ano no Brasil — acima da média global.
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Na prática, a compra permite à Ferrero expandir sua estratégia “better-for-you” — que visa ir além da confeitaria tradicional, avançando para snacks mais saudáveis — integrando a Bold às operações da Ferrara Candy Company no Brasil e potencialmente levando a marca para outros países da América Latina e Europa. |
Além disso, colaborações com produtos icônicos, como Nutella e Kinder, podem surgir no futuro; contudo, o movimento ainda depende da aprovação do Cade. |
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The Big Picture. Para o setor, a operação reforça a competição com rivais como Mars, Mondelēz e Nestlé, enquanto o mercado de proteínas funcionais se consolida como o que mais cresce entre os snacks no Brasil. (Aprofunde) |
PS: Se você quer conhecer a trajetória completa da Bold, o fundador e CEO da empresa, Gabriel Ferreira, revelou vários detalhes no podcast do the news business. Escute aqui. |
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Unilever quer menos comida e mais beleza? |
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É o que parece. A gigante global de bens de consumo estuda separar seu negócio de alimentos para focar em categorias como beleza, cuidados pessoais e bem-estar — uma mudança estratégica que ainda está nos estágios iniciais e pode não acontecer antes de 2027. |
O motivo: consumidores estão mais sensíveis a preço e, com a popularização de medicamentos como os GLP-1 (Mounjaro e cia.), a demanda por comida cresce menos. Já categorias como skincare, fragrâncias e autocuidado seguem em expansão, puxadas por diferentes faixas etárias. |
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Hoje, marcas como Hellmann’s e Knorr representam grande parte das vendas de alimentos da Unilever, mas a companhia já vem reduzindo esse portfólio — inclusive com a venda de ativos nos últimos anos e a separação da divisão de sorvetes. |
Isso importa porque mostra uma mudança estrutural: gigantes do consumo estão deixando de ser “tudo para todos” para apostar em categorias mais rentáveis e com maior crescimento. (Aprofunde) |
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TOGETHER WITH CARREIRA MULLER |
Já viu uma vaga com o salário assim? |
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A empresa sabe exatamente quanto pode pagar. A pergunta é: você sabe quanto deveria pedir? |
Sem referência de mercado, muita gente negocia seus salários sem saber se está pedindo pouco, muito ou exatamente o que deveria — afinal, nem sempre fica claro se o que você ganha hoje está acima, na média ou abaixo do mercado. |
Para tirar isso do campo do achismo, essa pesquisa salarial da Carreira Muller reúne dados reais de salários, bônus, PLR, PPR e benefícios praticados no mercado — com base em pagamentos de +4 mil empresas. |
👉 Descubra se o seu salário está competitivo aqui. |
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GIRO POR OUTROS HIGHLIGHTS |
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GRÁFICO DO DIA |
| Quase US$ 70 bilhões. Esse foi o valor das vendas da Novo Nordisk e da Eli Lilly em remédios GLP-1 em 2025 — quase o dobro de dois anos atrás. | As duas empresas dominam o setor, concordam que os preços cairão dois dígitos em 2026, mas discordam quase em tudo o mais. O resultado? Trajetórias completamente opostas. | → A Novo espera queda de até 13% nas vendas em 2026. A aposta para reverter o jogo é o Wegovy em comprimido. | → A Eli Lilly, dona do Mounjaro, projeta receita entre US$ 80 bilhões e US$ 83 bilhões, com crescimento superior a 20% em receita e 42% em volume. Além disso, seu próprio comprimido chegará ao mercado em poucos meses. |
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O CEO da Lilly resumiu o momento melhor do que qualquer analista: "Tenho dificuldade de pensar em outro remédio onde tantas pessoas pagam do próprio bolso." Leia mais aqui. |
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TOGETHER WITH D4U IMMIGRATION |
45% dos brasileiros que expandem seus negócios para o exterior escolhem os EUA |
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Com o maior PIB do mundo (US$ 30,5 trilhões) e um mercado consumidor gigante, os EUA seguem sendo o destino nº1 para quem quer escalar. |
Mas a dúvida costuma ser a mesma: como estruturar essa expansão? Quais vistos existem, quanto investir e por onde começar? |
Para responder isso, a D4U Immigration criou o e-book gratuito “Leve sua empresa para os EUA: vistos e estratégias de expansão”, com um guia direto sobre vistos, estrutura empresarial e próximos passos. 👉 Baixe o guia gratuito e entenda como começar. |
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ASPAS DO DIA |
| ❝ | | | Acho bem possível que nossa tese inicial estivesse errada e a deles esteja certa. |
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 | (Utah Public Radio | Reprodução) |
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| Isso foi o que disse Mark Zuckerberg lá em 2012, numa troca de mensagens com seu ex-CTO, Mike Schroepfer, que iniciou com a seguinte pergunta: “será que deveríamos considerar comprar o Instagram, mesmo que custe cerca de US$ 500 milhões?” | A tese o que Tio Zuck se refere na citação acima é a de que, naquela época, o que as pessoas queriam, principalmente, era tirar as melhores fotos e ter um lugar específico para postá-las, que não seria necessariamente o Facebook. | Ele também ressaltou outra vantagem competitiva que o Facebook não possuía: uma boa câmera nativa no aplicativo, com várias opções de filtro. Poucos meses depois, o Instagram foi adquirido por US$ 1 bilhão. Clique aqui para conferir os detalhes dessa conversa. |
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FEEDBACK |
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RODAPÉ |
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