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BOA TARDE |
Se a "pausa para hidratação" pode representar até US$ 500 milhões em novas receitas publicitárias para a FIFA, no campo das apostas, a Copa do Mundo de 2026 pode se tornar o maior evento da história. |
O volume de apostas realizadas globalmente nos jogos do torneio pode ultrapassar US$ 50 bilhões, um aumento de quase 43% em relação à edição do Catar, em 2022. |
No Polymarket, um dos maiores mercados de previsão do mundo, a pergunta sobre qual país vencerá a competição já registrou US$ 1,8 bilhão em movimentação, tornando-se o segundo maior “mercado” da história da plataforma, atrás apenas da eleição presidencial dos EUA de 2024. |
E você, consegue adivinhar quanto a questão sobre quem venceria entre Kamala Harris e Donald Trump movimentou no Polymarket? |
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Para hoje… O boom dos wearables começa a encontrar alguns limites; galpões logísticos viram um dos ativos mais disputados do varejo; compras sem compra viram tendência na internet; e mais! | | | | ⏱️ Tempo de leitura: 6 minutos e 15 segundos |
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QUICK TAKES |
👀 PARA LER: Os 7 livros que o cofundador e ex-CEO da Netflix, Reed Hastings, recomendou ao longo dos anos em várias entrevistas |
🤔 PARA ENTENDER: Um experimento mostrou que um Big Mac, pedido no mesmo lugar, pode ter preços diferentes dependendo de quem a pessoa é |
🔍 PARA DESCOBRIR: Qual é o cartão de crédito mais exclusivo do mundo? |
🧑💻 PARA EXPLORAR: O British Film Institute compilou cerca de 430 vídeos virais que considerou culturalmente significativos — com direito a algumas pérolas de quase 20 anos atrás |
🖥️ PARA ASSISTIR: Como esse medalhista de ouro olímpico arriscou tudo em 2017 para construir o que hoje é um dos esporte com mais hype globalmente |
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O boom dos wearables está realmente sendo bem aproveitado? |
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Durante anos, a promessa dos wearables foi simples: quanto mais dados sobre seu corpo, melhores seriam suas decisões — e o mercado comprou essa ideia. |
Relógios inteligentes, pulseiras fitness e anéis inteligentes se transformaram em uma das apostas mais quentes da indústria de tecnologia e saúde, prometendo acompanhar sono, recuperação muscular, frequência cardíaca, estresse, temperatura corporal e até detectar sinais precoces de problemas de saúde. |
Os números ajudam a explicar o entusiasmo. |
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 | (Imagem: The Wall Street Journal) |
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No mundo, o mercado de wearables ficou avaliado em quase US$ 93 bilhões e projeta alcançar até US$ 230 bilhões até 2033. |
Mas existe um problema crescente: produzir dados é muito mais fácil do que transformá-los em decisões úteis |
Médicos relatam receber uma enxurrada de informações geradas pelos dispositivos. O desafio é que grande parte dessas métricas não possui interpretação clínica clara ou sequer está integrada aos sistemas hospitalares. |
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Há ainda um dado que chama mais a atenção: em 2024, apenas cerca de 19% de quem monitora a saúde com wearables nos EUA compartilha os dados com profissionais de saúde. |
Isso cria um paradoxo curioso. Nunca produzimos tantos dados sobre nossos corpos, mas boa parte deles continua sem chegar a quem poderia transformá-los em cuidado médico. |
O futuro do setor pode depender justamente disso: deixar de ser apenas uma ferramenta de autoquantificação e se tornar uma infraestrutura real de saúde, capaz de conectar pacientes, médicos e inteligência artificial de forma útil — e não apenas gerar mais notificações. |
E, por falar em notificações… existe um comportamento que “está ganhando tração”: pessoas que antes monitoravam sono, alimentação, exercícios e frequência cardíaca de forma obsessiva estão abandonando os dispositivos após perceberem que a busca constante por métricas estava gerando mais ansiedade do que bem-estar. |
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TOGETHER WITH BINANCE |
A taça não está garantida, mas o campeonato pode trazer prêmios para você 🏆 |
 | (Imagem: Lucas Figueiredo | CBF | Reprodução) |
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Junho começou em clima de jogo e a maior exchange de criptomoedas do mundo criou um desafio no qual quem participar tem duas opções: |
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Clique aqui e gire a roleta. |
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Está faltando espaço para o e-commerce crescer? |
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Na disputa para ver quem entrega mais rápido, uma disputa tem ganhado força no setor varejista brasileiro: os galpões logísticos. |
Só no primeiro trimestre de 2026, o mercado absorveu 1 milhão de metros quadrados — o maior volume desde 2022. Ao mesmo tempo, a vacância caiu para apenas 6,4%, o menor nível já registrado. |
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As empresas do e-commerce estão ocupando praticamente todo o estoque disponível de armazéns modernos e bem localizados. Das dez maiores transações fechadas entre janeiro e março, elas foram responsáveis por 90%. |
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O motivo é simples: entregar mais rápido ajuda a vender mais, atrair vendedores e fidelizar clientes. E, nesse jogo, localização virou vantagem competitiva, com alguns galpões próximos aos grandes centros sendo considerados praticamente impossíveis de replicar. |
Maaass… nem tudo são flores. Com juros elevados, custos de construção em alta e licenciamento lento, a oferta não acompanha a velocidade da demanda. |
O resultado disso: em um mercado onde 40% dos galpões que serão entregues em 2026 já estão pré-locados, garantir um bom endereço pode valer tanto quanto conquistar um novo cliente. (Aprofunde) |
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A compra sem compra virou tendência? |
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Imagine escolher produtos, preencher o carrinho, confirmar o pagamento e até acompanhar a entrega… sem gastar um centavo. É exatamente essa a proposta dos chamados “sites de dopamina”, uma nova febre que começou na Coreia do Sul. |
O exemplo mais curioso é o FoodNeverComes. O aplicativo reproduz toda a experiência de pedir comida por delivery, mas nenhum pedido é enviado e nada chega à sua casa — veja uma simulação aqui. O objetivo não é consumir, mas sim satisfazer a vontade de consumir. |
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A lógica tem fundamento científico. A dopamina, neurotransmissor associado ao prazer, costuma ser liberada principalmente na expectativa da recompensa. Em outras palavras, o simples ato de clicar em “comprar” já pode gerar parte da sensação que normalmente associamos à aquisição de algo. |
Para alguns usuários, a ideia parece um retrato melancólico de uma sociedade viciada em estímulos; Para outros, pode funcionar como uma ferramenta para reduzir compras impulsivas.
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No fim das contas, a tendência levanta uma pergunta curiosa: quando fazemos compras online, estamos buscando o produto em si ou apenas a sensação que vem antes dele? (Aprofunde) |
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GIRO POR OUTROS HIGHLIGHTS |
→ OpenAI queima mais da metade da receita no 1º trimestre antes de possível IPO, diz documento vazado |
→ Maior negócio bancário da Europa desde a crise de 2008 entra na reta final com oferta de US$ 50 bilhões |
→ Empresa que virou referência na criação de imagens com AI entra na saúde e revela scanner corporal e planeja abrir rede de spas tecnológicos em 2027 |
→ Apple admite que corrida por chips de memória para inteligência artificial tornará reajustes de preços inevitáveis |
→ BMW reduz projeções para 2026 após piora na China e impacto da guerra no Oriente Médio |
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GRÁFICO DO DIA |
| 25 de janeiro de 1663. Nessa data, nascia o cargo de Correios-Mor, que viria a se transformar no que hoje são os Correios, e a primeira empresa do Brasil. | A princípio, a única responsabilidade do Correio-mor era a de organizar as correspondências entre Brasil e Portugal, sob direção da Coroa Portuguesa. Só séculos depois, ele viria a se tornar uma estatal robusta como a conhecemos hoje. | Já do lado das empresas estrangeiras, a primeira a chegar por aqui foi a AngloGold Ashanti, que nasceu como Saint John d’el Rey Mining Company, na mineração em Minas Gerais. |
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Já ao redor do mundo, a empresa mais antiga que segue funcionando é a construtora japonesa Kongō Gumi, que nasceu em 578 d.C. com serviços de construção e manutenção de templos budistas. Confira o ranking completo aqui. |
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