| | | |  | UM OFERECIMENTO |
| | | In today’s edition: | Como o Funko se tornou o brinquedo sensação entre adultos. Startups brasileiras estão com moral na América Latina. O que tornou o filme F1 um dos mais caros do cinema.
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| | | | | | O brinquedo que conquistou o coração dos adultos | Não é de hoje que brinquedos deixou de ser uma categoria exclusivamente pensada em crianças — o caso da LEGO é uma clara prova disso. | De fato, os kidults — pessoas com pelo menos 12 anos — foram responsáveis por 25% do total gasto com brinquedos nos EUA em 2022, cerca de US$ 9 bilhões. | Considerando apenas adultos (18+), as vendas de brinquedos subiram de US$ 1,7 bilhão para US$ 6,4 bilhões entre junho/21 e junho/23 no país.
| Já entre Alemanha, Espanha, França, Itália e Reino Unido, os kidults representaram 28,5% do total investido em brinquedos no ano passado, com os adultos gastando 5,5% a mais nos últimos 2 anos — por lá, o mercado está avaliado em 4,5 bilhões de euros. | Quem tem surfado muito bem essa onda nos últimos anos é a Funko. Em 2015, era uma “desconhecida” empresa de brinquedos colecionáveis. Hoje, é uma companhia de capital aberto que fatura bilhões. | | Da garagem para o mundo | Em 1998, Mike Becker, apaixonado por itens com uma vibe mais vintage, se juntou aos amigos Rob Schwartz e Sean Wilkinson para desenvolver bonecos cabeçudinhos visando o mercado de colecionáveis. | Para se diferenciar, incorporaram elementos da cultura pop, porém com apelo nostálgico. Eis que, pouco tempo depois, chegava o “Big Boy booblehead”, que se tornou mascote de um restaurante americano. |  | (Imagem: Eater | Divulgação) |
| O movimento seguinte foi testar o produto no varejo físico, especificamente na Universal Studios… E viram como seu estoque se esgotou rapidamente. | | Com isso, Becker e cia viram o potencial não só do produto como do licenciamento e fabricação de brinquedos baseados em personagens conhecidos. | Nova liderança e o poder da comunidade | Em 2005, Becker vendeu a empresa para o então CEO Brian Mariotti, que começou a adotar uma abordagem muito mais agressiva para licenciar personagens e propriedades. | A primeira iniciativa chegou em 2007 com a “Funkovision”, edição limitada com recriações de desenhos famosos como Looney Tunes e Flintstones, um verdadeiro apelo a memória afetiva do público. |  | (Imagem: Entertainment Earth | Reprodução) |
| Maaaaass…. Em 2011, veio o lançamento da linha Pop!, responsável pelos “cabeçudinhos” de 10cm de altura que todos conhecemos. | Esteticamente, são uma mistura dos “bobbleheads” originais e produtos japoneses “super-deformados” — muitas vezes inspirados em personagens de anime e mangá — feitos principalmente para colecionadores. |
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| O resultado: US$ 20 milhões em vendas já em 2012, o dobro do conseguido dois anos antes. | Para tornar esse formato ainda mais atraente, a empresa passou a licenciar marcas globalmente reconhecidas, começando por DC, seguidos por Marvel, Star Wars e Disney. | | A estratégia foi super acertada e, hoje, estima-se que a linha Pop! tenha quase 14 mil bonequinhos únicos — inclusive, é possível criar um “cabeçudinho” baseado em você mesmo. | Takeaway | Através do licenciamento, a empresa conseguiu se relacionar diretamente com vários fã-clubes apaixonados por filmes, séries, artistas e desenhos animados capazes de colecionar funkos assiduamente. | Por conta disso, a Funko estabeleceu uma frase central para sua operação: “everyone is a fan of something!”. | Esse lema ficou ainda mais claro nos últimos anos, já que você pode encontrar Pop!s de figuras históricas, cientistas, estrelas do rock, apresentadores de talk shows e até políticos. | | |
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| | | | | | Como as grandes marcas dominam até mesmo em mercados desafiadores? | | Q3 acaba de chegar, e com ele, a corrida para concluir o fechamento de resultados. Muitas empresas já colhem frutos, mas ainda há tempo de você não só alcançar, mas superar suas metas. Com as ferramentas certas, o alívio de "missão cumprida" pode ser ainda maior. | Mas, qual é o segredo por trás desse sucesso? | O the biz te conta: acesso a dados de vendas diárias em um painel que abrange mais de 1 MM de varejistas, enriquecido com insights e inteligência de mercado sofisticada da Mtrix. |
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| | | | | | | Esse foi o capital levantado pelas startups brasileiras de abril a junho, um aumento de 160% na comparação ano a ano. | A cifra representa mais da metade de todo o investimento destinado a startups latino-americanas durante o período. |
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| Ao todo, foram 142 rodadas registradas no país, com grande destaque para as fintechs CloudWalk e Celcoin, responsáveis pelas 2 maiores captações do 2T na América Latina. |
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| | | | | | F1: Um dos filmes mais caros da história |  | (Imagem: New York Times | F1) |
| “Chega logo, junho de 2025”. Esse é certamente o desejo dos fanáticos por cinema e pela F1 após assistirem ao primeiro trailer do filme F1, estrelado por Brad Pitt — confira aqui. | Quem também está ansiosa é a Apple, que comprou os direitos do longa em 2022. Isso porque os custos de produção do filme estão estimados em US$ 300 milhões — isso sem contar o investimento em marketing. | Entre os principais motivos está o fato que a empresa da maçã, junto à equipe da Mercedes na F1, deu uma de Velozes e Furiosos e “tunou” carros de Fórmula 2 para deixar as cenas em pista mais realistas. | | Outro ponto que encareceu o filme foi que a produção passou quase 2 anos gravando nas pistas mais icônicas do automobilismo, como Silverstone, na Inglaterra, e Monza, na Itália. | Como muitas das cenas foram gravadas nos mesmos finais de semana que os GPs, todos os atuais pilotos da F1 vão aparecer no filme. |
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| Ainda assim, muitos dos custos foram “abatidos” entre incentivos fiscais de países como Emirados Árabes e acordos lucrativos de patrocínio para o carro da equipe fictícia do personagem de Brad Pitt. | Looking forward: A Apple tem motivos para confiar no sucesso de F1. Seu diretor e produtor são os mesmos de Top Gun: Maverick, filme que fez quase US$ 1,5 bilhão em bilheteria. | Além disso, o longa tem ninguém menos que Lewis Hamilton como produtor executivo, participando ativamente de reuniões para que o produto final mostrasse realmente o que acontece nas pistas. | |
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| | | | | | Do trabalho ao lazer ela acompanha o seu ritmo | | Peças coringas nesse inverno são a chave para se manter aquecido e estiloso. Fora a praticidade. Então confira essa Jaqueta — resistente, com forro interno, bolsos, ajuste no punho e capuz removível. | Casual sporty: Combine a jaqueta com joggers e tênis para um look relax. Work: Com calça social azul-marinho e camisa de malha. Date night: Jeans, camiseta branca e slip-on.
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| | | | | |  | Steve Wozniak On Steve Jobs, Apple's Early Days |
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| Cápsula do tempo. Durante uma entrevista à CNBC em 2011, Steve Wozniak, co-fundador da Apple, relembrou sobre o relacionamento inicial com Steve Jobs, os primeiros computadores da empresa da maçã e o icônico comercial veiculado no Super Bowl em 1984, ano em que o revolucionário computador Macintosh foi lançado. |
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