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new year |
boa tarde. um novo ano é uma página em branco: escreva uma história que te encha de orgulho. sonhe grande, planeje com foco e execute com coragem. |
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TRENDING |
Quais as tendências de negócios e marketing para 2025? |
Nosso time de negócios criou uma edição especial com o objetivo de apostar em algumas tendências neste ano. Boa parte das 12 tendências não possui compromisso factual ou promessa de acerto. Afinal, são apostas. risos. |
De qualquer forma, como sabemos que vocês gostam da nossa curadoria, pensamos que seria interessante entender o que se passa na cabeça da equipe waffle para 2025. |
1. Curadoria em alta: menos For You, mais Here are my favorites |
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As redes sociais diluíram a identidade das pessoas. Em 2025, veremos um movimento de volta à curadoria pessoal. Não será mais sobre algoritmos decidindo o que você vê, mas sobre compartilhar favoritos que reflitam autenticidade. |
2. Comentários > Conteúdo |
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✍️ Comentários vão superar o conteúdo em si. Marcas terão o papel de criar fóruns para discussões, em um reflexo direto de como o número de amigos está diminuindo e as pessoas estão buscando novos espaços para conversar e se conectar. |
3. Comunidade como nova métrica de sucesso |
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Os números de seguidores ficarão no passado. O foco estará em abandonar o apelo massivo e investir em comunidades de nicho com alta conexão e valor. |
Plataformas como o Geneva já permitem que marcas criem espaços dedicados para interagir com diferentes grupos de interesse — uma prática em crescimento nos EUA. |
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A expectativa é que marcas tenham várias páginas em redes sociais, cada uma voltada para um público específico, priorizando relacionamentos íntimos e de alto valor, em vez de só buscar um alcance amplo e superficial. |
Essas comunidades se tornarão novas provas sociais e os maiores ativos de marcas e criadores. Clientes substituirão influenciadores tradicionais, trazendo vozes autênticas e criando conteúdos genuínos e impactantes — participando de viagens, co-criações e tornando-se verdadeiros embaixadores das marcas. |
4. Conteúdo paisagem |
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Em um mundo onde a solidão cresce, as pessoas buscam companhia até em conteúdos. Em 2025, veremos mais produções adaptadas para ficarem “de fundo” enquanto o público realiza outras tarefas. |
Esses conteúdos serão longos, envolventes e projetados para permitir que a atenção vá e volte sem prejudicar a experiência. |
5. Marcas como TV |
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Conteúdos no estilo de séries ganharão força, com enredos envolventes, narrativas interativas e personagens que ajudam a construir um universo consistente para a marca. |
A proposta é criar histórias que convidem o público a “acompanhar os próximos capítulos” e mergulhar no mundo da marca. |
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Isso pode ser feito transformando os próprios funcionários em personagens ou desenvolvendo uma série fictícia dedicada a contar essa história (veja aqui um exemplo e outro aqui). |
6. De volta ao mundo real (IRL) |
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O elemento humano será revitalizado. Veremos marcas focando em engajamento presencial, com mais ações IRL (In Real Life) e Out of Home (OOH). A ideia é criar experiências reais que reforcem o valor das interações humanas. |
Em um cenário saturado pela presença da AI, iniciativas que destacam o toque humano — como branding feito à mão ou conteúdos com a legenda “made by a human” — podem se tornar a ser um diferencial poderoso. |
7. Conteúdos transgeracionais |
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As redes sociais e a tecnologia unificaram comportamentos entre gerações — uma criança de 10 anos e sua avó de 85 anos, por exemplo, podem assistir ao mesmo vídeo curto. |
Em 2025, as marcas terão a oportunidade de criar conteúdos com um apelo verdadeiramente universal, capazes de conectar diferentes demografias. O foco estará em unir pessoas por valores compartilhados, transcendendo as barreiras da idade. O Boticário, Nike e Sephora já são algumas marcas que entenderam isso. |
8. A evolução dos programas de fidelidade |
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Lealdade à marca está em declínio (estima-se que em 25%), mas os programas de fidelidade só crescerão com consumidores buscando obter valor onde puderem. |
As marcas inteligentes vão remodelar esses programas para não apenas recompensar compras, mas também engajamento, feedback e co-criação — transformando fãs em colaboradores ativos. |
Veja aqui como a marca Kiki World desenvolveu seu programa de fidelidade baseado em blockchain. Outra que surfou a mesma onda foi ninguém menos que a Starbucks (aprofunde aqui). |
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9. A privatização dos conteúdos |
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Comunidades privadas e conteúdo exclusivo serão a nova onda. As pessoas buscarão espaços protegidos e menos saturados, onde consumam conteúdo com a sensação de exclusividade. |
Marcas que investirem em ambientes seguros e privados poderão construir intimidade e pertencimento — algo que o público anseia e teme perder nos dias de hoje. |
10. Live shopping gamificado |
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O live shopping continuará em alta, e será cada vez mais gamificado. Ele cria conexões reais ao engajar consumidores com ofertas ao vivo, criando senso de urgência e comunidades em torno das marcas. |
Essa experiência mistura a conveniência digital com a personalização do físico. Essa marca aqui faz uma live todos os dias às 17h. |
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11. Boom de uma rede social por voz |
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Já exploramos vídeo, foto e texto nas redes sociais, mas há um formato que ainda não ganhou força: a voz. |
Em um cenário saturado de aplicativos e com uma necessidade urgente de inovação, a grande aposta para 2025 é uma nova geração de plataformas sociais baseadas em áudio. Essas redes prometem oferecer uma conexão mais íntima, autêntica e envolvente. |
12. A TV se transforma, mas não desaparece |
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Adeus TV aberta. Em 2025, os apps de mídia exclusivos dominarão, trazendo o conteúdo dos celulares diretamente para telas maiores. A televisão será, na prática, um “smartphone gigante”, refletindo o que já consumimos diariamente, mas com uma experiência ampliada. |
E essa mudança não é só tecnológica, mas cultural. Com 75 milhões de brasileiros assistindo ao YouTube na TV, os criadores de conteúdo estão se consolidando como a nova Hollywood. |
Seus programas, que antes eram vistos como nichados, agora atraem audiências maiores do que muitos formatos tradicionais de televisão, provando que a influência digital já é mainstream. |
E aí, qual foi a sua favorita? Será que a gente acerta alguma tendência do ano? |
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